Cada vez mais as pessoas têm procurado incluir as pedaladas na rotina, seja fazendo o exercício antes ou depois do trabalho. Essa prática tem crescido e é bastante comum ver grupos gradativamente maiores de ciclistas pelas ciclofaixas, avenidas e rodovias de diversas cidades do Brasil.
A segurança, contudo, é um dos principais fatores para pedalar em grupo, tanto para auxiliar em casos de acidentes quanto para diminuir as chances de situações de risco para os adeptos.
Se você pensa em se juntar a amigos para pedalar, é bom estar por dentro de algumas regras básicas para o bom desenvolvimento da atividade. Pensando nisso, neste post, selecionamos 5 dicas para que todos se saiam bem, veja:
1. SIGA O LÍDER
É importante o grupo de ciclistas elegerem um líder para ajudar nas coordenadas. Suas principais funções são ditar o ritmo, averiguar o caminho e momentos de parar ou seguir em frente quando houver muito trânsito.
Instruções na hora de atravessar ruas ou algumas sinalizações de parada e semáforos também são importantes. A melhor pessoa para ficar com essa tarefa é o ciclista mais experiente, que se sinta à vontade para guiar o restante dos praticantes.
2. ATENTE-SE AO RITMO DOS PARCEIROS
A maior diferença entre pedalar sozinho e em grupo é o ritmo. Isso porque, quando o ciclista não está acompanhado, ele pode andar muito rápido ou devagar demais sem problema nenhum. Mas em grupo as coisas mudam.
A começar que não é recomendado deixar ninguém para trás, portanto, sinta qual é a velocidade padrão do grupo e atente-se em mantê-la. Caso seu ritmo seja totalmente diferente, nada impede de conhecer outros grupos de ciclistas.
3. CONVERSE E SINALIZE SEMPRE
Além dos alertas que o líder passará para todos do grupo, as simples sinalizações devem ser feitas sempre. Essa regra inclui avisar que um carro está se aproximando, advertir sobre buracos e até fazer perguntas para saber como estão os ciclistas próximos.
As orientações devem ser passadas uma por uma até que todos estejam informados, pois é quase impossível quem estiver na frente ser ouvido pelo último da fila.
4. TRACE A ROTA E COMBINE PARADAS PARA DESCANSAR
“Não sô… é pra lá, ó!” Fonte: Pinterest
Antes do ponto de partida, reúna-se com seus parceiros para traçar o melhor caminho, pensando na segurança de todos. Deve-se levar em conta o trânsito local, evitar trechos esburacados e considerar a distância do percurso, que precisa ser adequada aos envolvidos.
Os pontos de paradas devem ser combinados e, assim, o grupo pode descansar, alimentar-se e se hidratar. Se for um dia muito quente, adicione mais paradas para o bem-estar de todos.
5. TOME ATITUDES SEGURAS
Ao andar de bike, é preciso usar os equipamentos de segurança para seu próprio bem e nunca abrir mão deles. Além disso, quando estiver pedalando em grupo, fique sempre atento à distância de quem está a sua frente para não haver contatos entre os pneus.
Andar em filas duplas é a melhor opção. Entretanto, a atenção é dobrada para qualquer tipo de movimento que fuja do padrão, como desviar de buracos e outros imprevistos. Sendo assim, fique atento a avisos e sinalize as manobras que fará.
A maior vantagem de estar em grupo é contar com ajuda e solidariedade de todos para qualquer surpresa, desde problemas que possam vir da bicicleta ou mesmo o desgaste físico.
Pedalar em grupo pode render grandes histórias e experiências, como conhecer novos lugares, viver momentos inesquecíveis e fazer amigos. Por isso, aposte nessa modalidade e aproveite para superar seus limites ao lado de parceiros!
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Nas subidas é normal ter esta dúvida: Devemos nos manter sentados e procurar a cadência ideal ou apertar um pouco o ritmo e pedalar de pé?
É uma boa pergunta. E a resposta é que, em regra, é preferível pedalar sentado. Simplesmente porque é mais económico em termos de gasto de energia. Gastamos menos e a força é inferior àquela que teríamos se pedalássemos de pé.
“Força!!!”
No entanto, pedalar de pé tem algumas vantagens: produzimos mais watts que nos permite descansar um pouco o corpo ao mudarmos de posição. Ao colocarmos em pé, contamos com uma força extra para pedalar com mais potência, ou seja, com o nosso peso corporal, que se une à força que podemos fazer com os músculos extensores desta zona (glúteos e isquiotibiais), dos quadríceps e das panturrilhas (famosa “batata da perna”). Além disso, balancear a bicicleta ajuda a aplicar as forças mais verticais e ainda fazemos força extra com os braços e tronco. Por isso sprintamos de pé, porque somos capazes de fazer mais força.
