Quer chegar aos 80 anos com capacidade física de 40? Faça exercícios!

sHA2xMyiZk2ZnNCH1-qm55BwKnCbJftZAeOKXOW-s5Y-1923x2048Um novo estudo mostrou que octogenários que fizeram exercícios durante toda a vida podem ter a mesma capacidade aeróbica de uma pessoa de 40 anos de idade. O poder aeróbico desses indivíduos é 80% maior do que pessoas de 80 anos sedentárias, e é comparável a pessoas com 40 e até 50 anos a menos.
Pesquisadores da Universidade Estadual Ball (EUA) chegaram a esta conclusão depois de analisar octogenários do sexo masculino que eram atletas enquanto jovens, e que não abandonaram o exercício físico. A chave para a boa condição física não era o fato de que esses homens tinham sido atletas durante a juventude, mas que eles se mantiveram ativos.

O importante é não desistir dos esportes 

Algumas pesquisas já demonstraram que atletas que desistem de seu esporte na velhice sofrem consequências físicas piores do que outros indivíduos da mesma idade. Esportistas que trocam os exercícios pelo sofá na terceira idade têm uma acentuada queda na capacidade de oxigenação que não é observada em pessoas que nunca se exercitaram regularmente.

É claro que não é necessário ser um maratonista para chegar aos 80 anos com saúde. Para nós, meros mortais, fazer entre 30 minutos a uma hora de exercício vigoroso por dia mantém a capacidade aeróbica alta o suficiente para permitir uma vida mais longa e saudável. Até mesmo quem não tem muito talento atlético pode ser saudável em idade avançada.

É possível começar a se exercitar com idade avançada?

Embora seja unânime a opinião de que exercícios contribuem para uma vida saudável, é necessário tomar alguns cuidados ao praticar esportes com idade avançada. É preciso consultar um médico e solicitar uma lista de exercícios que são ideais para sua idade e condição física.

Exercícios de força muscular, equilíbrio, alongamento e resistência são fundamentais na terceira idade.
Abaixo, confira algumas dicas para que a prática desses exercícios seja segura:

● Não prenda a respiração durante os exercícios de força. Isso pode afetar sua pressão arterial;
● Ao levantar peso, faça movimentos suaves e firmes;
● Evite o bloqueio das articulações de seus braços e pernas em posições tensas;
● Algumas dores e fadiga leves são normais depois de exercícios de fortalecimento muscular. Exaustão, dores nas articulações e dores musculares intensas não são normais;
● Sempre se aqueça antes de exercícios de alongamento;
● Para evitar ferimentos, use equipamentos de segurança, como capacetes para ciclismo.

Lembre-se de que o exercício deve servir para que você se sinta melhor. Não hesite em procurar um médico em caso de incômodos na hora de se exercitar.

Fontes: [1], [2] e [3]

Por que precisamos incluir gordura em nossas dietas

Gorduras essenciais sustentam funções básicas do organismo. Eis o que acontece se você não as ingere em sua alimentação.

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Alimentos como salmão, abacate, azeite e nozes contêm gorduras saudáveis.

Durante décadas, organizações de saúde e empresas de alimentos disseram que ela era a inimiga, a força do mal por trás da epidemia de obesidade e das doenças cardíacas. A gordura tem muitas calorias, diziam os especialistas. Se quiséssemos ter mais massa magra, consumir alimentos com alto valor calórico simplesmente não faria sentido. Nos anos 1990, os americanos estavam consumindo alimentos processados de baixo teor de gordura – mas cheios de açúcar e carboidratos.

Feitas mais pesquisas, provou-se que isso estava errado. Na realidade, o consumo regular de gorduras saudáveis é essencial para a boa saúde.

“Finalmente começamos a reconhecer que certas gorduras na verdade ajudam a perder peso, a manter a saúde do coração e a balancear os hormônios”, diz a nutricionista Tamar Samuels ao HuffPost.

É claro que não é tão simples assim. Eis as coisas mais importantes que você precisa saber sobre gorduras, incluindo sua importância em uma dieta saudável.

Por que precisamos de gordura em nossas dietas 

“Gorduras são uma fonte primária de energia, e temos de consumir ácidos graxos essenciais para sustentar funções básicas do organismo”, diz Samuels.

O consumo regular de gorduras saudáveis está associado a inúmeros benefícios para a saúde, incluindo equilíbrio emocional e combate de inflamações.

“A gordura serve para isolar nossos órgãos e atua como componente estrutural das células”, explica Samuels. “Ela também sustenta funções imunológicas, ajuda a regular a temperatura corporal, mantém a saúde da pele, dos cabelos e das unhas e ajuda a absorver vitaminas solúveis em gordura, como A, D, E e K. Outras gorduras funcionam como ‘tijolos’ para a composição dos hormônios.”

