A GENTE SABE…NEM SEMPRE É FÁCIL VENCER ESSA TAL DE PREGUIÇA.
Ela pode ser forte e insistente. Principalmente agora, com esse friozinho (ou friozão, em alguns lugares).
Seja como for, pode ser difícil, mas não é impossível. E você sabe o gosto que tem a conquista de dizer não pra indisposição, sair da cama, se arrumar e sair para se exercitar. É uma sensação única.
Separamos dicas muito boas que vão te ajudar a dar na cara da preguicite. Confere aí:
1. Metas, você precisa delas: treinar sem objetivo é como querer alcançar o vento. Vai cansar e vai frustrar. E se você não tem nenhuma meta traçada, qualquer coisinha será motivo para desistir: “hoje eu não vou pedalar, está muito frio”, hoje o sol está muito forte, acho melhor não ir”, “está chovendo, vou continuar dormindo”, “está seco demais, é muita poeira, melhor ir outra dia”. Notou? Uma desculpa leva a outra, e aí os planos desandam de vez.
2. Estabeleça objetivos: distâncias a serem vencidas, lugares a serem desbravados, quilos a serem perdidos. Isso vai deixar tudo mais interessante. Coloque por escrito, rabisque no seu calendário. O ponto é: sempre saiba por que você está saindo para pedalar.
3. Estabeleça um horário: você precisa ser bem específico. Marque uma hora para sair de casa e seja pontual com você mesmo.
4. Comece de leve: não pegue pesado, é sério! Se você tem problemas com a preguiça, tentar começar com tudo pode ser pior. É melhor ser realista. Vá devagar, com treinos curtinhos, para ir se acostumando. Vá aumentando a distância e o tempo com o passar dos dias. Quando perceber, terá gostado! Aí você pode pegar pesado, sem problemas.
5. Escolha um horário ideal: olhe sua rotina e tente encaixar o exercício no melhor momento. Odeia, mas odeia acordar cedo? Então não marque de sair as 6 horas da manhã. Talvez você pense que deve começar assim, mas isso pode ter um efeito contrário. Tente um outro horário, onde você já está mais desperto e disposto. Que tal iniciar nas tardinhas? Depois que você se acostumar com exercício, aí vai ficar mais fácil mudar os horários também.
6. Não precisa ser chato: torne a atividade mais legal ouvindo suas músicas preferidas, comprando uma roupa de ciclismo legal, usando meias divertidas. A atividade física precisa ser uma parte feliz do seu dia; afinal de contas, ela é extremamente benéfica. Então, faça o que quiser para torná-la divertida e leve.
7. Chame alguém: fala sério, acordar cedo e sair sozinho? Se você odeia essa ideia, chame alguém. Se a preguiça é grave, pode ser preciso marcar o pedal com alguém. Vai ficar feio pra você dar pra trás e deixar seu colega na mão. De início, pode ser necessário ‘forçar’ um pouquinho, mas é para o seu próprio bem.
8. Divulgue nas redes sociais: conte por lá o que você vai fazer. Há um grande risco de pessoas perguntarem sobre isso depois, e você terá que estar preparado para contar como foi o pedal.
9. Bons pedais do passado: puxe na memória aquele dia que você levantou cedo, saiu para pedalar e voltou feliz da vida. Motive-se com experiências que já teve. É sempre bom focar nos benefícios de um sacrifício, e não no que você perde com ele. Ter disposição e ser ativo traz coisas incríveis para a sua saúde física, emocional e mental.
10. É um investimento: pense dessa forma! Pedalar não é só sair para dar uma volta e sentir vento no rosto. É prevenir doenças, melhorar o peso, a agilidade mental, a autoestima…
11. Registre: é muito motivador anotar o que você já conseguiu alcançar. Tenha um diário para registrar a sua evolução, e compartilhe isso com alguém, se você quiser. É uma ótima maneira de não desistir dos exercícios.
12. Não se concentre nas desistências: elas vão acontecer de vez em quando. Mas não fique pensando nas recaídas. Identifique o que fez você ficar em casa, tente mudar, concentre-se no próximo dia e siga em frente.
Gostou das dicas?
Vencer a preguiça pode realmente ser um enorme desafio. Mas só à primeira vista. Com organização e foco, você consegue!
E LEMBRE-SE: SE ESTÁ MUITO DIFÍCIL, CONCENTRE-SE EM TUDO O QUE VOCÊ VAI GANHAR DE BOM SAINDO PARA PEDALAR.
Pesquisadores compilaram cerca de 15 estudos sobre o tema. Veja o que é necessário para manter-se ativo
Talvez você ainda não saiba, mas existe uma importante relação entre atividade física e Covid-19. Não é novidade para ninguém que o coronavírus mudou totalmente o modo de viver do planeta. Afinal, trata-se de um vírus novo, altamente infeccioso e com capacidade para matar. Sendo assim, a doença logo se tornou um dos maiores problemas enfrentados pela humanidade.