Modo correto de pedalar em pé…
Por este motivo, pedalar de pé é muito útil para superar subidas curtas. Outro aspeto positivo de pedalar de pé é que serve para modificar ligeiramente a ação muscular, e, portanto, pode implicar um pequeno descanso se já levarmos muito tempo sentados, já que entram em funcionamento outras fibras musculares. Também a zona perineal é capaz de ficar algo adormecida se passarmos muito tempo estáticos em cima do selim, pelo que pedalarmos de pé significa sempre um alívio, fazendo com que o sangue volte a circular bem nesta zona.
Por estas razões, em subidas longas, um boa recomendação é que a cada 5 a 7 minutos, pedale sentado e pedale em pé durante 30 segundos ou um minuto. O inconveniente de pedalar de pé muito tempo é que o gasto energético é maior e ao longo do tempo fará com que nos fatiguemos mais depressa. Em contra partida, deve-se ter em conta que ao pedalar de pé perde-se muita tração ao retirar o peso da roda traseira e haverá muitos momentos/trajetos onde pode ser impossível pedalar de pé.
Não é porque você não sai do lugar que se exercitar na bicicleta ergométrica vai ser monótono. Vale a pena conhecer as aulas de bike Spinning.
Fonte: Pinterest
Pedalar sem sair do lugar de forma motivadora e divertida é o objetivo do Spinning. (Spinning? Muitas vezes também chamado de ciclismo indoor. São as aulas coletivas na bicicleta ergométrica, que a cada dia conquista novos adeptos.) É uma das atividades preferidas das mulheres nas academias. Sobretudo por gerar alto gasto calórico e fortalecer pernas e coxas.
A aula permite que os alunos simulem trajetos, como se estivessem nas ruas, percorrendo descidas, subidas e lugares planos. Tudo acompanhado por muita música e um instrutor incentivando os alunos.
O objetivo da modalidade é enrijecer os membros inferiores, queimar gordura, aumentar a resistência do corpo e principalmente auxiliar na perda de peso.
Durante a primeira aula é normal não conseguir se adaptar ao ritmo intenso, no entanto, com a prática regular, o corpo tende a se tornar mais resistente, podendo assim elevar a frequência e a intensidade do exercício.
Pra’queles que gostam de pedalar, mas estão sem tempo, ou tem medo de pegar a bike e sair pelas ruas, estradas ou trilhas, spinning é uma excelente opção. A indicamos também para aqueles que querem complementar os treinos com as bikes ou até mesmo, para variar o estilo e ritmo das pedaladas. Como a bike de rua, também é uma indicada opção para aqueles que não podem realizar atividades de alto impacto, como as corridas.
História da bicicleta ergométrica
A modalidade foi criada em 1980, por Johnny Goldberg, ciclista americano. Seu objetivo era atravessar os Estados Unidos em apenas oito dias e para isso precisava treinar de forma intensa e diariamente. Como as condições climáticas eram desfavoráveis, ele criou a bicicleta ergométrica de modo a simular as dificuldades de um treinamento. A partir disso surgiu à prática que atualmente toma conta das academias do país.
Veja a seguir, alguns benefícios da prática na bicicleta ergométrica e dicas para você aproveitar ao máximo os treinos:
1. Queima muuuitas calorias
Na prática do bike indoor, o gasto calórico é muito alto. Estima-se que, uma aula de bike indoor de 50 minutos tenha um gasto calórico aproximado de 500 a 800 calorias. (Devemos destacar que a quantidade de calorias que você queimar vai depender da intensidade particular de seu treino)
E o melhor é que mesmo depois de quatro horas do término do exercício seu corpo continua queimando calorias. Isso ocorre por se tratar de um treino de alta intensidade, que acelera o metabolismo.
O ideal é que você ajuste a bicicleta de acordo com a intensidade que deseja, sempre visando progresso de resistência física. Todo mundo deseja manter uma boa forma, e sendo aliada a uma qualidade de saúde, o ato de pedalar pode se tornar ainda mais prazeroso.
2. Tonifica os músculos
Se você não tem muita paciência para puxar ferro na academia, mas mesmo assim quer tonificar seus músculos, a bicicleta ergométrica é uma alternativa interessante.
As pedaladas aprimoram a qualidade dos músculos dos membros inferiores. Os benefícios do Spinning podem se estender sobre os músculos da região dos quadríceps, coxas, panturrilhas e glúteos. Você ainda pode aumentar ou diminuir a tensão exigida pela bicicleta, para assim simular subidas ou descidas.