O consumo de gorduras saudáveis também está relacionado a benefícios de longo prazo, tais como menores riscos de doenças cardíacas. Quanto à perda de peso, estudos mostram que dietas com poucos carboidratos estão associadas à perda e manutenção de peso – ou seja, sim, você deve comer gorduras (e diminuir os carboidratos) se quiser emagrecer.

Will Cole, autor de Ketotarian, diz que o consumo de gordura também é crucial para equilibrar o nível de açúcar no sangue. Ou seja, ela ajuda a evitar episódios de “raiva” por causa da fome.

“Apesar de o organismo poder utilizar glicose como combustível, ela se esgota rapidamente, o que significa uma montanha russa de açúcar no sangue – sempre com fome e ansiosos para nossa próxima dose. O açúcar no sangue sai do controle, e isso pode causar uma série de problemas de saúde”, explica Cole.

Além disso, a gordura é essencial para o funcionamento ótimo do cérebro. “O cérebro é composto por 60% de gordura, e tipicamente começamos a vida com uma alimentação à base de gordura, com o leite materno”, diz Cole. “Por isso, queimar gordura em vez de açúcar – o princípio básico da dieta cetogênica – pode melhorar a saúde do cérebro.”

Quanta gordura você deveria consumir por dia 

Há defensores de uma dieta rica em gorduras (alô, ceto), mas o governo americano recomenda que elas representem somente de 20% a 35% das calorias ingeridas diariamente.

Portanto, se você estiver consumindo 2.000 calorias diárias, isso significa de 400 a 700 calorias de gordura (44g a 78g), dependendo do seu peso e do nível de atividade física. Em relação às gorduras saturadas, o teto recomendado é 10%.

Mas, como explica Cole, essas recomendações variam de pessoa para pessoa. “Essas diretrizes deveriam ser baseadas em idade, peso, altura, sexo, nível de atividade física e eventuais problemas de saúde”, diz ele. “Em geral, o importante é incluir alguma gordura saudável em cada refeição. Se você ficar satisfeito, já é um bom começo.”

Entenda a diferença entre gordura “boa” e “ruim” 

Eis um detalhe importante: nem toda gordura é igual. Alguns exemplos de gorduras “ruins” incluem certas carnes (suína e bovina), manteiga e margarina e óleos vegetais, como canola. Isso não quer dizer que você tem de evitar esse tipo de gordura – apenas prestar atenção ao consumo.

A boa notícia é que existem várias comidas “gordas”, deliciosas e saudáveis. Em geral elas fazem parte da categoria de gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas, além de ácidos graxos como ômega-3 e ômega-6 contidos em alimentos como salmão, abacate, azeite, ovos e nozes.

Fonte:
*Este texto foi originalmente publicado no HuffPost US e traduzido do inglês.

Tem problema ser um “atleta de fim de semana”? É melhor ser sedentário?

Weekend Warrior, o termo vem do inglês e representa o “atleta de final de semana”. Isso é, as pessoas que realizam a quantidade total recomendada de atividade física semanal em um ou dois dias, geralmente sábado e domingo.
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Veja se você segue as recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde) para prática de atividade física:

Adultos (18 – 64 anos) É recomendada a prática de 150 minutos semanais de atividade física de intensidade moderada (cerca de 20 minutos por dia) ou, pelo menos, 75 minutos de atividade física de intensidade vigorosa por semana (cerca de 10 minutos por dia).
Adolescentes (11 – 17 anos) É recomendada a prática de 60 minutos de atividade física de intensidade moderada a vigorosa por dia.

Cerca de 23% dos adultos e 81% dos adolescentes não seguem as recomendações globais para a prática de atividade física definida pela OMS. Ou seja, não realizam o nível mínimo preconizado de exercícios, o que eleva em 20% o risco de morte por doenças crônicas não transmissíveis, como a hipertensão arterial e diabetes.

E a falta de tempo é culpada por boa parte desse sedentarismo. Então, será que é ruim treinar só de sábado e domingo, quando em teoria temos mais tempo livre?

Qual o problema em ser “atleta de fim de semana”? 

Um dos problemas envolve o fato de que, no geral, “atletas de fim de semana” não realizam exames médicos de rotina e se expõem a uma sobrecarga alta de exercícios sem qualquer liberação médica. Caso haja condições preexistentes, como disfunções cardíacas, elas podem levar a problemas graves e até mesmo à morte súbita.

Além disso, há outras questões envolvidas em se praticar atividades físicas intensas sem regularidade e sem preparo físico, uma vez que, geralmente, essas atividades não são orientadas por um profissional de saúde qualificado e a atividade é realizada de maneira inadequada, sem progressão e controle de carga de treinamento ou de intensidade, o que predispõe à sobrecarga cardíaca, respiratória e muscular, muitas das vezes maior do que o organismo desse indivíduo é capaz de responder e, assim, pode levar a complicações de saúde e lesões importantes.

