Hidratação: 5 dicas para não secar na pedalada

Ciclistas, como todo atleta, precisa de muito líquido. Assim começam as recomendações e teorias de quanto beber durante um passeio ou treino. Além do quanto o que beber. As indústrias de suplementos adoram fornecer estudos e mais teorias, todas apontando para beber mais e, claro, o seu produto. Mas para clarear isso, uma revista americana consultou alguns especialistas e abaixo temos o resumo da conversa.
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Mito: Reponha tudo que você perder 

Por muitos anos a recomendação era pesar no fim de uma corrida ou passeio de bike tanto quanto no começo, ou seja, beber tudo que você suou. Mas o corpo não consegue absorver líquidos na mesma velocidade do que perde. Portanto se você tentar fazer isso vai ter que dar umas paradinhas.

Verdade: Reponha parte do que foi eliminado por transpiração

Beba 75% do que você sua durante uma corrida longa. Para fazer isso primeiro você precisa saber sua taxa de sudorese. Ou seja, saber quanta água você coloca pra fora por hora. Para fazer isso, basta se pesar antes e depois de um treino de uma hora. Não se esqueça de descontar a água que você tomar durante esse teste. Com esse valor em mãos, você saberá o quanto tomar de água a cada hora de treino.

Mito: Beber o que der pouco antes de partir 

Você só vai conseguir arrumar umas paradas a mais no caminho. Como foi dito antes o corpo demora um pouco para absorver os fluídos.

Verdade: Beba ao longo do caminho

Ingira 500 ml de alguma bebida esportiva uma ou duas horas antes da corrida. Esse tempo é o suficiente para o corpo absorver o que precisa e eliminar o resto. Depois dois ou três goles de isotônico a cada 15 ou 20 minutos durante a corrida.

Mito: Cafeína desidrata 

A cafeína já foi demonizada de várias maneiras, inclusive como diurética. Assim, consumi-la durante a corrida faria você perder mais líquidos e aumentar o estresse pelo calor com o aumento dos batimentos cardíacos e o metabolismo.

Verdade: Cafeína só aumenta a queima de carboidratos 

Uma pesquisa revelou recentemente que a cafeína não faz você ir mais vezes ao banheiro do que outra bebida. Também não influencia nos efeitos do calor na trilha. Ao contrário, a cafeína faz você sentir melhor. Diminui sua percepção de cansaço e faz você ir mais longe. A universidade de Birmingham, na Inglaterra, observou que ela faz os carboidratos de uma bebida para esportistas serem queimados 26% mais rápidos dos que o de uma que não tenha cafeína na fórmula. Ela faz a glucose ser absorvida mais rapidamente pelo intestino.

Mito: Você precisa mais proteína

Inicialmente, as bebidas para esportistas eram essencialmente carboidratos. Mas com o tempo a proteína achou uma maneira de se enfiar no meio apoiado num estudo que dizia que a combinação dos dois melhorava a resistência, mais do que só carboidratos.

Verdade: Você precisa de muito pouca proteína 

Recente pesquisa com 10 atletas percorrendo um circuito de 80 km mostrou que o rendimento dos que usaram bebidas só com carboidrato foi o mesmo dos que usaram os combinados de carboidrato e proteína. E esses dois grupos tiveram rendimento superior aos que beberam água aromatizada. E ainda, se você é um ciclista de longa distância, muito provavelmente ira comer algo durante o trajeto, isso já será suficiente para o pouco de proteína que pode precisar.

Mito: Hidratação durante o exercício é um mandamento divino

Ora, isso é o que as empresas que vendem isotônicos que você pense para estar sempre com a garrafinha deles na mão, mesmo que seja para uma volta no quarteirão.

Verdade: O importante é beber água todo o dia e de forma regular

O mandamento da natureza é estar em dia com a hidratação. Isso quer dizer, beber água ao longo do dia. Uma pessoa só se desidrata fazendo exercícios moderados se não tem o hábito de beber água sempre, mesmo quando não esta com sede. Se você se mantém hidratado, não correrá o risco de uma desidratação em um passeio moderado. A regrinha dos 8 copos diários é uma boa base.

fonte:
encurtador.com.br/wIVZ9
encurtador.com.br/mJKV4

Estudo mostra que quem anda de bicicleta, é mais feliz!