Além disso, apesar de não viver mais os seus piores dias – muito em função da vacinação – vale destacar que a pandemia ainda não acabou. Sendo assim, encontrar maneiras de amenizar os efeitos negativos da Covid-19 segue sendo uma prioridade para a comunidade científica. E uma das formas encontradas para reduzir os impactos é, justamente, a atividade física regular.
Atividade física e Covid-19: o que os estudos mostram
Segundo uma análise científica publicada pelo British Journal of Sports Medicine, que compilou, aproximadamente, 15 estudos sobre a relação entre atividade física e Covid-19, a prática regular de exercícios tende a amenizar os efeitos da doença.
Os autores revelam que a atividade física regular é capaz de reduzir ligeiramente o risco de infecção. Mas, a principal descoberta foi que a taxa de hospitalização caiu 36%, enquanto a de morte diminuiu 43%. Ou seja, se você faz exercícios rotineiramente, suas chances de desenvolver um quadro grave de Covid-19 são, consideravelmente, menores.
O que é uma atividade regular
Os autores da pesquisa, com base nos estudos que analisaram a relação entre atividade física e Covid-19, também encontraram o quanto de exercício é necessário para manter-se saudável. Segundo eles, o recomendado é de, pelo menos, 150 minutos de atividade moderada ou 75 minutos de atividade vigorosa por semana.
Ressalvas importantes
Apesar da notícia ser ótima, os pesquisadores admitem que a análise não é um veredito definitivo. Afinal, a metodologia dos estudos selecionados varia bastante e a maioria deles foi realizada com informações fornecidas pelos próprios voluntários. Além disso, também pode existir um risco de tendência, que leve a publicar somente os estudos com conclusões sobre um suposto efeito positivo da atividade física.
Além disso, ainda não se sabe ao certo por qual motivo a atividade física regular é capaz de proteger o organismo da Covid-19. A ideia, no entanto, é que o exercício aumente a capacidade imunológica do organismo e combata fatores de risco da doença como, por exemplo, o sobrepeso e a obesidade.
Todo mundo, em algum momento da vida, já usou uma compressa de gelo para aliviar uma pancada ou uma lesão. Esse método é muito utilizado, principalmente por atletas. Você já deve ter visto nos filmes aquelas banheiras de gelo que os jogadores ficam depois de uma partida muito intensa.
Fonte: Google imagens
As compressas quentes ou frias ajudam aliviar lesões, estiramentos ou entorses. No entanto, é muito importante utilizar esses artifícios de modo correto, para evitar erros que possam prejudicar ainda mais o machucado.
Pensando nisso, criamos este artigo ensinando como fazer compressa quente e fria. Além disso, vamos apresentar quais são as principais lesões musculares e dar dicas de como evitá-las. Acompanhe!
Como usar as compressas quente ou frias?
Quais são as lesões musculares mais comuns?
Quando recorrer ao atendimento médico?
Como usar as compressas quente ou frias?
Mesmo seguindo todos os cuidados, às vezes na correria ou no estresse do dia a dia acabamos sofrendo alguma pancada ou lesão. Nesses casos, um modo prático de tratar o machucado é utilizando compressas quentes ou frias. Porém, é preciso estar atento a qual delas deve ser aplicada em cada situação. A seguir explicaremos isso. Acompanhe!
Compressa fria
De acordo com o Dr. Francisco Collet, médico assistente da Divisão de Emergências Cirúrgicas Geral e do Trauma do Hospital das Clínicas de São Paulo, ao blog do Drauzio Varella, a compressa fria deve ser aplicada após quedas, pancadas ou lesões nas articulações. O ideal é que esse método seja utilizado nas primeiras 48 horas após o ocorrido.
Normalmente, quando ocorre um trauma desse tipo alguns vasos podem se romper, formando hematomas ou linfas — formação de edemas que causam inchaço. Assim, quando esses vasos entram em contato com a temperatura fria da compressa, sofrem espasmos e diminuem o fluxo do sanguíneo, evitando que o local sofra acúmulo de líquido.
Compressa quente
Já as compressas quentes são recomendadas para situações infecciosas, como quando há inflamação com formação de pus, por exemplo, furúnculos e terçol. Em geral, esse método deve ser utilizado para amenizar edemas e hematomas que se formaram após a lesão não tratada em 48 horas.
A água quente age de maneira diferente da fria. Ela dilata os vasos, permitindo o aumento do fluxo sanguíneo na região afetada. Segundo a fisioterapeuta Vivian Modolo, da Universidade Federal de São Paulo, esse efeito retarda o processo inflamatório, uma vez que a grande quantidade de sangue nos vasos recolhe e purifica os líquidos vazados e acumulados no músculo.
Outra função da compressa quente é que ela proporciona relaxamento muscular. Por isso é ideal para tratar torcicolos, dores crônicas nas articulações, contraturas nas costas, e também para aliviar cólicas abdominais, provocadas pela tensão pré-menstrual (TPM).