Saiba quais são as principais lesões e disfunções encontradas em “atletas de fim de semana”

Contusão muscular 
Ocorre quando um músculo é submetido a uma força súbita de compressão, como um golpe direto (exemplo: “tostão” e “paulistinha”).
Estiramentos 
O músculo é submetido a uma tração excessiva levando à sobrecarga e, consequentemente, à ruptura das fibras musculares próximas à junção miotendínea.
Cãibras 
Espasmo muscular sustentado e doloroso, pode ser uma condição predisponente para uma lesão ou distensão.
Entorse 
É uma lesão traumática, geralmente caracterizada pela ruptura parcial ou completa dos ligamentos que envolvem uma articulação ou que orientam e mantêm seu eixo.

Mas então, é melhor ser sedentário ou me manter “atleta de fim de semana”? 

A literatura nos mostra que a atividade física realizada entre uma ou duas vezes na semana reduz os riscos de doenças crônicas e mortalidade. No entanto, a prática de atividade física regular três vezes ou mais por semana não apenas atinge as recomendações da OMS como também se mostra eficaz em reduzir riscos de lesões.

A atividade física é muito importante e exige responsabilidade e cuidados. Deve ser feita de acordo com as capacidades individuais, visando a duração, frequência e a gradação da intensidade. O exercício físico deve ser orientado por profissional de educação física ou fisioterapeuta, auxiliando principalmente essa fase de transição de sedentarismo para a atividade física.

Assim, a maior dica é o cuidado com o corpo. Isso vale para você que se inscreveu naquela corrida de 5 km, para você que joga futebol com amigos aos domingos (ou às quartas-feiras) e até mesmo para você que joga religiosamente aquela partida de tênis aos sábados.

Vocês, “atletas de fim de semana”, necessitam preparar o corpo para essa sobrecarga extra que os espera aos finais de semana (ou aos dias específicos de sobrecarga). Faça uma atividade orientada para associar e complementar a frequência e consistência da sua prática, foque apenas nos benefícios e se previna de complicações na sua saúde. Procure sempre um profissional de saúde.

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Colaboração da fisioterapeuta doutora em ciências da saúde pela UNIFESP, Dra. Renata Luri , da fisioterapeuta esportiva Dra. Julia Werneck e da fisioterapeuta Dra. Bruna Barreto.

Comer massas no jantar combate insônia e estresse, diz estudo científico

Segundo estudo recente, comer pasta no jantar combate estresse e insônia, e não faz engordar

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Uma boa notícia para os amantes de massas. A revista científica The Lancet Public Health acaba de publicar um estudo que desmascara um mito: um prato de macarrão no jantar não engorda. Pelo contrário. O consumo de uma boa pasta nas últimas horas do dia melhora o sono e combate o estresse, devido à presença de triptofano neste alimentos e vitaminas do grupo B.

A notícia, naturalmente, está sendo bastante repercutida na mídia italiana. O novo estudo pode mudar os hábitos alimentares de muitos italianos: 65 por cento comem macarrão apenas no almoço, enquanto que 35 por cento preferem pasta no jantar.

O especialista em distúrbios do sono, Fausto Ito, concorda com o estudo e diz que quem quer dormir bem e acordar revigorado não deve eliminar carboidratos da dieta após o anoitecer. “É mito achar que se comer à noite vai engordar. Cada grama de carboidrato sempre vai fornecer quatro calorias, não importa a hora que for ingerida. Para não engordar, é preciso controlar o excesso. Mas isso deve ser feito a qualquer hora do dia”, explica.

Segundo o profissional, alimentos ricos em carboidratos contribuem para a produção de dois tipos de hormônios: serotonina, que diminui a ansiedade e combate a insônia; e melatonina, que induz o sono.

Evite exageros 

Evitar exageros também contribui para o sono perfeito. Segundo Ito, à noite o metabolismo do organismo é mais lento, o ritmo dos batimentos cardíacos diminui. O mesmo acontece com o ritmo da respiração e o processo digestivo. Isso significa que, se a pessoa comer em excesso, pode ter um grande desconforto abdominal – capaz de tirar o sono e até provocar pesadelos.

Fonte

4 dicas para você voltar ao treino após o carnaval

O carnaval é um dos feriados prolongados mais tentadores para deixar de lado toda a rotina saudável. É fato que você não precisa perder essa festa com tudo o que tem direito, basta se preparar para voltar à rotina depois.
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Contudo, retomar o treino após a folia pode não ser uma tarefa tão fácil. Dependendo dos exageros, pode ser que você tenha ganhado uns quilinhos, seu corpo perde um pouco de força, flexibilidade, resistência e os hábitos saudáveis precisam ser restabelecidos imperativamente diante da moleza causada pela quebra da rotina e efeitos colaterais da diversão.