As cidades também reservam muitas aventuras e muitas opções de atividades para manter o corpo sempre em movimento. Um jeito bastante eficiente de incluir a atividade física em meio à rotina e, de quebra, garantir a dose diária de adrenalina e endorfina, é usar a bicicleta como meio de transporte. Um estudo (link abaixo) divulgado recentemente na revista científica Elsevier, feito através de uma parceria entre professores, cientistas, institutos de pesquisa e organizações de urbanismo de diversos países, mostrou que a bicicleta é a melhor opção de transporte para quem está em busca de qualidade de vida e felicidade.
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O artigo, intitulado “Os efeitos dos meios de transporte”, é parte de um estudo feito durante mais de quatro anos, levando em consideração avaliações e opiniões de quase 9 mil pessoas de sete cidades diferentes na Europa. A pesquisa teve como intuito entender a relação entre os meios de transporte, saúde e diversos outros fatores sociais. Entre os indicadores avaliados estavam o nível de estresse, energia, solidão e contato regular com a família e amigos. A ideia era entender melhor como a sociedade pode ser influenciada pelos meios de transportes, tanto em termos econômicos como em relação ao desenvolvimento social.

Um dos principais resultados do estudo foi a confirmação de que as pessoas que usam a bicicleta como meio de transporte são menos estressadas e têm mais energia. Além disso, os ciclistas foram identificados como pessoas mais saudáveis e positivas. A diferença é mais visível quando as informações dos “bikers” são comparadas aos motoristas de carros, que foram os participantes com maior nível de estresse identificado. A justificativa para isso, segundo os pesquisadores, é de que, entre outros fatores, a bicicleta proporciona a sensação de independência e relaxamento, enquanto o trânsito e até mesmo o uso do transporte público acabam oferecendo situações mais caóticas aos usuários.

Além de todos esses sentimentos pessoais, a bike permite que as pessoas interajam de forma diferente com a cidade e com outras pessoas. De acordo com o estudo, a bicicleta acaba “forçando” as pessoas a reduzirem o ritmo, tornando mais provável a interação com o ambiente e com as pessoas ao redor. Esse detalhe, aparentemente simples, faz toda a diferença quando o estudo social ganha proporções maiores.

O artigo mostra que os ciclistas são mais abertos às interações interpessoais, em consequência, apresentam menos casos de depressão e solidão, o que se reflete em diversos aspectos da saúde emocional, física e da relação com as pessoas ao seu redor.

Andar de bicicleta todos os dias é um jeito sustentável de se transportar pela cidade e também uma oportunidade perfeita para manter o preparo físico para aventuras maiores. Estar em movimento garante o equilíbrio entre a saúde do corpo e da mente.

Link estudo (em inglês):
encurtador.com.br/owRZ2

Fonte matéria:
encurtador.com.br/fwTZ4

Dicas para você começar a andar de bicicleta

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Mesmo que você more nas grande capitais, é possível andar de bicicleta. Claro que sempre tomando os devidos cuidados

Quando crianças, quase todos aprendemos a andar de bicicleta. Esse aprendizado pode ser rápido ou não, mas isso não importa, porque a alegria é contagiante no momento em que sentamos no banco e começamos a pedalar. E a simplicidade da bicicleta acaba sendo o seu charme em comparação aos outros meios de transporte. A sensação de estar livre no ar e não em uma “caixa” de quatro portas; a prática de um exercício aeróbico, que é benefício à saúde; a praticidade; a emissão zero de gás carbônico, ou ainda como aliada no aumento da concentração das crianças na escola, entre outras características únicas fazem com que a bike conquiste cada vez mais adeptos, principalmente os jovens.

Por esses e outros motivos, é necessário que o aprendizado da bike seja passado adiante para as novas gerações que estão começando a vida. Mesmo que você more nas grandes capitais, onde existe o predomínio de carros, é possível andar de bicicleta. Claro que sempre é preciso tomar os devidos cuidados, como o uso de equipamentos, evitando vias de grande circulação e respeitando carros e pedestres. E se você quer ensinar alguém ou aprender a andar de bike, acompanhe abaixo algumas dicas básicas de como começar a andar de bicicleta:

Adquira uma bicicleta 

A melhor bicicleta, como já diria o ditado, é a sua… ou então a do seu vizinho. Por isso, se você já tem uma, não pense em comprar uma nova, mas vale a pena levá-la a uma loja local especializada para fazer a manutenção;

Comece pequeno 

Para começar o aprendizado, você deve estar confortável em sua bike. Com o tempo, você vai se aperfeiçoando. No começo, percorra distâncias curtas: vá até a pracinha mais próxima, ande pelo quarteirão, visite o vizinho. E sempre procure praticar nos períodos em que as ruas estão mais tranquilas, para você poder andar sem grandes preocupações;

Aprenda as regras 

Sempre use capacete. Seja previsível, verifique antes se há carros e se o semáforo está fechado, principalmente quando você for fazer um movimento maior, como uma curva ou entrar em uma rua. Olhe para os dois lados nos cruzamentos e ruas e evite as vias de grande circulação, principalmente se você vive nas grandes capitais. Não ande contra o tráfico porque o acidente será frontal; não se entrelace no meio dos carros estacionados e procure um grupo de ciclistas e, se for possível, os acompanhe, porque assim você se sente mais seguro e tranquilo;