Como fazer compressa quente
Normalmente, as compressas quentes são produzidas na forma de bolsas térmicas preenchidas com gel e podem ser encontradas em farmácias.
Porém, existem também opções caseiras para fazer uma compressa quente. Uma delas é feita utilizando um tecido, que pode ser uma fronha de travesseiro, e grãos secos.
Para isso, coloque aproximadamente um quilo de grãos (arroz ou feijão) dentro do tecido, que deve ficar devidamente amarrado. Depois, é preciso aquecer no microondas por volta de 4 minutos.
Cuidado no uso de compressas quentes ou frias
Apesar de ambas proporcionarem alívio, é essencial tomar cuidado com a sua aplicação. Tanto compressas quentes como frias podem ferir peles sensíveis. Além disso, dependendo da temperatura e do tempo de uso, podem provocar queimaduras.
De acordo com o Dr. Collet, o ideal é deixar a compressa sobre região lesionada por no máximo 15 minutos. Outra dica do médico é enrolar um pano para amenizar a temperatura e assim evitar queimaduras, seja na compressa quente ou fria.
Quais são as lesões musculares mais comuns?
Praticar exercícios físicos é essencial para manter uma vida saudável e prevenir várias doenças. No entanto, às vezes por falta de informação ou por exagero, muitos atletas amadores sofrem algum tipo de lesão muscular. Ela pode ser desde uma dorzinha até mesmo a perda do movimento temporariamente.
Nas academias, as lesões mais comuns são as chamadas lesões de grau I. São aqueles pequenos estiramentos musculares em áreas específicas do corpo. A boa notícia é que elas têm tratamento — como as compressas que vamos explicar a seguir — e recuperação rápidos.
Algumas das lesões mais comuns são:
cãibras: é uma contração involuntária e dolorosa de algum músculo;
lombalgia: é a dor na região lombar;
luxação: deslocamento de um osso da articulação;
tendinite: inflamação de um ou mais tendões;
contusão muscular: lesão aguda sem corte;
distensão muscular: rompimento de fibras musculares devido à grande esforço;
fratura por estresse e movimentos repetitivos.
Para evitar esse tipo de desconforto é muito importante seguir as orientações de um profissional de educação física. Caso você não tenha condições de contratar um personal trainer, peça ajuda aos professores da academia, evite começar a se exercitar sozinho, sem um suporte de um especialista.
Um ponto muito importante é respeitar o limite do seu corpo, é comum nas academias o pensamento de superar os nossos limites. Porém, é preciso ter cuidado para não exagerar, observe como o seu corpo responde a cada movimento. Não se esqueça também de se alongar antes e depois do treino.
Por fim, hidrate-se. O consumo de água durante e após cada série de exercícios é essencial para repor líquidos e sais minerais. Além disso, essa prática ajuda você a ter um bom desempenho, mantém o corpo saudável e evita lesões.
Quando recorrer ao atendimento médico?
Se mesmo com as compressas os sintomas de uma lesão não sumirem em no máximo sete dias, é preciso consultar um médico para analisar o grau do trauma. Se a dor estiver persistente, não se automedique ou insista em continuar a atividade física, procure um médico e cuide primeiro da lesão.
Em casos mais graves como quando há ruptura de ligamentos ou quebra de ossos, também é necessário ir a um especialista. Nesses casos, podem ser necessários desde cirurgias, imobilização da parte do corpo machucada, fisioterapia ou até mesmo um período de afastamento.
Ainda que o tratamento não cirúrgico ofereça bons resultados na maioria dos atletas, postergar um acompanhamento médico, pode causar um problema muito maior. O conhecimento de um profissional sobre regeneração do músculo e outros cuidados, ajudam a acelerar o retorno ao esporte.
As lesões musculares são muito comuns em atletas profissionais e amadores, mas, sem o correto tratamento, elas são a principal causa de incapacidade física. Por isso, é essencial utilizar métodos de alívio do trauma, como compressas quentes ou frias e procurar um médico em situações mais graves. Não insista em continuar o exercício, respeite o limite do seu corpo e se cuide.
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Meu amor, eu vou pedalar novamente e vejo nos teus olhos a censura calada de te deixar sozinha….
Não me julgue. Não é que eu não queira estar com você. Gostaria que você viesse também, mas sei que você não gosta e te respeito, mas sei que por mais que insista em tentar compreender a ânsia que me embarga ao ir pedalar, você nunca ira entender… É que eu sinto na alma esse amor pelo espaços abertos, pelo vento no rosto, a fadiga e a aventura.
Preciso de um lugar distante, com vento e água, quero sujar-me, descuidar do meu aspecto, sentir o cansaço, que o sol queime o meu rosto ou passe frio. Eu quero ver um rio, o mar, plantas, animais, flores silvestres, gelo, lama, pedras… Quero sentar e rir com meu parceiro de pedal, quero sentir saudades e te imaginar esperando carinhosa o meu retorno.
