Depressão: Atividade física e alimentação saudável entram na prescrição médica

ATIVIDADE FÍSICA

Quem pedala sabe o quanto praticar uma atividade física, especialmente ao ar livre, impacta positivamente a própria saúde física e mental. Em casos de depressão, cada vez mais estudos científicos comprovam esta correlação e médicos passaram também a prescrever, junto com medicamentos, hábitos saudáveis, como mover o corpo e alimentar-se de maneira saudável.

“Hoje entende-se que os transtornos psiquiátricos são multifatoriais, portanto, não respondem a uma única estratégia”, explica o psiquiatra Arthur Danila, coordenador do Programa de Mudança de Hábito e Estilo de Vida do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Estudo de 2022, publicado na JAMA Psychiatry, aponta que se as pessoas fossem ativas fisicamente, 11% da depressão incidente seria evitada. Em 2023, outro estudo, publicado no Journal of Affective Disorders, acompanhou 141 pacientes por 16 semanas e mostrou que, em casos de depressão ou ansiedade patológica, correr duas vezes na semana pode ter efeito semelhante a antidepressivos e ansiolíticos.

Vale a pena lembrar que a indicação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é movimentar-se ao menos 30 minutos por dia, cinco dias na semana. Para crianças, são 60 minutos diários.

E aí, bora pedalar em benefício da nossa saúde física e mental?

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Capacete de ciclismo tem data de validade, sim!

Isso pode parecer não fazer muito sentido, mas um capacete de ciclismo tem um tempo de uso e algumas variáveis ​​que determinam sua duração.

Um capacete de ciclismo é feito quase inteiramente de materiais plásticos, e isso muitas vezes transmite a sensação de eternidade. Só que os materiais derivados do petróleo também se degradam e perdem propriedades, e é por isso que um capacete de bicicleta também expira.

Basicamente, as partes de um capacete de ciclismo são constituídas pelos seguintes materiais: a chamada cortiça é poliestireno expandido, uma espécie de conjunto de bolas que sob pressão e hidratação incham e se compactam, formando uma estrutura rígida e altamente absorvente a qualquer impacto. O poliestireno pode durar com propriedades completas por cerca de 5 anos.

É claro que muito depende do uso e cuidado que se dá ao capacete. Uma pessoa que o usa uma vez por semana não é igual a outra que usa diariamente. Mas a média é essa: cerca de 5 anos segundo os principais fabricantes.

E tem mais: A placa externa dos capacetes é feita de policarbonato moldado. É o material mais duro e resistente do capacete, mas, também, as altas temperaturas e o uso constante (arranhões e mais arranhões) fazem com que essa parte se degrade, até se desprenda da sua união com a cortiça. Assim, a placa externa também se torna menos seguro. O principal motivo dessa degradação é a incidência solar, portanto, proteger o capacete quando não o estivermos usando da luz solar prolongará sua vida útil. Dá pra perceber que o desgaste de um capacete não se resume apenas a questão estética dele.

Mas ainda há mais. As tiras são feitas de nylon e as peças de ajuste e fixação são de materiais plásticos muito rígidos. Eles também têm sua degradação. As alças constantemente se conectam com uma das áreas com mais transpiração: a área das orelhas. O suor, com seus sais e ácidos, é ligeiramente corrosivo com o tempo.

Mas a principal razão pela qual um capacete expira e é essencial trocá-lo periodicamente são os impactos. Ao ouvir essa palavra, você ainda pode pensar em uma queda brutal, mas não, você também deve considerar os pequenos golpes que o capacete recebe durante anos: quedas ao solo de alturas diferentes, golpes com outros acessórios, no transporte, uma pedra ou projétil ou uma queda mais ou menos importante.

Os fabricantes de capacetes deixam bem claro que o correto é substituir o acessório depois de uma queda ou impacto. E se você pensar, isso é lógico: o capacete absorveu todo o impacto de uma queda ou algo semelhante, e agora ele não é mais o mesmo. Não é estratégia para vender mais. É algo provado em estudos de laboratório.

Enfim, você não deve economizar no que talvez seja o único elemento de segurança para um ciclista, um elemento que salva milhares de vidas todos os anos. É importante dar ouvidos à ciência. É verdade que capacetes bons estão cada vez mais caros, mas isso não vale o risco.

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Atividade física reduz em 43% o risco de morte por Covid-19, diz análise científica

Pesquisadores compilaram cerca de 15 estudos sobre o tema. Veja o que é necessário para manter-se ativo

Talvez você ainda não saiba, mas existe uma importante relação entre atividade física e Covid-19. Não é novidade para ninguém que o coronavírus mudou totalmente o modo de viver do planeta. Afinal, trata-se de um vírus novo, altamente infeccioso e com capacidade para matar. Sendo assim, a doença logo se tornou um dos maiores problemas enfrentados pela humanidade.

Além disso, apesar de não viver mais os seus piores dias – muito em função da vacinação – vale destacar que a pandemia ainda não acabou. Sendo assim, encontrar maneiras de amenizar os efeitos negativos da Covid-19 segue sendo uma prioridade para a comunidade científica. E uma das formas encontradas para reduzir os impactos é, justamente, a atividade física regular.