Se organizar para retomar a “vida normal” torna tudo mais fácil e com os exercícios físicos acontece a mesma coisa. Confira algumas dicas para entender como tornar esse retorno à vida saudável mais agradável!

1. Foco na reidratação! 
O consumo de álcool e alimentos gordurosos associados à pausa no treino podem ter como uma das consequências a redução na hidratação. Estar bem hidratado é fundamental para o funcionamento correto do metabolismo, pois as células precisam de água para realização de suas funções metabólicas.

Então, trate de recuperar a hidratação, coloque isso como uma prioridade! Não apenas beba água, mas invista em alimentos saudáveis que apresentam alto teor hidratante, como melancia, melão, abacaxi, laranja e outros.

2. Retome a rotina alimentar saudável. 
A alimentação é outro fator que interfere em como será seu desempenho e sua disposição na prática de exercícios. Então, não deixe para depois retomar uma rotina alimentar saudável. Passou o carnaval? Então deixe para a próxima “folga” as deliciosas negligências. Se você não tomar cuidado, seus hábitos se modificarão e depois irá precisar de uma reeducação alimentar mais difícil.

3. Vá com calma no treino! 
Enquanto algumas pessoas sofrem para conseguir voltar às atividades após o carnaval, outras querem voltar com tudo. Mas é preciso ter cuidado nesse retorno. Seu corpo precisa recuperar a resistência, a força e a flexibilidade que ficam comprometidas no período de festas.

Não subestime as mudanças que essa pausa pode causar no seu organismo, as consequências podem ser lesões e reações fisiológicas que apenas vão prejudicar o retorno aos treinos. Comece devagar, com exercícios mais leves e focados em recuperar a base mencionada e, aos poucos, recupere a intensidade.

4. Está desanimado? Então volte a treinar com diversão! 
Algumas pessoas não têm tanta afinidade com treinos tradicionais, como exercícios aeróbicos clássicos e musculação, embora pratiquem essas atividades. Então, pode acontecer que elas fiquem desanimadas de voltar ao treino depois da festança.

Você pode vencer o desânimo buscando uma atividade com a qual tenha maior afinidade e que te motive mais ao retorno, como a dança, natação, pilates, yoga, lutas, enfim, são muitas alternativas para você escolher. Quem sabe, depois dessa variada, você até descobre um novo interesse para sua rotina de exercícios físicos?

É importante lembrar que voltar a treinar depois carnaval não é apenas mais uma rotina que você vai reiniciar, é também uma atitude que te ajudará a ficar mais disposto e preparado para todas as outras atividades que, inevitavelmente, fazem parte da vida.

Fonte

Alimentação pós-treino: quais alimentos priorizar?

Alimentação adequada é fundamental para atingir os objetivos e evitar sintomas como tonturas, hipoglicemia, cansaço extremo e cãibras

W8eeT10u_iCPWP4dg7-GgqWAKss9MC8p6L6QrW0UWlg-2048x1152Seja qual for o objetivo de quem malha – emagrecer, ganhar massa ou apenas manter-se saudável – a alimentação é fundamental e caminha lado a lado com a boa forma. Sendo assim, os alimentos consumidos antes e depois do treino merecem uma atenção especial, caso contrário, podem atrapalhar nos resultados esperados.

Muito se fala dos alimentos que se deve consumir antes da atividade física, mas a alimentação pós-treino também merece atenção. Com a ajuda da Thaianna Velasco, nutricionista funcional da Clínica Helena Costa (RJ), listamos algumas dicas e sugestões.

Segundo a especialista, o período entre o término do treino e a alimentação varia de acordo com o objetivo de cada um. Se for emagrecer, a dica é que esperar até 1 hora após o treino para se alimentar, principalmente após o exercício aeróbico. Isso faz com que o corpo continue queimando calorias.

Contudo, se o objetivo for hipertrofia ou apenas preservar a massa magra, a refeição deve ser feita logo após o término do treino. Além disso, deve-se priorizar carboidratos e proteínas. “Se o treino tiver sido muito extenuante, vale acrescentar uma dose de alimentos ricos em antioxidantes, que ajudarão o organismo a se recuperar de forma mais rápida, como blueberry, cranberry, açaí ou uvas”, ensina.

Indiferente do objetivo, a alimentação pós-treino é o momento de comer aqueles alimentos que possuem alto índice glicêmico (quando o açúcar chega ao sangue mais rapidamente). “A insulina liberada por esses alimentos também sinalizam M-tor que é o grande responsável pela síntese protéica, favorecendo a hipertrofia”, explica Thaianna. Porém, mesmo com o corpo ainda queimando calorias, não é indicado consumir alimentos ricos em açúcares ou gordura.