Eu me sinto e digo que esta será a melhor pedalada que eu vá realizar na minha vida… Embora saiba que na próxima eu voltarei a me dizer o mesmo…
E já no caminho…estou feliz…e hipnotizado…é uma paz única.
As vezes sinto que nasci em época errada, onde o triunfo do homem é medido em plástico de cartões de crédito, onde o frio se regula com um termostato e o calor do verão não existe ao ligar o ar condicionado. Eu nasci em épocas de traições e lutas por uma conta de banco, onde tudo se compra e vende-se.
Mas quando eu subo na minha bicicleta, meu amor, eu me afasto desse mundo de buzinas, de escapes venenosos, me afasto do conforto, do luxo e da televisão que idiotiza.
Eu posso aceitar as regras do jogo, eu sou civilizado o suficiente pra conviver neste espaço de loucos, mas deixa eu escapar um pouco.
Eu amo as bicicletas e suas rodas, porque são o brinquedo que me transportam para esse grande jogo que é sair pra pedalar. Eu peço que não a veja como um artefato que possa me tirar a vida, como um instrumento de morte, porque o são de vida… Nunca me sinto mais vivo do que quando eu subo na minha bicicleta.
É verdade que quando eu não puder mais fazê-lo, estarei por ai sentado ao sol, onde me coloquem as carinhosas mãos de nossos filhos ou as suas e um sorriso distante ira se desenhar nos meus lábios secos, estarei lembrando de alguma rota, pois a velhice é inevitável.
E se você me ver doente, abatido e sozinho, entediado na minha cadeira, coloque em minhas mãos esse capacete, velho e gasto, ao tocá-lo e sentir suas formas eu e esse velho parceiro, tentaremos recuperar na memória, os momentos já idos…
Não é porque você não sai do lugar que se exercitar na bicicleta ergométrica vai ser monótono. Vale a pena conhecer as aulas de bike Spinning.
Fonte: Pinterest
Pedalar sem sair do lugar de forma motivadora e divertida é o objetivo do Spinning. (Spinning? Muitas vezes também chamado de ciclismo indoor. São as aulas coletivas na bicicleta ergométrica, que a cada dia conquista novos adeptos.) É uma das atividades preferidas das mulheres nas academias. Sobretudo por gerar alto gasto calórico e fortalecer pernas e coxas.
A aula permite que os alunos simulem trajetos, como se estivessem nas ruas, percorrendo descidas, subidas e lugares planos. Tudo acompanhado por muita música e um instrutor incentivando os alunos.
O objetivo da modalidade é enrijecer os membros inferiores, queimar gordura, aumentar a resistência do corpo e principalmente auxiliar na perda de peso.
Durante a primeira aula é normal não conseguir se adaptar ao ritmo intenso, no entanto, com a prática regular, o corpo tende a se tornar mais resistente, podendo assim elevar a frequência e a intensidade do exercício.
Pra’queles que gostam de pedalar, mas estão sem tempo, ou tem medo de pegar a bike e sair pelas ruas, estradas ou trilhas, spinning é uma excelente opção. A indicamos também para aqueles que querem complementar os treinos com as bikes ou até mesmo, para variar o estilo e ritmo das pedaladas. Como a bike de rua, também é uma indicada opção para aqueles que não podem realizar atividades de alto impacto, como as corridas.
História da bicicleta ergométrica
A modalidade foi criada em 1980, por Johnny Goldberg, ciclista americano. Seu objetivo era atravessar os Estados Unidos em apenas oito dias e para isso precisava treinar de forma intensa e diariamente. Como as condições climáticas eram desfavoráveis, ele criou a bicicleta ergométrica de modo a simular as dificuldades de um treinamento. A partir disso surgiu à prática que atualmente toma conta das academias do país.
Veja a seguir, alguns benefícios da prática na bicicleta ergométrica e dicas para você aproveitar ao máximo os treinos:
1. Queima muuuitas calorias
Na prática do bike indoor, o gasto calórico é muito alto. Estima-se que, uma aula de bike indoor de 50 minutos tenha um gasto calórico aproximado de 500 a 800 calorias. (Devemos destacar que a quantidade de calorias que você queimar vai depender da intensidade particular de seu treino)
E o melhor é que mesmo depois de quatro horas do término do exercício seu corpo continua queimando calorias. Isso ocorre por se tratar de um treino de alta intensidade, que acelera o metabolismo.
O ideal é que você ajuste a bicicleta de acordo com a intensidade que deseja, sempre visando progresso de resistência física. Todo mundo deseja manter uma boa forma, e sendo aliada a uma qualidade de saúde, o ato de pedalar pode se tornar ainda mais prazeroso.
2. Tonifica os músculos
Se você não tem muita paciência para puxar ferro na academia, mas mesmo assim quer tonificar seus músculos, a bicicleta ergométrica é uma alternativa interessante.