Atividade física e Covid-19: o que os estudos mostram

Segundo uma análise científica publicada pelo British Journal of Sports Medicine, que compilou, aproximadamente, 15 estudos sobre a relação entre atividade física e Covid-19, a prática regular de exercícios tende a amenizar os efeitos da doença.

Os autores revelam que a atividade física regular é capaz de reduzir ligeiramente o risco de infecção. Mas, a principal descoberta foi que a taxa de hospitalização caiu 36%, enquanto a de morte diminuiu 43%. Ou seja, se você faz exercícios rotineiramente, suas chances de desenvolver um quadro grave de Covid-19 são, consideravelmente, menores.

O que é uma atividade regular

Os autores da pesquisa, com base nos estudos que analisaram a relação entre atividade física e Covid-19, também encontraram o quanto de exercício é necessário para manter-se saudável. Segundo eles, o recomendado é de, pelo menos, 150 minutos de atividade moderada ou 75 minutos de atividade vigorosa por semana.

Ressalvas importantes

Apesar da notícia ser ótima, os pesquisadores admitem que a análise não é um veredito definitivo. Afinal, a metodologia dos estudos selecionados varia bastante e a maioria deles foi realizada com informações fornecidas pelos próprios voluntários. Além disso, também pode existir um risco de tendência, que leve a publicar somente os estudos com conclusões sobre um suposto efeito positivo da atividade física.

Além disso, ainda não se sabe ao certo por qual motivo a atividade física regular é capaz de proteger o organismo da Covid-19. A ideia, no entanto, é que o exercício aumente a capacidade imunológica do organismo e combata fatores de risco da doença como, por exemplo, o sobrepeso e a obesidade.

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Strava lança StatMaps (um tipo de hashtag com diferentes status) para assinantes

Parece que, após “separar” a versão paga da gratuita, o Strava está lançando novos recursos para assinantes a todo momento.

Recentemente, eles implementaram o StatMaps, que diferencia a marcação do seu trajeto no mapa com tonalidades de cores diferentes para exibir onde ele foi mais intenso ou mais tranquilo.

São eles:

  • #PaceMap ou #MapaRitmo (ritmo): cores mais escuras são os ritmos mais rápidos.
  • #SpeedMap ou #MapaVelocidade (velocidade): cores mais escuras são as velocidades mais rápidas.
  • #HeartRateMap ou #MapaFrequenciaCardiaca (frequência cardíaca): cores mais escuras representam frequências cardíacas mais altas.
  • #ElevationMap ou #MapaElevação (elevação absoluta): cores mais escuras são as elevações/altitudes maiores.
  • #GradientMap ou #MapaInclinação (elevação gradiente): vermelho está subindo, verde está descendo.
  • #PowerMap ou #MapaPotencia (potência): cores mais escuras são arrancadas de maior potência.
  • #TimeMap ou #MapaTempo (tempo): as cores mais claras representam o início do treino; as mais escuras, o fim.
  • #TemperatureMap ou #MapaTemperatura (temperatura): o vermelho é mais quente.

Na prática, basta você colocar na descrição ou no título do seu treino alguma das hashtags citadas acima, que o mapa mostrará a intensidade do treino de acordo com as opções.

Exemplos:

Essas informações são úteis para todo mundo? De certa forma deveriam ser, pois quanto mais dados você tem das suas atividades, mais consegue tomar decisões sobre os seus treinos.

Embora o Strava esteja apresentando esses dados de maneira bastante amigável, sempre recomendo o acompanhamento de um profissional capacitado para entender se você está pegando muito pesado ou muito leve nos seus treinos.

Depois que você começa a levar as atividades físicas mais a sério, aprende que nem todo treino tem que ser forte e nem sempre tão leve — tem que existir um equilíbrio para garantir uma evolução gradual.

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Compressa quente e fria: veja como fazer cada uma!

Todo mundo, em algum momento da vida, já usou uma compressa de gelo para aliviar uma pancada ou uma lesão. Esse método é muito utilizado, principalmente por atletas. Você já deve ter visto nos filmes aquelas banheiras de gelo que os jogadores ficam depois de uma partida muito intensa.

Bolsa de água quente ou gelo? Veja as diferenças no tratamento de lesões
Fonte: Google imagens

As compressas quentes ou frias ajudam aliviar lesões, estiramentos ou entorses. No entanto, é muito importante utilizar esses artifícios de modo correto, para evitar erros que possam prejudicar ainda mais o machucado.

Pensando nisso, criamos este artigo ensinando como fazer compressa quente e fria. Além disso, vamos apresentar quais são as principais lesões musculares e dar dicas de como evitá-las. Acompanhe!

  1. Como usar as compressas quente ou frias?
  2. Quais são as lesões musculares mais comuns?
  3. Quando recorrer ao atendimento médico?

Como usar as compressas quente ou frias?

Mesmo seguindo todos os cuidados, às vezes na correria ou no estresse do dia a dia acabamos sofrendo alguma pancada ou lesão. Nesses casos, um modo prático de tratar o machucado é utilizando compressas quentes ou frias. Porém, é preciso estar atento a qual delas deve ser aplicada em cada situação. A seguir explicaremos isso. Acompanhe!