Além dos alimentos com alto índice glicêmico, os carboidratos também são importantes, pois ajudam a repor a energia gasta. Está presente em alimentos como pão, macarrão, arroz, batata e milho, entre outros. Também entram na lista as proteínas. Elas ajudam na reconstrução da fibra muscular, colaborando para o ganho de massa magra. Estão presentes na carne bovina e suína, frangos, peixes, ovos, leite e derivados.

Sugestões de cardápio
Para acertar na alimentação pós-treino, confiras as sugestões de cardápio da nutricionista:

1. vitamina de fruta batida com leite e aveia;
2. cereal matinal com leite e fruta;
3. barra de cereais e iogurte;
4. salada de frutas com iogurte e um pão com geleia;
5. leite com achocolatado e um pão com queijo;
6. batata cozida com queijo cottage e peito de peru;
7. sanduíche de peito de peru e queijo branco com suco de abacaxi;
8. bolo de cenoura com iogurte e fruta;
9. salada verde e espaguete ao sugo com frango grelhado;
10. arroz com brócolis e bife grelhado.

Já a quantidade, depende de pessoa para pessoa. “Um homem de 80 quilos não terá a mesma necessidade de uma mulher de 50 quilos, por isso, deve-se levar em consideração além do sexo e peso, a idade, deficiências, ingestão, o treino e, mais uma vez, o objetivo de cada um”, explica a nutricionista.

Importância da alimentação
Alimentar-se corretamente depois do treino é fundamental para atingir os objetivos, mas não só isso. Segundo a nutricionista, também ajuda a não ter nenhum sintoma desagradável como tonturas, hipoglicemia, cansaço extremo e cãibras.

Após exercícios noturnos, inclusive, a nutricionista sugere evitar alimentos de difícil digestão, como a carne vermelha, melancia e carboidratos de alto índice glicêmico. Além disso, é fundamental não se preocupar apenas com o pós-treino. “Tão importante quanto essa alimentação são as outras ao longo do dia, que também devem ser equilibradas e conter a quantidade ideal de proteínas, carboidratos e gorduras, que devem ser calculadas por um profissional da área”, finaliza Thaianna Velasco.

Fonte

Aposte no estilo de vida saudável para prevenir a obesidade

De acordo com os últimos dados da ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), 50% da população está acima do peso (sobrepeso e obesidade), e entre as crianças este número estaria entre 15%. A obesidade é um dos maiores problemas de saúde pública no mundo tendo como projeção em 2025 cerca de 2,3 bilhões de adultos em sobrepeso e mais de 700 milhões dentro do quadro de obesidade (OMS, 2019).
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RISCOS
A obesidade é uma doença que como qualquer outra e necessita de cuidados específicos. Dados recentes demonstram que tanto as pessoas obesas quanto as que estão em sobrepeso tem riscos de desenvolver uma série de problemas como hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, artrose, artrite, pedra na vesícula, entre muitas outras.
Ainda dentro dos complicadores da obesidade temos o próprio tecido gorduroso, que é nocivo e metabolicamente ativo e produz enzimas causadoras da resistência à insulina. Dessa forma, surgiu o termo “síndrome metabólica”, que é o conjunto doenças associadas ao aumento do risco de problemas cardiovasculares.

SÍNDROME METABÓLICA
É considerado portador da síndrome metabólica os indivíduos que possuem pelo menos 3 dos 5 critérios abaixo:
• Circunferência abdominal maior que 102 cm em homens e 88 cm em mulheres;
• Níveis de triglicerídeos sanguíneos maiores que 150 mg/dl;
• Colesterol HDL (colesterol bom) menor que 40 mg/dl em homens e 50 mg/dl em mulheres;
• Pressão arterial maior que 130 /85 mmHg;
• Níveis de glicose em jejum maiores que 100 mg/dl.

ESTILO DE VIDA SAUDÁVEL
É de extrema importância que se trate todos os componentes da síndrome, adotar um estilo de vida saudável, se alimentar de forma equilibrada e perder peso. Em alguns casos poderá ser necessário o uso de medicamentos, mas consulte um médico para avaliação da conduta correta.
Em uma revisão da literatura feita em 2008 por Guttierres, demonstrou que o treinamento de força tem efeito protetor para a prevalência de síndrome metabólica pelo fato de aumentar a massa muscular, reduzir o tecido adiposo visceral, aumentar a imunidade, elevar a sensibilidade dos receptores da insulina (melhorando o controle do diabetes), melhora dos níveis de colesterol, diminui a pressão arterial e aumento do gasto calórico promovendo melhor controle do peso corporal.

ALIMENTAÇÃO
Para Steemburgo, 2007 a alimentação equilibrada possui papel importante tanto no controle quanto na prevenção da síndrome metabólica. Dados recentes associam a presença da doença com baixo consumo de grãos integrais, frutas e vegetais. Estes alimentos são fontes importantes de fibras, nutriente este que está associado à redução de riscos cardiovasculares.
Não deixe a doença se instalar, a obesidade tem causa multifatorial. Procure ajuda com profissionais devidamente habilitados. Pratique atividades físicas regulares e mantenha uma alimentação equilibrada. Não procure milagres nem pílula mágica. Saúde é coisa séria.