Estendendo-se um pouco mais, ao se posicionar corretamente sobre a bicicleta, e com controle de respiração, você poderá tonificar os músculos da região abdominal, principalmente porque quanto mais rápido você pedalar, mais gordura queimará, assim, com a camada de gordura mais fina, os músculos ficarão mais evidentes. Ao pedalar de forma mais lenta, você aplicará uma maior tensão, trabalhando também os músculos de forma diferenciada.
3. Fortalece o sistema cardiovascular/respiratório
A prática regular de Spinning pode te ajudar a construir uma maior resistência cardiorrespiratória. Isso se torna um dos maiores benefícios do Spinning, principalmente se você é iniciante e durante os exercícios se sente fraco ou ofegante.
Essa melhora na resistência pode ser reconhecida até nas atividades mais triviais do dia a dia, você poderá reconhecer que não sentirá desconfortos ao subir lances de escadas, caminhará com mais facilidade, e se manterá bem disposto durante todo o dia, assim rendendo mais em suas tarefas diárias.
4. Exercício de baixo impacto
O Spinning pode ser reconhecido como um exercício de baixo impacto, pois ele não exige que seja posta alta pressão sobre os joelhos e articulações, diferenciando-se da maioria das opções de exercícios aeróbicos. O Spinning, se praticado respeitando as condições físicas pessoais, pode auxiliar no tratamento de artrite, assim reduzindo desconfortos e dores.
Importante ajustar a bicicleta para o conforto de seu corpo. Igual temos a preocupação para a bicicleta “de rua”, na bike de Spinning também há o cuidado com esses ajustes que fazem total diferença na mecânica do movimento, evitando dores e problemas com articulações e músculos.
5. Reduz o estresse
O estresse é um dos maiores vilões da qualidade de vida de uma pessoa. Ele prejudica o sono, o trabalho e até o lazer. Já foi comprovado cientificamente que a prática regular de atividades física ajuda a reduzir o nível de cortisol, hormônio responsável pelo estresse.
As aulas de Spinning podem ser muito eficientes e mais benéficas que chás calmantes. Os instrutores estão presentes para te motivar durante todo o treino, e o ambiente com música contribui para um ambiente descontraído e favorável à distração e envolvimento social.
Por isso, é importante descobrir um esporte que te agrade e que você sinta prazer em praticar. Se você gosta de pedalar, o bike indoor pode ser uma opção para você.
6. Intensidade ajustável
As bicicletas ergométricas possibilitam que as tensões sejam ajustadas de acordo com a metodologia da aula e condicionamento físico de cada aluno. Os instrutores podem indicar a tensão recomendada de acordo com suas habilidades e objetivos de aptidão.
7. Acompanhamento de progresso
A maioria das bicicletas ergométricas conta com alguns dispositivos que possibilitam o registro da quantidade de calorias queimadas, a quilometragem percorrida, frequencia cardíaca e até mesmo a potencia gerada. Como os dispositivos GPS que estamos acostumados para as bikes “de rua”. Em alguns modelos de equipamentos, você ainda consegue salvar o registro no seu Strava, por exemplo.
Essas informações são fundamentais para um bom controle e acompanhamento de seu progresso. Isso com certeza pode ser considerado um dos benefícios do Spinning, por ser um fato motivador para você dar continuidade ao seu planejamento.
8. Pode ser praticado durante o ano todo
Diferenciando-se de atividades como corridas e esportes que não podem ser praticados ao ar livre com tempo desagradável, você poderá usufruir dos benefícios do Spinning durante todo o ano, até mesmo nos meses com temperaturas mais extremas, já que as aulas são ministradas dentro de ambientes climatizados e com o suporte necessário para você se manter fisicamente ativo.
9. Não tem idade
As aulas de Spinning ainda podem contribuir para que a família se mantenha unida também nos exercícios físicos. Independente da idade, os praticantes podem se unir em uma mesma aula, assim se divertirão e desfrutarão de uma melhor saúde ao trabalhar o corpo. Independente da idade, se uma criança iniciar a pratica de Spinning, esta pode adotar a prática até sua velhice, caso queira.
10. Diversão certa
Pois é, não pense que as aulas de Spinning são concentradas apenas na intensidade dos exercícios, a ideia é que você se divirta, conheça novas pessoas e curta as músicas escolhidas para embalar os treinos. Os gostos musicais podem ser comparados e novas afinidades podem ser descobertas com a convivência. A atmosfera criada para motivar é diferenciada e simula um passeio agradável com companhias que buscam objetivos semelhantes aos seus. As aulas de Spinning podem se tornar os momentos onde você se desliga de toda rotina e problemas cotidianos, prendendo-se apenas ao seu treino.