Compressa fria

De acordo com o Dr. Francisco Collet, médico assistente da Divisão de Emergências Cirúrgicas Geral e do Trauma do Hospital das Clínicas de São Paulo, ao blog do Drauzio Varella, a compressa fria deve ser aplicada após quedas, pancadas ou lesões nas articulações. O ideal é que esse método seja utilizado nas primeiras 48 horas após o ocorrido.

Normalmente, quando ocorre um trauma desse tipo alguns vasos podem se romper, formando hematomas ou linfas — formação de edemas que causam inchaço. Assim, quando esses vasos entram em contato com a temperatura fria da compressa, sofrem espasmos e diminuem o fluxo do sanguíneo, evitando que o local sofra acúmulo de líquido.

Compressa quente

Já as compressas quentes são recomendadas para situações infecciosas, como quando há inflamação com formação de pus, por exemplo, furúnculos e terçol. Em geral, esse método deve ser utilizado para amenizar edemas e hematomas que se formaram após a lesão não tratada em 48 horas.

A água quente age de maneira diferente da fria. Ela dilata os vasos, permitindo o aumento do fluxo sanguíneo na região afetada. Segundo a fisioterapeuta Vivian Modolo, da Universidade Federal de São Paulo, esse efeito retarda o processo inflamatório, uma vez que a grande quantidade de sangue nos vasos recolhe e purifica os líquidos vazados e acumulados no músculo.

Outra função da compressa quente é que ela proporciona relaxamento muscular. Por isso é ideal para tratar torcicolos, dores crônicas nas articulações, contraturas nas costas, e também para aliviar cólicas abdominais, provocadas pela tensão pré-menstrual (TPM).

Como fazer compressa quente

Normalmente, as compressas quentes são produzidas na forma de bolsas térmicas preenchidas com gel e podem ser encontradas em farmácias.

Porém, existem também opções caseiras para fazer uma compressa quente. Uma delas é feita utilizando um tecido, que pode ser uma fronha de travesseiro, e grãos secos.

Para isso, coloque aproximadamente um quilo de grãos (arroz ou feijão) dentro do tecido, que deve ficar devidamente amarrado. Depois, é preciso aquecer no microondas por volta de 4 minutos.

Cuidado no uso de compressas quentes ou frias

Apesar de ambas proporcionarem alívio, é essencial tomar cuidado com a sua aplicação. Tanto compressas quentes como frias podem ferir peles sensíveis. Além disso, dependendo da temperatura e do tempo de uso, podem provocar queimaduras.

De acordo com o Dr. Collet, o ideal é deixar a compressa sobre região lesionada por no máximo 15 minutos. Outra dica do médico é enrolar um pano para amenizar a temperatura e assim evitar queimaduras, seja na compressa quente ou fria.

Quais são as lesões musculares mais comuns?

Praticar exercícios físicos é essencial para manter uma vida saudável e prevenir várias doenças. No entanto, às vezes por falta de informação ou por exagero, muitos atletas amadores sofrem algum tipo de lesão muscular. Ela pode ser desde uma dorzinha até mesmo a perda do movimento temporariamente.

Nas academias, as lesões mais comuns são as chamadas lesões de grau I. São aqueles pequenos estiramentos musculares em áreas específicas do corpo. A boa notícia é que elas têm tratamento — como as compressas que vamos explicar a seguir — e recuperação rápidos.

Algumas das lesões mais comuns são:

  • cãibras: é uma contração involuntária e dolorosa de algum músculo;
  • lombalgia: é a dor na região lombar;
  • luxação: deslocamento de um osso da articulação;
  • tendinite: inflamação de um ou mais tendões;
  • contusão muscular: lesão aguda sem corte;
  • distensão muscular: rompimento de fibras musculares devido à grande esforço;
  • fratura por estresse e movimentos repetitivos.

Para evitar esse tipo de desconforto é muito importante seguir as orientações de um profissional de educação física. Caso você não tenha condições de contratar um personal trainer, peça ajuda aos professores da academia, evite começar a se exercitar sozinho, sem um suporte de um especialista.

Um ponto muito importante é respeitar o limite do seu corpo, é comum nas academias o pensamento de superar os nossos limites. Porém, é preciso ter cuidado para não exagerar, observe como o seu corpo responde a cada movimento. Não se esqueça também de se alongar antes e depois do treino.

Por fim, hidrate-se. O consumo de água durante e após cada série de exercícios é essencial para repor líquidos e sais minerais. Além disso, essa prática ajuda você a ter um bom desempenho, mantém o corpo saudável e evita lesões.

Quando recorrer ao atendimento médico?

Se mesmo com as compressas os sintomas de uma lesão não sumirem em no máximo sete dias, é preciso consultar um médico para analisar o grau do trauma. Se a dor estiver persistente, não se automedique ou insista em continuar a atividade física, procure um médico e cuide primeiro da lesão.

Em casos mais graves como quando há ruptura de ligamentos ou quebra de ossos, também é necessário ir a um especialista. Nesses casos, podem ser necessários desde cirurgias, imobilização da parte do corpo machucada, fisioterapia ou até mesmo um período de afastamento.