-> https://www.strava.com/clubs/468812/posts/4528700
Fonte

Homens e mulheres não são iguais quando se trata de treinamento

Homens e mulheres não são iguais quando se trata de treinamento: cada corpo possui necessidades bem diferentes.
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Falar uma frase como “homens e mulheres não são iguais” nos dias de hoje, é perigoso. Afinal, são sim iguais nos direitos e deveres, perante a lei, perante nosso respeito, e por aí vai. Mas, quer saber onde essa frase se encaixa bem? No cuidado corporal na hora de pedalar.

O fato é que os corpos são diferentes e possuem necessidades diferentes: tanto de hidratação e alimentação quanto nos treinos direcionados de força e flexibilidade. Nós vamos te mostrar agora esses quatro aspectos e quais são os cuidados que ele e ela devem tomar para um pedal e uma vida saudável.

1. Alimentação pós treino 
Antes de mais nada, é importante esclarecer que cada biotipo e intensidade de treino precisam de uma quantidade diferente dos macros, por isso, é extremamente necessário que antes de seguir qualquer dieta ou dica você procure um nutricionista ou profissional qualificado da área. Essa pessoa vai te auxiliar a regular sua alimentação de acordo com seu corpo e seus treinos.

Outro ponto para destacar nesse tópico é a importância de entender o que são proteínas e carboidratos. Quando falamos para ingerir uma quantidade x de proteínas e carboidratos, não queremos dizer para você comer carne e batata, respectivamente. Na realidade existe uma gama enorme de alimentos que tem essas funções, e variar de acordo com uma dieta balanceada é essencial.

Dito isso, em linhas gerais, homens devem comer uma barrinha ou bebida de proteína até 30 minutos depois de um treino intenso. Você pode até comer um gel de carboidrato (o ideal são 25g pós pedal). Isso vai ajudar a repor as energias perdidas no treino, ajudando na sua recuperação muscular.

Já as mulheres possuem uma janela de recuperação muito mais curta, sendo que o corpo feminino é mais propenso a quebrar tecidos musculares em exercícios intensos. Por isso elas devem ingerir 30g de proteína em até 30min após um treino duro. Os carboidratos devem ser ingeridos nos 90 minutos seguintes. Lembrando que a quantidade de repositores é relativa ao peso do ciclista e biotipo físico.

2. Treino de força 
Homens nascem com mais massa muscular do que as mulheres. Você pode reparar, mesmo os que não fazem exercício regularmente e estão fora do peso ideal, possuem mais músculos firmes no corpo do que mulheres na mesma situação. Apesar de parecer bom os homens geralmente terem mais massa muscular também na parte superior do corpo, não é para pedal. O homem precisa fortalecer os membros inferiores e na região do core.

As mulheres já tem uma musculatura menos desenvolvida na parte superior do corpo e core mais baixo – duas coisas que afetam o pedal e a resistência. Além do treino de pernas, é preciso pegar firme nos trabalhos de peso corporal, tipo flexões, abdominais e outros exercícios que vão aumentar a massa muscular magra da cabeça aos pés.

3. Hidratação 
Ok, chegamos em um ponto comum: vocês já sabem que se hidratar é essencial antes, durante e depois do pedal. Portanto ambos os sexos precisam beber líquidos antes mesmo de sentirem sede pedalando – você pode levar um ou dois squeezes para o pedal, ou uma mochila de hidratação para mais conforto.

Mulheres: é preciso fazer uma “pré hidratação” antes da menstruação. Nesse período, os hormônios podem fazer com que o volume de plasma sanguíneo baixe em até 8% antes mesmo de se dar a primeira pedalada. Na preparação para treinos longos, beba líquidos com sal (o sódio ajuda na absorção de fluidos), como caldo de galinha (natural).

4. Flexibilidade 
Homens têm músculos desenvolvidos, mas os posteriores das coxas são encurtados, o que dificulta uma posição aerodinâmica na bike e a geração de potência na pedalada. Por isso é preciso fazer exercícios de alongamento das coxas e posteriores, que fortaleçam os glúteos.

Já as mulheres tendem a ser mais flexíveis que os homens. Entretanto, os quadris mais largos também podem resultar em músculos encurtados na parte interna das covas e nos glúteos máximos, causando dor nos joelhos e quadris. Fortaleça os glúteos e trabalhe o alongamento da parte interna das coxas.