11. Cabe na sua rotina
Se você é daquelas pessoas que adiam o começo da prática de exercícios físicos, escolher as aulas de Spinning pode ser uma ótima ideia, pois acontecem com um tempo de 45 a 60 minutos, o que possibilita que você faça um planejamento de sua rotina com essa reserva de tempo limitado para essa prática.
As academias oferecem essas aulas em todos os turnos, basta você buscar aquela que mais se adequa à sua rotina, dessa forma, temos certeza que se manterá firme no propósito e praticará as pedaladas regularmente, principalmente porque as aulas são ministradas com dias intervalados, o que contribui para que você se recupere para um próximo treino mais intenso e não se sobrecarregue com as tarefas cotidianas.
Lembrem-se…
Como escrevi acima, não há restrição de idade nem peso. Mas cuidado! Qualquer atividade física deve ser regulada por um médico.
Faça um check-up geral antes de começar. Veja se o seu coração está bem, e se você está apta a praticar exercícios físicos imediatamente ou se precisa de alguns cuidados especiais, principalmente em relação ao ritmo. E mesmo que você pratique em casa, é essencial que seu médico autorize o exercício.
Se estiver tudo bem, não perca tempo: suba na bicicleta, “de rua” ou indoor e saia pedalando por aí!
Cada vez mais pessoas estão adotando a bicicleta como meio de transporte. Além de ser muito prazeroso, também faz bem para a saúde, sendo um exercício que movimenta bastante os músculos do corpo e melhora a circulação.
“Acabei de ouvir no rádio que vai chover granizo”
Quem mora perto de parques, praias ou outras paisagens naturais, ou quem quer viajar e levar a bike junto, precisa saber como transportá-la com segurança, para evitar multas e até a possível retenção do veículo.
É possível levar a bicicleta em cima do carro ou na parte de trás. Bikes menores e dobráveis também podem ser levadas no porta-malas ou até dentro do carro (mas essa maneira de transportá-las é mais rara e trabalhosa, apesar de ser a “mais segura”).
O que considerar para escolher um suporte de bicicleta para carros?
Ter um bom suporte de bicicleta para carros, para andar pela cidade ou pegar a estrada, é muito importante para não ter problemas com o transporte. Escolher esse acessório, no entanto, não é uma tarefa tão simples — pois ele precisa ser prático, seguro e ainda estar dentro das leis de trânsito.
Alguns pontos importantes precisam ser considerados a fim de evitar multas e problemas futuros, afinal, adquirir um acessório difícil de manusear e que não seja adequado para o seu carro faz você perder dinheiro e ter muita dor de cabeça.
Pensando nisso, neste artigo falaremos dos tipos de suporte de bicicleta para carros e como escolher o ideal para suas necessidades. Confira!
Quais são os tipos de suporte de bicicleta para carros?
O suporte de bike para carros, também chamado de transbike, pode ser encontrado em vários modelos e a instalação pode ser feita no teto do veículo ou na parte traseira.
Confira os principais tipos de suporte e suas vantagens:
Suporte traseiro
Exemplo de Hack de carro Hatch (E) e carro Sedan (D) Imagens: Google
Esse é o suporte de bicicleta para carros dos mais baratos e populares. Ele é fixado nas extremidades do porta-malas. Em alguns modelos, você ainda consegue abrir o porta-malas sem a necessidade de tirar a bike ou mesmo o hack.
Existe um modelo da marca Thule que os pontos de apoio/contato com o carro, são somente as extremidades do porta-mala (para carro hatch), facilitando o acesso interno do porta-malas.
O problema desse suporte é que ele pode tampar o campo de visão do vidro traseiro, dificultando que o motorista realize manobras com o carro. Dependendo do modelo, pode cobrir a placa e as luzes de sinalização do veículo. Outro problema grave, são as partes que “tocam” a lataria do carro. Mesmo com proteções de espuma ou borrachas, na trepidação típica no rodar do carro, vai cacabar arranhando a lataria.
Mas, pensando em praticidade, o suporte traseiro é uma boa opção, pois é mais fácil de manipular a bike, já que ela fica em uma altura favorável, porém a maioria dos modelos atrapalha o acesso ao porta malas.
Suporte de teto
Existem modelos que necessitam que tirem as rodas dianteiras (E) e outras não (D) Imagens: Google
O suporte de bike para carros de teto um dos mais usados, porém requer algumas observações importantes.