Ainda que o tratamento não cirúrgico ofereça bons resultados na maioria dos atletas, postergar um acompanhamento médico, pode causar um problema muito maior. O conhecimento de um profissional sobre regeneração do músculo e outros cuidados, ajudam a acelerar o retorno ao esporte.

As lesões musculares são muito comuns em atletas profissionais e amadores, mas, sem o correto tratamento, elas são a principal causa de incapacidade física. Por isso, é essencial utilizar métodos de alívio do trauma, como compressas quentes ou frias e procurar um médico em situações mais graves. Não insista em continuar o exercício, respeite o limite do seu corpo e se cuide.

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Dores ao pedalar: veja as mais comuns e como você pode se prevenir

É muito importante se atentar ao fazer um exercício físico para não sentir dor ou se lesionar

Lesões do ciclismo – Veja quais são e como se prevenir!

Pedalar traz sensação de liberdade, além dos inúmeros benefícios: fortalece a massa muscular, regula a pressão arterial e o colesterol, auxilia da perca de peso, traz sensação de bem-estar, entre outros. Mas qualquer exercício feito de forma incorreta pode trazer prejuízos para a saúde e qualidade de vida.

Muita gente acha que andar de bicicleta é somente montar e sair por aí, mas o mal posicionamento em cima da bike pode causar dores e até lesões. A prática exige um bom preparo não só para as pernas, mas também dos músculos que sustentam o tronco. E as regiões mais comuns a sentir dor são: o pescoço, ombros, região lombar, períneo, joelho, além da dormência de mãos e pés.

Atenção as dores

Dor no joelho? Saiba como evitar. - Gira Junto - Bikes, Mountain Bike,  Ciclismo, Ciclismo de estrada, Triathlon, Notícias sobre Bicicletas,  Eventos de Bike, Calendário de Provas

A fisioterapeuta Elis Marina Nascimento* explica que dores no pescoço e ombros pode estar relacionada pela posição do guidão, se estiver muito baixo ou próximo ao corpo. Outra parte do corpo que sofre bastante com o exercício são os joelhos. O motivo pode ser o posicionamento, como a ponta dos pés voltada para dentro ou banco baixo, fazendo com que o joelho fique muito “aberto”.

DICA: As bicicletas elétricas possuem a tecnologia do pedal assistido e assim a sobrecarga nas articulações é menor do que nas bikes convencionais. Para as pessoas que já tem algum tipo de lesão e não podem fazer exercícios de grande impacto as e-bike podem ser uma boa alternativa.

Ajustes na bike

Ajustes básicos do selim

A altura, tamanho e posição do selim também influenciam e o ajuste dele é um dos mais importantes, pois pode causar dores em diversas partes do corpo. Se estiver muito para frente, irá sentir dores no pescoço e ombros, já que essa posição acarreta numa descarga de peso nessas regiões e nos braços. Se o selim for muito largo pode estrangular os vasos sanguíneos das pernas, causando um desconforto. Se ele estiver muito baixo pode aparecer dor na região lombar, já se estiver muito alto afeta a região do períneo, comenta Nascimento: “durante o ato de pedalar o ciclista estará o tempo todo alternando o apoio em cada lado do bumbum, gerando uma maior compressão nessa região, podendo ser sentida na região de virilha, bumbum e região posterior da coxa.”

Por passar muito tempo com as mãos na mesma posição no guidão, pode ocorrer delas ficarem dormente, por causa da compressão nos nervos.  Os pés também podem ficar adormecidos durante o exercício e a causa está relacionada ao uso de sapatilhas ou calçados inadequados, os tacos da sapatilha desajustados ou altura incorreta do selim.

Revejam algumas de nossas dicas nos links abaixo:

Dores ao Pedalar: dicas para evitá-las.

Até onde a dor na bunda é normal e como diminuí-la.

Como prevenir

Para precaver esses incômodos, a fisioterapeuta aponta que o ciclista deve estar atento as posições da sua bike e a forma que se posiciona em cima da bicicleta. Outra possibilidade é, se possível, fazer um bike fit, onde o profissional avalia as distâncias e regula a sua bicicleta na posição correta de acordo com as medidas do ciclista. Fique atento na hora de escolher a sua bike, pois o tamanho do quadro deve ser compatível com a altura do ciclista.

Se você já está com dores, Nascimento explica que é necessário o equilíbrio dos músculos exigidos durante a atividade, aliado a outros métodos como pilates, funcional e alongamentos: “em casos de dores agudas, pode-se aplicar técnicas de terapia manual, onde temos um bom resultado”. Para aliviar a dormência nas mãos a dica é alternar a posição sobre o guidão.

* Elis Marina Nascimento é Fisioterapeuta formada pela CEUNSP e certificada em treinamento funcional aplicado ao tratamento da coluna vertebral – Crefito 3/153726-F.

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Lanterna para bicicleta

Lanterna Farol Luz Led Para Bicicleta Pisca Dianteira e Traseira

Sair para uma pedalada faz bem para o corpo e para a mente. Para ficar ainda mais agradável e tranquila, seja em pequenas voltas pela cidade, aventuras na natureza ou em trajetos na estrada, os itens de segurança são indispensáveis. A lanterna para bicicleta é um dos elementos dos quais não se pode abrir mão.