-> Strava

Erros que você comete e comprometem sua saúde no verão

CBP_2018-07-16 02.19.25É uma delícia aproveitar o sol. Sair para aquela pedalada, corridinha e até na piscina ou praia no verão. Curtir os dias quentes com roupas mais leves. Só que isso requer cuidados: o sol é uma excelente fonte de vitamina D, mas também é o causador de câncer de pele, manchas, insolação, envelhecimento precoce da pele e doenças em outras partes do corpo – até nos olhos – se não forem tomados os cuidados adequados em relação a ele. Evitar os danos dos raios UVA e UVB é dever de todos.
Além disso, esquecimentos bobos podem comprometer a saúde ao longo destes meses tão quentes e tão gostosos. Confira quais são os principais erros de verão e se lembre sempre de não cometê-los mais. Seu organismo agradece!

Não usar protetor solar 
Este é o pior e mais perigoso erro. Se você simplesmente não usar protetor solar, sua pele fica exposta aos raios UVA e UVB, causadores de manchas a câncer de pele, passando por envelhecimento precoce de pele e outras doenças cutâneas. Também pode ficar com bolhas e ter insolação.
O protetor solar deve ser usado todos os dias, mesmo que esteja nublado ou chuvoso, pois os raios ultravioletas passam pelas nuvens e danificam a pele em qualquer condição climática.

Usar o protetor solar de forma incorreta 
Não basta passar o protetor solar de qualquer jeito na pele: é preciso aplicá-lo nas quantidades certas em cada parte do corpo e reaplicá-lo a cada duas horas ou depois de mergulhos na água (mesmo que a última aplicação tenha sido há menos de duas horas). Lembrem-se de passar pelo corpo, pelo menos, uns 30min antes de “enfrentar”o sol. Se não for feito desta maneira, a pele estará exposta aos males dos raios ultravioletas de igual maneira.

Esquecer de beber água
Transpiramos e perdemos mais líquidos no calor, o que requer atenção redobrada à hidratação. O recomendado é que sejam bebidos pelo menos dois litros d’água por dia – veja bem: pelo menos, o que significa que você pode beber mais que isso, na medida em que sinta sede.
Quando você bebe menos que dois litros d’água por dia, prejudica a pele (que fica gradativamente mais ressecada) e os rins (note se a urina está ficando escura). Nunca é demais lembrar: beba água!

Não proteger os lábios contra os raios solares 
Você lembra de passar protetor solar até atrás da orelha, mas esquece dos lábios? Isso é um problema! A pele labial é sensível e também precisa ser protegida contra os raios UVA e UVB – o lábio inferior é um local comum de manifestação de câncer de pele.
Providencie um bom protetor solar específico para os lábios e afaste esse risco.

Não passar hidratante na pele oleosa
Todas as peles – inclusive a oleosa – precisam de hidratante o ano todo, e mais ainda no verão. Sem hidratação tópica, haverá ressecamento, descamação e o risco de um quadro de desidratação cutânea.
Há hidratantes para todos os tipos de pele. Escolha o melhor para a sua e seja feliz!

Não usar óculos escuros
Os olhos também sofrem com a exposição aos raios UVA e UVB: os problemas podem ir de irritação e lacrimejamento a catarata e degeneração macular, passando por doenças como o pterígio (aquela carninha que se forma no canto dos olhos).
Use sempre óculos escuros de boas marcas, com lentes com proteção contra os raios ultravioletas.
Dica: os baratinhos de camelô quase nunca têm essa proteção. Invista um pouquinho mais no acessório, pelo bem de sua saúde ocular.

Não tomar uma ducha de água doce depois de entrar no mar 
O sal e a areia do mar ressecam a pele, por isso é indispensável removê-los depois dos mergulhos. O maior problema desse tipo de ressecamento é a formação de fissuras, que servem como porta de entrada para bactérias, vírus e micro-organismos maléficos em geral.
Se na praia que você frequentar não houver duchas de uso coletivo, leve água de torneira em garrafas para jogar no corpo depois dos banhos de mar. E não se esqueça de reaplicar o protetor solar na sequência.

-> https://www.strava.com/clubs/468812/posts/4397465
Adaptado da pagina:
encurtador.com.br/rzJ27

DICA: Como escolher e ajustar corretamente um CAPACETE

Se você vai comprar um capacete, aqui estão algumas considerações para adquiri-los e como utilizá-los corretamente:
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Como os capacetes são feitos? 

Basicamente os capacetes são feitos em duas partes: Uma película protetora de plástico ou carcaça e uma capa (a que envolve a cabeça) de poliestireno expandido.

A película exterior protege o poliestireno do desgaste natural (pelo sol, chuva, granizo e a umidade) e o mantém unido e compacto já que esse material tende a formar pequenas rachaduras.

O poliestireno é o material mais importante do capacete porque é encarregado de absorver o impacto, achatando-se primeiro e rompendo-se depois. A Wikipedia nos conta que os capacetes estão otimizados para ser plenamente efetivos em quedas em uma velocidade de 20 quilômetros por hora que não haja outros veículos.