As pedaladas aprimoram a qualidade dos músculos dos membros inferiores. Os benefícios do Spinning podem se estender sobre os músculos da região dos quadríceps, coxas, panturrilhas e glúteos. Você ainda pode aumentar ou diminuir a tensão exigida pela bicicleta, para assim simular subidas ou descidas.
Estendendo-se um pouco mais, ao se posicionar corretamente sobre a bicicleta, e com controle de respiração, você poderá tonificar os músculos da região abdominal, principalmente porque quanto mais rápido você pedalar, mais gordura queimará, assim, com a camada de gordura mais fina, os músculos ficarão mais evidentes. Ao pedalar de forma mais lenta, você aplicará uma maior tensão, trabalhando também os músculos de forma diferenciada.
3. Fortalece o sistema cardiovascular/respiratório
A prática regular de Spinning pode te ajudar a construir uma maior resistência cardiorrespiratória. Isso se torna um dos maiores benefícios do Spinning, principalmente se você é iniciante e durante os exercícios se sente fraco ou ofegante.
Essa melhora na resistência pode ser reconhecida até nas atividades mais triviais do dia a dia, você poderá reconhecer que não sentirá desconfortos ao subir lances de escadas, caminhará com mais facilidade, e se manterá bem disposto durante todo o dia, assim rendendo mais em suas tarefas diárias.
4. Exercício de baixo impacto
O Spinning pode ser reconhecido como um exercício de baixo impacto, pois ele não exige que seja posta alta pressão sobre os joelhos e articulações, diferenciando-se da maioria das opções de exercícios aeróbicos. O Spinning, se praticado respeitando as condições físicas pessoais, pode auxiliar no tratamento de artrite, assim reduzindo desconfortos e dores.
Importante ajustar a bicicleta para o conforto de seu corpo. Igual temos a preocupação para a bicicleta “de rua”, na bike de Spinning também há o cuidado com esses ajustes que fazem total diferença na mecânica do movimento, evitando dores e problemas com articulações e músculos.
5. Reduz o estresse
O estresse é um dos maiores vilões da qualidade de vida de uma pessoa. Ele prejudica o sono, o trabalho e até o lazer. Já foi comprovado cientificamente que a prática regular de atividades física ajuda a reduzir o nível de cortisol, hormônio responsável pelo estresse.
As aulas de Spinning podem ser muito eficientes e mais benéficas que chás calmantes. Os instrutores estão presentes para te motivar durante todo o treino, e o ambiente com música contribui para um ambiente descontraído e favorável à distração e envolvimento social.
Por isso, é importante descobrir um esporte que te agrade e que você sinta prazer em praticar. Se você gosta de pedalar, o bike indoor pode ser uma opção para você.
6. Intensidade ajustável
As bicicletas ergométricas possibilitam que as tensões sejam ajustadas de acordo com a metodologia da aula e condicionamento físico de cada aluno. Os instrutores podem indicar a tensão recomendada de acordo com suas habilidades e objetivos de aptidão.
7. Acompanhamento de progresso
A maioria das bicicletas ergométricas conta com alguns dispositivos que possibilitam o registro da quantidade de calorias queimadas, a quilometragem percorrida, frequencia cardíaca e até mesmo a potencia gerada. Como os dispositivos GPS que estamos acostumados para as bikes “de rua”. Em alguns modelos de equipamentos, você ainda consegue salvar o registro no seu Strava, por exemplo.
Essas informações são fundamentais para um bom controle e acompanhamento de seu progresso. Isso com certeza pode ser considerado um dos benefícios do Spinning, por ser um fato motivador para você dar continuidade ao seu planejamento.
8. Pode ser praticado durante o ano todo
Diferenciando-se de atividades como corridas e esportes que não podem ser praticados ao ar livre com tempo desagradável, você poderá usufruir dos benefícios do Spinning durante todo o ano, até mesmo nos meses com temperaturas mais extremas, já que as aulas são ministradas dentro de ambientes climatizados e com o suporte necessário para você se manter fisicamente ativo.
9. Não tem idade
As aulas de Spinning ainda podem contribuir para que a família se mantenha unida também nos exercícios físicos. Independente da idade, os praticantes podem se unir em uma mesma aula, assim se divertirão e desfrutarão de uma melhor saúde ao trabalhar o corpo. Independente da idade, se uma criança iniciar a pratica de Spinning, esta pode adotar a prática até sua velhice, caso queira.
10. Diversão certa
Pois é, não pense que as aulas de Spinning são concentradas apenas na intensidade dos exercícios, a ideia é que você se divirta, conheça novas pessoas e curta as músicas escolhidas para embalar os treinos. Os gostos musicais podem ser comparados e novas afinidades podem ser descobertas com a convivência. A atmosfera criada para motivar é diferenciada e simula um passeio agradável com companhias que buscam objetivos semelhantes aos seus. As aulas de Spinning podem se tornar os momentos onde você se desliga de toda rotina e problemas cotidianos, prendendo-se apenas ao seu treino.