Com ela, sua bike fica visível a outros ciclistas, pedestres e motoristas. Além disso, você não tem nenhuma surpresa ruim depois do pôr-do-sol, pois o caminho continuará iluminado. Quer saber mais sobre a lanterna de bicicleta e como escolher o melhor modelo para sua “magrela”? Então, siga com a gente nessa leitura!

O mais importante

  • No período noturno, é obrigatório circular com a lanterna da sua bicicleta acesa. Mas atualmente é muito comum que os ciclistas a mantenham ligada até mesmo durante o dia.
  • A lanterna para bicicleta é um item de segurança indispensável tanto nos deslocamentos pela cidade como nas rotas em estrada ou em trilhas.
  • Os principais critérios a se observar na hora da compra de uma lanterna para bicicleta são o uso que você vai fazer dela, a intensidade luminosa, o sistema de instalação e a autonomia da bateria. Vamos conversar sobre cada um deles logo mais!

Guia de compras: O que você precisa saber sobre a lanterna para bicicleta

Se você está precisando de uma lanterna para a sua bicicleta, talvez possa estar em dúvidas sobre como ela funciona, qual o momento certo de usá-la e quais são as reais vantagens deste item para a sua segurança.

Quais as vantagens de uma lanterna para bicicleta?

Algumas coisas na vida, mesmo quando não obrigatórias, são muito convenientes. É o caso da lanterna para bicicleta. Seu uso traz uma série de vantagens para o ciclista, que pode pedalar mais tranquilo. Os principais benefícios deste item são:

  • É uma forma muito simples e eficiente de melhorar a segurança durante a pedalada;
  • Costuma ser muito acessível;
  • É leve e compacta. Por isso, pode ser levada a qualquer lugar;
  • Pode ser utilizada em diversos modelos de bicicleta;
  • É muito fácil de instalar, montar e desmontar.

A lanterna para bicicleta é mesmo obrigatória?

Sim, as luzes de sinalização são obrigatórias para todos os veículos, inclusive as bicicletas, especialmente no período entre o por e o nascer do sol. Essa obrigatoriedade está determinada no artigo 105 do Código de Trânsito Brasileiro (1).

De acordo com a legislação em vigor, o uso da lanterna para bicicleta é obrigatório como medida de sinalização tanto da dianteira quanto na traseira. Além disso, é preciso dispor refletores nos pedais e na lateral (geralmente, ele é colocado nas rodas).

Apesar de não ser específico sobre a penalidade prevista, o Código inclui o descumprimento da legislação — por ciclistas — como penalidade leve, e prevê multa de 50% do valor vigente para esse nível de infração, além do recolhimento da bicicleta.

É necessário manter a lanterna acesa durante o dia?

Embora não seja obrigatório, é aconselhável usar a lanterna como forma de sinalização também durante o dia. Se você costuma pedalar na estrada, o uso deve ser constante e, na medida do possível, deve usar uma luz de alta visibilidade.

É sempre bom lembrar que, na estrada, podem ocorrem diversas situações distintas em um curto período (luz solar intensa, sombra de árvores, curvas fechadas). Por este motivo, é conveniente manter-se sempre o mais precavido possível.

Quais os tipos de lanternas para bicicleta?

Basicamente, a lanterna para bicicleta pode ser dividida em dois tipos principais. Eles são definidos de acordo com o horário do dia para o qual são mais indicados. Assim, podemos diferenciar estes itens como lanternas para o dia e para a noite.

Para ilustrar, descrevemos a seguir as principais características de cada um desses dois tipos de lanterna para bicicleta:

  • Lanterna diurna: tem como objetivo principal manter a visibilidade e não tanto iluminar o caminho. Desta forma, é importante que ela tenha diferentes padrões de iluminação ou tremulação, para situações de emergência. Além disso, esse tipo de lanterna para bicicleta é geralmente mais potente. Algumas também têm modo noturno;
  • Lanterna noturna: sua função é tornar a bicicleta visível para veículos e pedestres, além de iluminar o trajeto. Normalmente, ela não tem tanta potência luminosa quanto as lanterna diurnas.

Existem outros itens que ajudam na sinalização do ciclista?

Você não precisa se vestir totalmente com cores fluorescentes para ficar mais visível enquanto pedala. No entanto, é importante garantir a visibilidade. Assim, complementar o uso da lanterna para bicicleta com acessórios refletores pode ser uma ideia.

No mercado, existem roupas, tênis, capacetes e até mochilas com detalhes em pintura refletiva. Eles podem ser muito úteis, especialmente se você costuma sair de bicicleta durante a noite.

Critérios de compra

Chegamos ao ponto crucial da busca pela melhor lanterna de bicicleta: a hora de escolher o modelo ideal. Para não se frustrar com a compra, recomendamos ter atenção especial a alguns critérios que ajudam a avaliar desde a qualidade até a melhor forma de uso deste item. Vamos a eles?

Uso da bicicleta

Antes de comprar sua lanterna, cabe uma reflexão: como você vai usar a bicicleta? Se for sair para uma pedalada apenas eventualmente, em ambiente urbano, você não precisa de luzes potentes como aquelas necessárias para estradas ou montanha.