Se a velocidade é de 50 quilômetros por hora, por exemplo, o capacete fará que o impacto seja o equivalente ao de um tombo a 45 quilômetros por hora, também evitará cortes e hematomas no couro cabeludo (nada insignificante) e distribuirá a força do impacto por uma área maior do crânio. É como dizer que seria a diferença entre receber um golpe com um martelo ou com uma panela.

Há vários tipos de capacetes

De carcaça dura ou de carcaça suave (também existe sem carcaça mas quase não se fabricam mais). Contra as pancadas são mais eficazes os de carcaça dura mas transpiram muito mais, e seu uso é praticamente inviável quando se está fazendo exercício físico intenso e a temperatura exterior não é abaixo de zero. Os capacetes de carcaça dura são habituais entre os que praticam manobras e outras variedades loucas do ciclismo de montanha.

Podem ser fabricados com a tecnologia in-mold ou não. O primeiro quer dizer que o poliestireno se fabrica diretamente sobre a carcaça exterior como se essa fosse um molde. Assim ambas as peças se encaixam perfeitamente ficando solidamente unidas. A outra forma de fazer os capacetes implica que as peças são fabricadas separadamente e se juntam depois, o que faz do capacete um pouco menos robusto. Atualmente a maioria dos capacetes são fabricados com a tecnologia in-mold.

Qualidade e Preço

Os capacetes mais caros não são necessariamente os mais seguros. O preço dos capacetes depende de questões como seu peso, a ventilação, se possui viseira ou não, os sistemas de ajuste e claro, o design do capacete.
Os capacetes mais baratos custam em torno de 40 reais e podem chegar a 800 reais, que são alguns modelos super sofisticados. O preço não indica uma maior segurança. Todo capacete homologado deve funcionar bem, a diferença está nas outras características que comentamos acima.

Tamanhos

Os capacetes, como quase tudo na vida, vêm em diferentes tamanhos dependendo da circunferência da cabeça. Os tamanhos tradicionais valem para cabeças com circunferências entre 50 e 62, dependendo de fabricantes e modelos. Por exemplo, minha cabeça tem uma circunferência de 56cm e isso equivale a um ‘M’ da marca Giro, que vale para cabeças entre 55 e 59cm devido a regulagem de circunferência que tem no capacete.
A melhor maneira de saber se o capacete é do tamanho certo para você é provando ele. Atualmente a maioria dos capacetes vem com uma espécie de cinta de regulagem para se adequar melhor à cabeça.

Ajuste do capacete

Para que o capacete proteja sua cabeça como deve é preciso que ele esteja ajustado corretamente. Isto é:
A borda do casco deve estar um ou dois dedos acima da sobrancelha de maneira que quando você olhe para cima consiga ver a borda.
A correia que tem no capacete deve estar bem ajustada. O ideal que que sobre menos de 4 centímetros de distância entre a correia e o queixo, e a parte lateral da correia deve fazer um ‘V’ levemente encostado na pele. O resultado final deve ser de um capacete firme porém sem apertar.
Este é o teste para saber se você fez corretamente:

A. Ao abrir a boca aperta sua cabeça? 
Abra a boca o máximo como se estivesse bocejando. Você deve sentir o quanto o capacete se pressiona sobre sua cabeça. Se sentir algum incômodo deverá afrouxar e se não pressionar nada você deve apertar mais as correias do queixo.

B. Você pode mover o capacete facilmente para trás e para frente? 
Você deve ajustar a cinta de regulagem primeiro, e depois as correias do queixo até que o capacete fique firme.

Para quem tem cabelos compridos, um truque: você pode ajudar a manter o capacete na posição fazendo um rabo de cavalo e passando no triângulo que faz a cinta de ajuste e o próprio capacete. Dependendo da altura do rabo de cavalo o capacete ficará bem posicionado.

Conselhos variados

Os capacetes possuem validade, assim como os iogurtes. Com o tempo o poliestireno perde a elasticidade e já não protege o suficiente as pancadas. Como orientação básica, podemos dizer que a idade média de validade de um capacete é de 5 anos, mas depende da marca e modelo.

Quando o capacete recebe seu primeiro impacto forte também deixa de ser funcional: o material perde a tensão, e não reagirá de forma correta quando tiver outro impacto. Nesse caso, se você teve alguma batida considerável, troque o capacete.

Para cicloturismo recomendamos os capacetes com viseira (aba). Além de proteger contra o sol, também evitam que as chuvas pesadas se choquem diretamente com o rosto, quando a chuva pesada bate na viseira além de diminuir drasticamente a velocidade da água, também transforma uma grande gota em pequenas partículas de água.

-> https://www.strava.com/clubs/468812/posts/4250694

Fontes: OCU, Wikipedia, NHTSA e http://www.ciadopedal.com.br/