11. Cabe na sua rotina
Se você é daquelas pessoas que adiam o começo da prática de exercícios físicos, escolher as aulas de Spinning pode ser uma ótima ideia, pois acontecem com um tempo de 45 a 60 minutos, o que possibilita que você faça um planejamento de sua rotina com essa reserva de tempo limitado para essa prática.
As academias oferecem essas aulas em todos os turnos, basta você buscar aquela que mais se adequa à sua rotina, dessa forma, temos certeza que se manterá firme no propósito e praticará as pedaladas regularmente, principalmente porque as aulas são ministradas com dias intervalados, o que contribui para que você se recupere para um próximo treino mais intenso e não se sobrecarregue com as tarefas cotidianas.
Lembrem-se…
Como escrevi acima, não há restrição de idade nem peso. Mas cuidado! Qualquer atividade física deve ser regulada por um médico.
Faça um check-up geral antes de começar. Veja se o seu coração está bem, e se você está apta a praticar exercícios físicos imediatamente ou se precisa de alguns cuidados especiais, principalmente em relação ao ritmo. E mesmo que você pratique em casa, é essencial que seu médico autorize o exercício.
Se estiver tudo bem, não perca tempo: suba na bicicleta, “de rua” ou indoor e saia pedalando por aí!
Muitas pessoas começam no ciclismo como uma forma de perder peso. Mas o que realmente o ciclismo faz com o nosso corpo? Fizemos essa pergunta para o Google e tivermos algumas respostas interessantes.
Ganho de massa muscular
Descobrimos que um estudo liderado pelo professor Paulo Gentil (doutor em Ciência da Saúde e docente na Universidade Federal de Goiás) diz que um treino de ciclismo que recrute o máximo de fibras musculares até a falha também pode resultar em significativo ganho de massa muscular.
Paulo Gentil explica que a dinâmica dos treinos de ciclismo com a finalidade de ganhar massa muscular é bem parecida com a usada na musculação nas academias. Elas devem ser repetidas três vezes por semana, uma vez que no ciclismo o músculo não sofre muitas microlesões e precisa recuperar apenas a reserva de glicogênio, o que acontece entre 48h e 72h.
“Se você costuma fazer quatro séries de leg press (aparelho para treino de pernas), por exemplo, pode substituir isso por quatro séries de ciclismo em que o ciclista faz 30 segundos pedalando o mais rápido que consegue e depois descansa quatro minutos, aproximadamente, pedalando em ritmo lento” – ensina o doutor.
Claro que o ganho no ciclismo se dará nos membros inferiores, extremamente exigidos no esporte. Paulo lembra ainda que usar a bicicleta para treino de força pode ser uma solução para quem vive viajando e tem dificuldade para manter as atividades em dia.
Concluindo, pode-se dizer que o estresse mecânico e metabólico que resulta de qualquer exercício com esforço elevado é suficiente para estimular hipertrofia desde que a síntese de proteína pós-exercício supere a quebra de proteínas.
Cérebro e coração
Descobrimos também que pedalar te deixa mais inteligente, queima calorias, deixa seu coração mais forte e te dá quadríceps invejáveis.
Comece a pedalar e tudo muda. “É instantâneo”, diz Eric Sternlicht, professor de cinesiologia da Universidade Chapman em Orange, Califórnia, e um ávido ciclista.
Isso desencadeia a vasoconstrição, o que significa que seu corpo desloca o sangue para longe das partes do corpo não essenciais e o leva para o coração e o cérebro.
Se você está suficientemente aquecido, seu corpo começa a liberar sangue de volta aos músculos, diz Sternlicht. “Os músculos começam a usar o combustível de forma mais adequada também”, diz ele.
“Quando você começa a se exercitar, o volume de sangue bombeado com cada batimento cardíaco aumenta”, diz Stacy Sims, pesquisadora sênior da Universidade de Waikato no Monte Maunganui, na Nova Zelândia, “mas, à medida que atinge as intensidades mais altas, a capacidade vascular chega no limite”.
O cérebro é como um músculo: quanto mais você trabalha, mais forte fica. O exercício também pode aumentar a capacidade do cérebro de formar novos canais de comunicação.
“Novos trajetos podem aumentar sua capacidade de foco, sua concentração e sua capacidade de lembrar de coisas”, diz Chelsi Day, PsyD, diretor de psicologia do esporte para atletismo na Universidade de Indiana.
Emagrecimento
Arquivo pessoal
Segundo a nutricionista Bonnie Jortberg, diretora do departamento de perda de peso do Centro de Saúde da Universidade do Colorado (EUA), andar de bicicleta é um dos melhores aliados na queima de gordura corporal. De acordo com livro Cycling for Health and Fitness (Ciclismo para Saúde e Fitness, em tradução livre), em uma hora de exercício é possível queimar até 700 calorias. Melhor: como não há impacto nas articulações, você consegue realizar a atividade por muito mais tempo do que em outros exercícios aeróbicos, como a corrida, por exemplo. “Com meia hora de bike por dia você já percebe todos os benefícios para o corpo”, afirma Ricardo Arap, especialista em treinamento esportivo na Universidade Mission Bay (EUA) e diretor técnico da Race Consultoria Esportiva, em São Paulo.