Luzes Diurnas de Bicicleta: obtenha mais segurança no pedal –
DICA: Escolha uma lanterna traseira com boa iluminosidade

Para uso esporádico, um conjunto de luzes acessível, versátil e de baixa potência pode ser mais do que suficiente. Já para percursos longos, a lanterna para bicicleta precisa ter luzes mais potentes, maior autonomia de bateria e contar com modos alternativos de sinalização.

Vai sair de bicicleta para uma aventura na natureza? Então, pode ser conveniente usar uma lanterna de alta resistência, com luzes de suporte e proteção contra água e terra.

Intensidade luminosa

A intensidade da luz é medida em lúmens. De modo geral, uma lanterna noturna tem luzes com valores entre 300 e 400 lúmens, para a sinalização dianteira. Para a lanterna traseira, a potência costuma ser menor, normalmente entre 50 e 100 lúmens.

No entanto, a escolha da potência luminosa ideal vai depender das condições em que você vai utilizar sua bicicleta, como mostramos na sequência:

Além da potência luminosa, é importante observar a qualidade do foco de luz. Neste sentido, dê preferência à lanterna com facho de luz uniforme e o mais amplo possível.

Montagem

Quanto mais fácil for a montagem da sua lanterna para bicicleta, melhor! Ela deve ser prática tanto para instalar quanto para remover, principalmente se você frequentar lugares públicos durante o trajeto.

Parece uma bobagem, mas pense bem: se for trabalhoso, você vai evitar tirar e colocar a lanterna cada vez que parar a bicicleta. Assim, naquela simples parada para comprar água, pode ser que alguém aproveite o “descuido” para levar sua lanterna embora.

Além disso, pode ser interessante contar com um sistema de montagem que se adapte facilmente a diferentes tipos de bicicleta. Desta forma, ela vai se encaixar perfeitamente quando você trocar a bike ou precisar colocar a lanterna em outros pontos, como  quadro ou o guidão, para fixar a luz em outra direção.

Bateria

Existem lanternas para bicicleta que possuem baterias recarregáveis. Neste caso, o mais comum é que a recarga seja feira por meio de uma porta USB, mas também há modelos que podem ser carregados diretamente na tomada, o que permite um processo mais rápido.

Além disso, muitas lanternas são alimentadas a pilha. No entanto, a principal desvantagem deste sistema é que você terá que substitui-las com certa frequência, sobretudo se a luz for muito potente. Neste caso, é importante que você sempre tenha algumas pilhas à mão, para não ficar sem luz durante o trajeto.

Modos de funcionamento

Na hora de comprar uma lanterna para bicicleta, é preciso levar em consideração quantas e quais são as funções que ela proporciona durante o uso. Alguns modelos vêm com até oito funções diferentes e permitem desde a escolha da cor até o modo de emissão da luz.

Sobre este aspecto, é importante que você verifique em até quantos níveis o modelo permite variar a intensidade da luz, especialmente nos modos de sinalização de emergência.

Além disso, algumas lanternas podem ser usadas ​​como carregadores externos para dispositivos móveis, como o seu smartphone. Os modelos mais modernos contam com funções inteligentes e se adaptam às variações de direção, velocidade e luz ambiente.

Resumo

Não importa de você é ciclista de fim de semana, se usa a bicicleta para se locomover pela cidade ou é adepto às aventuras na natureza e estradas. A verdade é que uma boa lanterna para bicicleta é indispensável para qualquer uma dessas situações. Juntamente com o capacete, ela é essencial para a sua segurança. E é sempre bom lembrar que trata-se de um item obrigatório. Ou seja, se não usar, você ainda corre o risco de ser multado.

Por esta razão, preparamos este artigo com orientações sobre os principais tipos de lanterna para bicicleta, as vantagens deste tipos de item, com esclarecimentos sobre a regulamentação de uso. Destacamos os pontos de observação na hora da compra, como o procedimento de montagem e instalação, que deve ser o mais simples possível. Agora, como todas essas informações e dicas, estamos certos de que você está pronto para escolher a melhor lanterna para as suas atividades com a “magrela”.

Finalizamos por aqui, esperando que este guia tenha sido útil para a sua decisão de compra. Fique à vontade para nos escrever um comentário e, se possível, aproveite para compartilhar este material com seus amigos de pedal. Muito obrigado!

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Ferramentas para bike que são essenciais para levar na pedalada

Ter na mão algumas ferramentas para bike é essencial na hora de fazer um reparo no meio do pedal. Além dos clássicos pneus furados, ajustes nos câmbios e freios elas são necessárias para garantir pedaladas seguras. Então confira agora quais são os equipamentos básicos você deve levar toda vez que for pedalar.

Não importa se a sua bike tem peças simples ou tops de linha, tanto antes de sair para o pedal quanto durante, é preciso fazer ajustes com frequência. E um kit essencial que vai garantir tranquilidade a você. Se algum problema aparecer você terá como reparar ‘peças-chave’ da bicicleta.

Pneus, rodas, câmbios, e freios, são peças que sofrem com o uso, e frequentemente dão dor de cabeça se ficarem sem manutenção. Por isso você deve ter um kit de ferramentas básico que resolva os problemas principalmente destas peças.