Chame um ou dois amigos(as) para pedalar com você 

É mais divertido quando você tem alguém para conversar durante o passeio, principalmente quando essa pessoa tem mais experiência que você. Vocês podem trocar experiências e conhecimentos durante a pedalada e ainda um pode ajudar o outro quando for necessário;

Peça ajuda sempre que for necessário

Não tem problema se você não tem experiência. Por exemplo: se uma rua não estiver em condições de pedalar, pergunte por caminhos alternativos para a pessoa mais próxima. Vá a uma loja de bicicletas e confira se eles possuem luzes, refletores ou até conselhos de segurança. Ajuste o assento e o guidão conforme o seu tamanho, para dar mais segurança;

Com alguma experiência 

Após adquirir certa prática, utilize a bicicleta para se locomover até o trabalho pelo menos uma vez por semana. Vá à casa dos amigos, da(o) namorada(o) de bike. Aos fins de semana, pegue trilhas, explore novos lugares, aumente a frequência do uso, procure grupos de ciclistas que pedalam semanalmente e alugue bicicletas no metrô.

Crie desafios para si mesmo, como pedalar em diferentes climas, em lugares desconhecidos, caminhos mais longos. Pedale com roupas formais e aprenda a carregar objetos.

Com todas essas dicas em mente, é hora de partir para a prática!

Ser atleta de fim de semana faz bem ao coração? Veja riscos e cuidados…

O cenário se repete de segunda a sexta: uma pessoa, sobrecarregada com os compromissos de trabalho, filhos ou estudos, encontra pouco tempo para uma refeição equilibrada e adequadas horas de sono. Naturalmente, essa agenda apertada nem sempre comporta minutos para a prática de exercícios. A válvula de escape passa a ser o fim de semana, em que pedalar ou jogar uma partida de futebol se torna uma forma de garantir momentos de relaxamento.
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Mas será que a prática esportiva somente aos fins de semana garante bons níveis de saúde? Acerta quem responder que não, com o alerta de que esse comportamento pode ser perigoso para o corpo, especialmente se os esportistas não respeitarem suas limitações e desconhecerem a preexistência de doenças cardiovasculares.

Caso a pessoa não tenha possibilidade de praticar exercícios com regularidade, caminhar por até uma hora e meia no sábado ou no domingo não exige grande esforço e nem representará um elevado risco cardiovascular. O risco existe, mas é baixo. Então, para fazer esse tipo de atividade leve, primeiro é necessário saber se possuímos uma condição cardiológica boa.

Possuir alguma doença, como arritmia cardíaca (alterações do ritmo do coração), eleva o risco de uma prática sem acompanhamento, podendo ocasionar morte súbita, que é uma grande preocupação da população.

Procurar um médico é sempre o primeiro passo

Numa outra fase, em que o indivíduo, além de caminhar, inicia em algum momento a corrida, o risco cardiovascular aumenta. Por exemplo, quando o teste de esforço é realizado na esteira ergométrica, a frequência cardíaca e a pressão arterial sobem, gerando uma sobrecarga ao coração. Por esta razão, o exame é solicitado por médico especialista e feito em ambiente controlado. O resultado indicará caso o coração não esteja em situações normais.

Um conselho seria o esportista não trabalhar com a frequência acima de 120 a 140 batimentos, que é considerada uma faixa bastante razoável. Se usarmos como referência uma pessoa jovem, saudável, a frequência poderia chegar a 180, 190 batimentos em esforço. Mas se trabalharmos no nível anterior contamos com uma margem de segurança.

À medida que o indivíduo melhora sua condição cardiomuscular, ele vai conseguir desempenhar o exercício com mais agilidade, atingindo maior velocidade na corrida. Mas antes de tudo isso ele precisa saber se ele está em condições cardiovasculares adequadas para enfrentar essa situação, ou seja, visitar um cardiologista. O atleta de fim de semana, avaliado pelo médico, poderá desempenhar um esporte com atividade física intensa.

O problema é que as pessoas, às vezes, minimizam a gravidade da situação. Chegamos a receber pacientes com dores no peito enquanto caminham, quando fazem um esforço maior, e eles não valorizam este sinal. Ao ponto de chegarem ao cardiologista nas fases mais acentuadas do problema, já com eventos cardiológicos preocupantes. Com avaliação e acompanhamento, a chance de ter uma complicação é muito menor.