O ciclismo é um dos esportes mais praticados no Brasil atualmente, principalmente por sua versatilidade, já que essa atividade é indicada para todo tipo de pessoa que tenha condições físicas e motoras para pedalar.
No entanto, muitos daqueles que têm a bicicleta como uma boa companhia nos momentos de lazer e até mesmo algumas pessoas que participam de competições desse esporte não conhecem bem as principais modalidades de ciclismo.
Por isso, vamos detalhar a seguir 4 dos principais tipos de ciclismo e apontar as principais diferenças que existem entre eles. Acompanhe e tire todas as suas dúvidas para que suas próximas pedaladas sejam mais seguras e divertidas.
1. CICLISMO DE ESTRADA
Funny bike race
O ciclismo de estrada talvez seja a modalidade mais praticada, sendo que algumas das competições mais famosas desse esporte em todo o planeta são realizadas nesse estilo.
Os campeonatos de estrada são disputados de maneira individual ou por equipe, sendo que existem dois estilos de competição, o de resistência e o de tempo. No primeiro, os competidores largam todos juntos e vence aquele que concluir o percurso primeiro, sendo que a distância das provas variam de 50 a mais de 5000 km.
Já nas competições contra o tempo, os atletas largam em instantes diferentes, e o vencedor é o que concluir o trajeto total no menor tempo.
O ciclismo de estrada é praticado com as chamadas speeds, bicicletas que têm os pneus bastante finos e sem cravos, são mais leves que as tradicionais, além de serem desenvolvidas com uma aerodinâmica que favorece o ganho de velocidade e estabilidade nas estradas.
2. MOUNTAIN BIKE
“ohh trem bão, sô!”
A Mountain Bike é uma das modalidades mais conhecidas e exploradas por ciclistas no mundo todo. Em geral, ela acontece em terrenos de terra e com percursos cheios de obstáculos em toda sua extensão.
Existem várias submodalidades de Mountain Bike no mundo, sendo Cross Country, Downhill e BMX as mais conhecidas e praticadas. Com buracos, aclives e declives, a bike correta para ciclismo, neste caso, deve ter algumas particularidades:
Os pneus de uma bicicleta para Mountain Bike são mais largos, a fim de garantir mais estabilidade em terrenos acidentados e com lama. Isso permite maior aderência da borracha ao terreno, dando mais segurança e controle de tração da bicicleta;
Usam amortecedores que garantem mais segurança e conforto em cada pedalada.
As marchas variam entre 18 e 27 (modalidades para iniciantes) e de 11 a 30 (bikes profissionais);
O quadro das bicicletas de Mountain Bike são mais reforçados para aguentar os impactos causados pelos terrenos irregulares (buracos, obstáculos, pedras, etc) e normalmente são fabricados em alumínio ou fibra de carbono.
3. GRAVEL
Um modelo de bicicleta recém-chegado ao Brasil tem chamado a atenção dos ciclistas, tanto dos mais experientes quanto dos novatos. O tipo Gravel Bike (cascalho em inglês) surgiu para atrair as duas principais classes de atletas, os que praticam o ciclismo de rua e o mountain bike.
A modalidade Gravel, atletas que utilizam este segmento de bicicleta, é muito comum nos Estados Unidos e na Europa, onde os percursos na terra e asfalto são comuns. A principal ideia dessa bike é a versatilidade e o fato de se adequar à realidade do ciclista.
“É uma bicicleta alternativa. Temos a bicicleta urbana, usada no transporte na cidade, mas as principais modalidades esportivas no ciclismo são mountain bike e ciclismo de estrada. A Gravel é considerada um meio termo entre estes dois”, afirma Caetano Barreira, proprietário da Velodrome Bikeshop.
O ciclista e dono da loja faz uma analogia com modelos de carros. A Gravel poderia ser equiparada a um SUV, um veículo utilitário esportivo, por seu conforto e opcionais melhores.
“O ciclismo de estrada utiliza bicicletas como Fórmula 1, é rápido, leve e frágil, enquanto a mountain bike utiliza bicicletas como se fossem um jipe, com um sistema de suspensão muito mais complexo. A Gravel seria um SUV. É uma bicicleta que te oferece conforto, te permite fazer longas distâncias e você não precisa levar tanto peso quanto em uma mountain bike. Além disso, ela utiliza freios a disco e um pneu mais grosso”, afirma Caetano.
Além da possibilidade de utilizar o modelo em diferentes competições, a Gravel também pode ser utilizada no dia a dia de ciclistas profissionais e amadores.