FERRAMENTAS PARA BIKE PARA LEVAR EM QUALQUER PEDAL

KIT MULTIFERRAMENTAS

Kit Ferramentas Canivete Topeak Mini 18+ 20 Função Bicicleta ...
KIT FERRAMENTAS CANIVETE TOPEAK MINI
Imagem: Google

É uma espécie de canivete suíço com múltiplas chaves, e para a bike, este kit deve ter algumas ferramentas específicas. São elas: chaves Allen de diversas medidas, Philips, fenda, e a torx — parecida com a Allen, mas com formato de estrela na ponta.

Com este kit, freios e câmbios podem ser regulados e desinstalados numa boa. Além disso, o uso de parafusos Allen é padrão nas bikes hoje, e ajustes no selim, mesa, guidão, e outras peças podem ser feitos com este kit também!

ESPÁTULAS

ESPATULA PARK TOOL TL-4.2 PARA TIRAR PNEU SPEED MTB TT - ISP ...
Fonte: Google Imagens

As espátulas são ótimas aliadas na hora de reparar pneus e câmaras furadas. Retirar um pneu de uma roda não é uma tarefa simples em alguns modelos de pneus e aros. A espátula resolve isso.

Há modelos de aço, mais pesados, e também de nylon, muito rígidos e leves. Tanto um como o outro podem ser utilizados, e cabe a você a escolha do que é melhor pra sua bike. Não se esqueça de que as espátulas devem ser usadas sempre em par (ou em trio!), porque com uma só, o serviço vai ser complicado!

BOMBA DE AR

Zoação, hein? hahaha…

A bomba de ar é um dos itens mais preciosos num kit de ferramentas para bike, porque sem ela, seus pneus vão ficar vazios, e seu passeio furado!

Estamos falando de um kit de ferramentas para bike para levar aos pedais, então você deve buscar uma bomba de ar compacta. Portanto ela deve ter suporte para quadro, caber em sua mochila, camisa, ou alforjes.

No mercado há diversos modelos, então busque uma que inspire confiança e não seja feita de um material que pareça frágil!

Outra opção mais “cara” ($$$) e rápida, são os cilindros de CO2. No mercado estão disponibilizados com diversos tamanhos e bicos aplicadores.

KIT REMENDO

As clássicas estrelinhas da Vipal…

Dentro das ferramentas para bike, o kit remendo não pode faltar. Os remendos funcionam para tampar pequenos furos — que sempre acontecem — na câmara. O kit ideal possui remendo, cola, e lixa, já que é necessário lixar o local do furo antes de remendá-lo. Você pode optar entre dois tipos de kit remendo: com cola ou a seco.

O remendo com cola acompanha uma cola, que pode vir no kit ou não, para passar no local do furo antes de remendá-lo. É eficiente e garante o serviço há décadas!

Já o remendo a seco leva a vantagem de tampar o furo sem o uso de cola, porque já vem com uma cola adesiva nele. Este segundo modelo protege você do imprevisto de o tubo de cola estourar! Um modelo que sempre o tenho e recomendo é o da Topeak. (Vejam esse teste feito pelo pessoal do PraQuemPedala e também do pessoal do Pedaleria)

CÂMARA DE AR

Se o furo na câmara for tão grande a ponto de o remendo não cobrir, o jeito é trocá-la mesmo! Esse item deve ser da mesma medida da câmara que você já usa, afinal, os seus pneus continuarão os mesmos depois da troca.

Busque marcas confiáveis e que você sinta a resistência do material na mão, além de ter uma válvula de boa qualidade. E sempre leve no mínimo uma em seus passeios, e para se garantir em pedais longos, duas!

Para levar o seu kit de ferramentas para bike, tenha também uma bolsa, que pode ser de selim, ou de quadro. Além de levar a garantia de um pedal tranquilo dentro delas, você pode guardar seus documentos, celular e o salvador de perrengues, dinheiro!

Na hora de montar o seu kit de ferramentas para bike, pesquise todos estes itens e veja quais são os benefícios que cada marca oferece.

Que tal começar a fazer o seu kit pela bomba de ar? Leia nosso artigo especial sobre este item e escolha a melhor para seus pedais!

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5 DICAS PARA SUA SEGURANÇA AO PEDALAR EM GRUPO

Cada vez mais as pessoas têm procurado incluir as pedaladas na rotina, seja fazendo o exercício antes ou depois do trabalho. Essa prática tem crescido e é bastante comum ver grupos gradativamente maiores de ciclistas pelas ciclofaixas, avenidas e rodovias de diversas cidades do Brasil.

Arquivo pessoal

A segurança, contudo, é um dos principais fatores para pedalar em grupo, tanto para auxiliar em casos de acidentes quanto para diminuir as chances de situações de risco para os adeptos.

Se você pensa em se juntar a amigos para pedalar, é bom estar por dentro de algumas regras básicas para o bom desenvolvimento da atividade. Pensando nisso, neste post, selecionamos 5 dicas para que todos se saiam bem, veja:

1. SIGA O LÍDER

É importante o grupo de ciclistas elegerem um líder para ajudar nas coordenadas. Suas principais funções são ditar o ritmo, averiguar o caminho e momentos de parar ou seguir em frente quando houver muito trânsito.