Problemas ocultos

Mas é possível que alguma doença desconhecida se manifeste nessas práticas? Na vigência do esforço físico, sim. A doença coronária pelo estresse do exercício acaba desequilibrando a oferta de oxigênio do músculo para determinada necessidade. O coração nessa desproporção acaba entrando num processo de arritmia. E o indivíduo que tem uma isquemia miocárdica importante poderá fazer uma arritmia com gravidade, levando a uma parada cardíaca.

O cansaço, numa situação desproporcional, é o primeiro indício de que algo não vai bem. Se o esportista estiver com alguém e perceber que está se mostrando mais cansado do que o companheiro, isso já pode ser um sinal de mau funcionamento do desempenho do coração. O outro aspecto é sempre a dor torácica. Nessa situação de isquemia do miocárdio, existe risco para evento de infarto e arritmia cardíaca. Não é comum, mas dores nas costas, às vezes um aperto no pescoço, um incômodo na mandíbula, tudo isso poderá caracterizar problemas com o coração, principalmente quando desencadeados pelo esforço.

O indivíduo precisa, antes de tudo, entender a sua limitação. Primeiro, do ponto de vista músculo esquelético; depois, a condição cardiorrespiratória. Compreender, principalmente, que o condicionamento será adquirido com a constância da atividade física. E isso, infelizmente, não se conquista apenas aos finais de semana. É preciso muito treinamento para tolerar uma intensidade maior e obter um desempenho melhor.

Expectativa x realidade

A recomendação cardiológica, quando falamos em doença cardiovascular, indica o exercício com frequência diária. Caminhar por meia hora, estendendo até 45 minutos, seria a situação ideal até mesmo para os cardiopatas. Uma forma ótima de condicionamento e profilaxia para doença. Não podendo fazer todos os dias, o exercício poderá ser feito três ou duas vezes por semana, com alguma outra prática aos fins de semana. Mas uma caminhada mais intensa, não o caminhar no shopping, por exemplo.

A periodicidade é importante para alcançar o bom condicionamento físico. Quando interrompemos os exercícios por uma semana, 15 dias, percebemos o quanto perdemos essa condição. Perdemos de forma rápida o que demoramos para conquistar. Além de garantir os bons níveis de saúde, o exercício traz um bem-estar muito grande, em função da liberação de endorfina, de substâncias que dão saciedade, relaxamento e prazer. Tudo o que as pessoas que praticam exercícios no fim de semana mais buscam.

-> https://www.strava.com/clubs/468812/posts/3396473

Fonte:
encurtador.com.br/deP45

Conheça os benefícios da caminhada para corpo e mente

A caminhada é uma atividade física muito indicada pelos cardiologistas para a prevenção e auxílio na recuperação de doenças como hipertensão e diabetes. Além de ser extremamente benéfica para a saúde, é um exercício que não exige muito tempo, já que, meia hora por dia 5 vezes na semana são suficientes para ver os impactos na sua saúde. Com isso em mente, listamos os benefícios e também alguns cuidados que você deve ter para iniciar suas caminhadas.
A caminhada pode auxiliar em vários pontos, confira:

Osteoporose 
Ao caminhar, os ossos da perna comprimem-se ao colocar os pés no chão e todo o esqueleto se movimenta. Isso aumenta os estímulos elétricos, aumentando sua força e resistência. Dessa forma, a caminhada contribui para a prevenção da osteoporose e, em casos já diagnosticados, pode auxiliar na redução do progressão da doença.

Circulação 
A caminhada faz com que o coração trabalhe mais, pois com a melhora no bombeamento de sangue, as veias e artérias se dilatam tornando o processo de oxigenação mais eficiente. Isso faz com que as partes mais afastadas como pés e pernas recebam o sangue com mais facilidade, diminuindo os inchaços do cotidiano.

Diabetes
Durante a prática de caminhadas, o pâncreas e o fígado são estimulados, pela maior circulação de sangue, produzindo mais insulina para o corpo. Isso faz com que as células aumentem sua capacidade de absorver glicose, evitando que ela fique circulando pelo sangue e contribua para o desenvolvimento do Diabetes.

Equilíbrio do peso
A caminhada é uma atividade que promove queima de calorias além da vantagem de que mesmo depois de horas o praticante continua queimando calorias pois o metabolismo se mantém acelerado graças ao aumento da circulação.

Hipertensão
A caminhada pode reduzir a produção de gordura no corpo e por consequência diminui os níveis do colesterol ruim e evita o acúmulo de gordura. Dessa forma, a chance de obstrução de veias é muito menor. Além disso, auxilia no controle da pressão arterial, diminuindo a propensão a derrames e infartos.

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#ComerBeberPedalar

-> https://www.strava.com/clubs/468812/posts/3107436

Fonte: encurtador.com.br/cguDO