“Ela pode ser usada para ir ao trabalho, por exemplo. Te oferece mais segurança que a bicicleta de estrada, mas são mais robustas, próximas a uma mountain bike. A melhor característica dela é a versatilidade. É bastante comum atletas de mountain bike comprando uma Gravel como uma bicicleta para o dia a dia. Ao mesmo tempo, ciclistas de estrada que querem ir para a terra ou querem fazer um percurso em que o asfalto é de má qualidade também podem usufruir”, ressalta.
4. BMX (BICICROSS)
Fonte: Giphy
Reconhecido como uma das modalidades de ciclismo que mais exige habilidade por parte dos atletas, o BMX também proporciona manobras espetaculares.
Esse tipo de ciclismo, que é praticado com bicicletas que têm pneus menores — geralmente, apenas 20 polegadas de diâmetro —, é dividido em dois estilos, BMX Racing (corrida) e BMX Freestyle (manobras).
No primeiro caso, os competidores disputam uma corrida em uma pista circular com diversos obstáculos e o vencedor é aquele que concluir o percurso primeiro.
Já no BMX Freestyle, o objetivo é fazer manobras radicais, sendo que o vencedor é aquele que conseguir as notas mais altas na avaliação dos juízes.
Para concluir, é importante ressaltar que, independentemente da modalidade a ser praticada, é fundamental fazer uma boa manutenção em sua bicicleta sempre que você perceber qualquer anormalidade.
Resumão…
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Para você que gosta de ver os dados dos treinos dos profissionais do ciclismo, abaixo a lista de alguns profissionais que estão correndo o Tour de France 2019.
Este ano, há mais de 90 pilotos iniciando o Tour de France que fazem o upload regularmente para o Strava, ou seja, quase 50% do campo. De velocistas a alpinistas, há alguns grandes nomes que estarão dando a você uma visão única dos bastidores da maior corrida no ciclismo. Então, siga alguns dos seus profissionais favoritos (ou todos eles!) e não se esqueça de verificar o seu feed após todas as etapas deste mês de julho.
O uso de drogas ou qualquer outro tipo de substância que melhore de forma artificial o rendimento de um atleta durante uma competição e que tragam efeitos prejudiciais ao mesmo é denominado doping (leia mais aqui). Aquele que faz uso de doping leva certa vantagem (desleal) em relação aos que não o fazem, por isso é considerado antiético e é proibido no esporte. O teste antidoping tem a função de detectar essas substâncias, bem como sua quantidade no organismo dos atletas, classificadas pela Agência Mundial de Antidoping.
Infelizmente até os amadores estão utilizando em larga escala
O teste é feito com urina, aproximadamente 65 mL, uma vez que é pela urina que são eliminadas substâncias tóxicas ao organismo. Para fazer o exame, o atleta é encaminhado para o controle de doping, onde fará a coleta da urina na presença de um responsável do evento de mesmo sexo, para que não haja fraude na coleta. No ato da coleta são analisados o pH e o volume da amostra, que depois é transferida para dois recipientes: prova e contraprova e enviada ao laboratório olímpico.
A fase analítica do teste envolve técnicas de cromatografia gasosa e espectrometria de massa. O cromatógrafo tem a função de separar as substâncias encontradas no frasco prova e transferi-las ao espectrômetro, que fará fragmentos da molécula e quantificará cada pedaço obtido. Depois tais moléculas são rearranjadas e comparadas às proibidas pela Agência Mundial de Antidoping. Quando são encontradas substâncias proibidas na prova, é feito um novo exame com a amostra contraprova, obedecendo aos mesmos parâmetros do primeiro.
Nos casos em que a contraprova também gera resultado positivo, a infração do esportista é informada ao órgão que controlam o processo e o atleta é punido, podendo ser eliminado da competição ou até julgado pelo comitê. O laudo do exame é entregue em envelope lacrado primeiramente ao órgão responsável, e não ao atleta.
As substâncias vetadas são, geralmente, classificadas em quatro grupos:
Estimulantes: tornam o atleta mais excitado, agindo diretamente no sistema nervoso. São capazes de eliminar a sensação de fadiga e o potencializar o desempenho do atleta. Dentre as mais comuns estão a anfetamina, a cocaína e o ecstasy.
Narcóticos analgésicos: têm o poder de amenizar a dor e são usados com maior frequência no ciclismo e no pugilismo. Morfina e derivados são exemplos de doping dessa classe.
Diuréticos: atuam na eliminação de água do organismo para que haja perda de peso, além de serem utilizados também para eliminar outras substâncias proibidas.
Esteroides anabolizantes: aumentam a massa muscular do atleta (não-atletas também os utilizam para esse fim) e diminuem o tempo de recuperação. Podem ser consideradas as mais nocivas das substâncias vetadas.
O doping pode trazer efeitos colaterais como comportamento agressivo, acne, lesões hepáticas, sudorese excessiva, choque anafilático, insônia, arritmia cardíaca, acidente vascular cerebral, cânceres, entre outros.
Somente os laboratórios credenciados pela WADA – World Anti-doping Agency – são aptos a fazer o exame antidoping. Todos os atletas são submetidos ao teste sem serem avisados previamente.