Instruções na hora de atravessar ruas ou algumas sinalizações de parada e semáforos também são importantes. A melhor pessoa para ficar com essa tarefa é o ciclista mais experiente, que se sinta à vontade para guiar o restante dos praticantes.

2. ATENTE-SE AO RITMO DOS PARCEIROS

A maior diferença entre pedalar sozinho e em grupo é o ritmo. Isso porque, quando o ciclista não está acompanhado, ele pode andar muito rápido ou devagar demais sem problema nenhum. Mas em grupo as coisas mudam.

A começar que não é recomendado deixar ninguém para trás, portanto, sinta qual é a velocidade padrão do grupo e atente-se em mantê-la. Caso seu ritmo seja totalmente diferente, nada impede de conhecer outros grupos de ciclistas.

3. CONVERSE E SINALIZE SEMPRE

Além dos alertas que o líder passará para todos do grupo, as simples sinalizações devem ser feitas sempre. Essa regra inclui avisar que um carro está se aproximando, advertir sobre buracos e até fazer perguntas para saber como estão os ciclistas próximos.

As orientações devem ser passadas uma por uma até que todos estejam informados, pois é quase impossível quem estiver na frente ser ouvido pelo último da fila.

4. TRACE A ROTA E COMBINE PARADAS PARA DESCANSAR

“Não sô… é pra lá, ó!”
Fonte: Pinterest

Antes do ponto de partida, reúna-se com seus parceiros para traçar o melhor caminho, pensando na segurança de todos. Deve-se levar em conta o trânsito local, evitar trechos esburacados e considerar a distância do percurso, que precisa ser adequada aos envolvidos.

Os pontos de paradas devem ser combinados e, assim, o grupo pode descansar, alimentar-se e se hidratar. Se for um dia muito quente, adicione mais paradas para o bem-estar de todos.

5. TOME ATITUDES SEGURAS

Ao andar de bike, é preciso usar os equipamentos de segurança para seu próprio bem e nunca abrir mão deles. Além disso, quando estiver pedalando em grupo, fique sempre atento à distância de quem está a sua frente para não haver contatos entre os pneus.

Andar em filas duplas é a melhor opção. Entretanto, a atenção é dobrada para qualquer tipo de movimento que fuja do padrão, como desviar de buracos e outros imprevistos. Sendo assim, fique atento a avisos e sinalize as manobras que fará.

A maior vantagem de estar em grupo é contar com ajuda e solidariedade de todos para qualquer surpresa, desde problemas que possam vir da bicicleta ou mesmo o desgaste físico. 

Pedalar em grupo pode render grandes histórias e experiências, como conhecer novos lugares, viver momentos inesquecíveis e fazer amigos. Por isso, aposte nessa modalidade e aproveite para superar seus limites ao lado de parceiros!

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Boas pedaladas a todos…

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O que é melhor? Pedalar em pé ou sentado?

Nas subidas é normal ter esta dúvida: Devemos nos manter sentados e procurar a cadência ideal ou apertar um pouco o ritmo e pedalar de pé?

É uma boa pergunta. E a resposta é que, em regra, é preferível pedalar sentado. Simplesmente porque é mais económico em termos de gasto de energia. Gastamos menos e a força é inferior àquela que teríamos se pedalássemos de pé.

“Força!!!”

No entanto, pedalar de pé tem algumas vantagens: produzimos mais watts que nos permite descansar um pouco o corpo ao mudarmos de posição. Ao colocarmos em pé, contamos com uma força extra para pedalar com mais potência, ou seja, com o nosso peso corporal, que se une à força que podemos fazer com os músculos extensores desta zona (glúteos e isquiotibiais), dos quadríceps e das panturrilhas (famosa “batata da perna”). Além disso, balancear a bicicleta ajuda a aplicar as forças mais verticais e ainda fazemos força extra com os braços e tronco. Por isso sprintamos de pé, porque somos capazes de fazer mais força.

Modo correto de pedalar em pé…

Por este motivo, pedalar de pé é muito útil para superar subidas curtas. Outro aspeto positivo de pedalar de pé é que serve para modificar ligeiramente a ação muscular, e, portanto, pode implicar um pequeno descanso se já levarmos muito tempo sentados, já que entram em funcionamento outras fibras musculares. Também a zona perineal é capaz de ficar algo adormecida se passarmos muito tempo estáticos em cima do selim, pelo que pedalarmos de pé significa sempre um alívio, fazendo com que o sangue volte a circular bem nesta zona.

Por estas razões, em subidas longas, um boa recomendação é que a cada 5 a 7 minutos, pedale sentado e pedale em pé durante 30 segundos ou um minuto. O inconveniente de pedalar de pé muito tempo é que o gasto energético é maior e ao longo do tempo fará com que nos fatiguemos mais depressa. Em contra partida, deve-se ter em conta que ao pedalar de pé perde-se muita tração ao retirar o peso da roda traseira e haverá muitos momentos/trajetos onde pode ser impossível pedalar de pé. 

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