O equipamento é instalado no teto do veículo e pode carregar uma quantidade maior de bicicletas. A maior vantagem dele é que, além do campo de visão do motorista ficar livre, as placas e as luzes de sinalização também não são bloqueadas.
Porém, o suporte de teto exige que o veículo tenha uma preparação para receber o rack na parte de cima da carroceria. Procure saber o modelo certo para o seu carro.
Ninguem quer que isso aconteça. Não é verdade?
Por ficar na parte superior do veículo, ele não interfere na abertura do porta-malas e é mais seguro em caso de uma colisão traseira.
É preciso, no entanto, ficar atento onde se passa, porque dependendo da altura, é possível atingir árvores ou até mesmo a garagem ao entrar em casa.
Suporte de engate
Suporte Thule Xpress 970 com suporte de placa (E) e Suporte “base” (D), com rebatimento para acesso ao porta-malas.
O suportes de bicicleta para carro é fixado apenas na bola de engate do carro. É o modelo mais fácil de manusear, além de não ter contato nenhum com a lataria do carro.
Mas, muito cuidado, assim como o suporte traseiro, este também pode impossibilitar a visão da placa e das luzes de sinalização, que é considerado infração de trânsito. Alguns modelos vêm com um espaço para inclusão de uma placa e iluminação extra.
Existem outros modelos que permitem o engate de uma base fixa em que as bicicletas se apoiam como se estivessem no chão. Esses são modelos já vem com luzes de sinalização e espaço para a placa e não impede a abertura do porta-malas, no entanto, custam um pouco mais caro que os demais.
Suporte de ventosa
Muito cuidado com a marca a ser comprada! Existem alguns “engenheiros” que adaptam uma ventosa para trabalhar com vidros para o transporte das bicicletas. Não vale a pena a “economia” por essas adaptações!
Gradativamente esse modelo de suporte vem ganhando espaço, ele é muito prático e rápido de instalar.
Porém, sempre quando for usá-lo, não se esqueça de limpar bem o local onde vai fixá-lo. Você pode usar vários pontos do carro para conectar esse modelo de transbike, inclusive locais próximos ao vidro traseiro e/ou dianteiro.
Pode parecer estranho, parece que bike vai sair voando, mas esse sistema é bem seguro, basta você ler muito bem o manual que acompanha o suporte e fazer exatamente o que pede o fabricante, evite acidentes desnecessários.
Como escolher o suporte de bicicleta para carros ideal?
Para escolher o melhor suporte de bicicleta para carros é preciso considerar alguns pontos, por exemplo:
Thule Xpress 970 Arquivo pessoal
suas necessidades — quantas bicicletas serão transportadas? Esse detalhe é importante para definir o melhor suporte;
placa do carro — nos suportes traseiros, como vimos, a placa do carro não fica 100% visível. Por isso, é interessante mandar fazer uma placa extra para evitar ser multado durante o trajeto;
sinalização — ela TEM QUE ESTAR VISÍVEL! Também pode acarretar multas.
O suporte de teto é um dos mais usados e seguros, porque não impede o campo de visão e nem interfere na abertura do porta-malas. No entanto, para guardar o carro é preciso se lembrar de retirar a bicicleta. Os demais, tanto o traseiro quanto o de engate, são mais práticos, principalmente dentro da cidade.
Quais são as normas para transportar a bike?
Independentemente do modelo do suporte de bicicleta para carros, é preciso cuidar para não infringir alguma lei de trânsito e, claro, verificar se o suporte está bem fixado à estrutura do veículo e com os dispositivos adequados.
Segundo as regras do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) o suporte de bike para carros deve ser bem fixado e sua instalação não pode comprometer a visibilidade do motorista. O peso da bicicleta e do suporte também não pode ser maior que o limite de carga do automóvel.
Por exemplo, se a bike se soltar do suporte e for arrastada em uma via o motorista pode ser multado em R$ 293,47 reais e perder 7 pontos na CNH (artigo 231, II), multa gravíssima. Já se o suporte de bicicleta ocasionar um excesso de peso a multa é de R$ 130,16, infração média com perda de 4 pontos na carteira.
É preciso atentar às leis de trânsito e complementar com o suporte para a placa e luzes de sinalização. Lembre-se, também, que a bicicleta e o suporte não podem ultrapassar as dimensões do carro, cobrir a placa, o farol ou a visibilidade do motorista.
Abaixo, um vídeo bem explicativo, de um agente de transito sendo entrevistado e falando sobre o transporte das bicicletas no trânsito. Vale a pena assisti-lo: