Por que sentimos menos fome no calor?

O dia tá quente e você sem apetite? Será que sentimos menos fome no calor?

Naturalmente esse é um fato comum a todas às pessoas, a redução do apetite em dias mais quentes. Mas por que será que isso acontece? O que a ciência revela sobre sentirmos menos fome no verão?

Entre outras coisas, por que será que no inverno acontece exatamente o contrário? Descubra agora, neste artigo!

Você sente menos fome no calor? Entenda o porquê!

Evidentemente, é claro que a questão do apetite varia de pessoa para pessoa. Mas o que a ciência explica é que enquanto no inverno o nosso corpo precisa de mais energia para manter a temperatura interna e o funcionamento do organismo.

No verão isso não acontece, já que a temperatura externa é mais alta e não é preciso “se aquecer”. Assim, o consumo de calorias acaba sendo menor, diminuindo, portanto, a nossa vontade de ingerir os alimentos. O educador científico Luis Villazon explica o seguinte ao Science Focus, sobre este assunto:

“Em dias quentes, nosso corpo já está trabalhando duro para fazer com que sua temperatura não aumente muito, por isso ele não precisa do calor extra que você adquire de uma grande refeição. Por isso, seu apetite acaba reduzindo um pouco e seu corpo usa mais da energia nas reservas de gordura”.Luis Villazon

Deste modo, no inverno acontece o contrário, é a comida que precisa aquecer o corpo, por isso sentimos a necessidade de fazer refeições mais intensas ou mais vezes ao dia.

Especialistas ainda sugerem que isso é mais percebido em regiões onde as estações são bem definidas, em que o inverno realmente é mais frio e o verão com calor intenso.

Outro estudo realizado na China no ano de 2021, reafirma ainda mais que sentimos menos fome em dias quentes, ao revelar que o aumento de 1 °C diminui a quantidade de comida ingerida em 0,11%.

Quais estratégias preciso fazer para comer bem no verão?

Segundo especialistas, o ideal é escolher levar ao prato alimentos mais leves, priorizando opções com fibra, fruta, hortícolas, alimentos mais ricos em antioxidantes, menos processados, menos gorduras e menos açúcares.

Além disso, é necessário não esquecer de manter um bom nível de hidratação ao longo do dia, afinal de contas independente das regiões, os fenômenos climáticos e a temperatura do planeta estão de uma forma geral, tornando os dias mais quentes até mesmo em estações tipicamente frias.

Outra dica é não mudar a alimentação bruscamente, apesar da diminuição do apetite, pois isso não é recomendado, de acordo com nutricionistas. Até porque, com as altas temperaturas, há também uma maior perda de líquidos e nutrientes.

Dessa forma, é importante continuar seguindo uma alimentação balanceada. Portanto, escolha sucos, saladas e diversas outras opções de alimentos mais refrescantes e, ao mesmo tempo, nutritivos.

Frio e fome: entenda por que o apetite aumenta em temperaturas mais baixas

É, o outono chegou e até agora, nada de esfriar. Mas há regiões no país que enfrentam temperaturas mais baixas desde essa época do ano.

Fora o frio, outro ponto que nos pega de jeito no frio, é o aumento de apetite; sim, não é impressão, dias mais gelados são os períodos em que mais podemos sentir fome. 

Na verdade, isso não é segredo para ninguém, e muitos já conhecem o motivo; comer é a maneira que o corpo tem para se aquecer. Portanto, se você estiver exposto a um clima mais frio (mesmo que apenas por alguns minutos), sua temperatura central irá cair, desencadeando o mecanismo do apetite.

Porém, isso não significa necessariamente que você precisa de mais comida. E mais, há ainda diferenças entre a fome e só a vontade de comer. Segundo o professor Dr. Guilherme Renke, endocrinologista e médico do esporte, sentir frio desencadeia um modo de autopreservação que envia ao corpo uma mensagem para se aquecer rapidamente. Essa mensagem é muitas vezes representada como um desejo por alimentos ricos em açúcares e amidos que fornecem o impulso instantâneo de “calor” que seu corpo precisa no momento.  

Assim, é comum aquela vontade de comer algo específico, como uma sopa ou macarrão, alimentos ricos em calorias e carboidratos e que nos deixam quentinhos e ‘aconchegantes’. 

Opções saudáveis de alimentação no inverno

No mesmo nível em que em épocas frias podem ser o cenário ideal para ganhar peso [caso não tenha um controle ou gasto necessário de calorias], ele também pode ser o melhor para perder. “O inverno é a melhor época para emagrecer, pois o corpo gasta bastante calorias para equilibrar a temperatura corporal, e isso consome gordura.” A verdade é que se soubermos controlar a alimentação, o frio será um aliado no emagrecimento. 

Para Fabiana Albuquerque, nutricionista da equipe Nutrindo Ideais e especialista em nutrição esportiva e funcional, se alimentar de caldos e sopas com bastante legumes, sempre adicionando uma fonte de proteína, pode ser a opção mais saudável. Uma outra dica é salpicar na sopa sementes e grãos (como chia ou semente de abóbora), pois são ótimas fontes de gordura, dando mais saciedade. 

Outra opção é o consumo de frutas aquecidas no forno (ex: maçã, banana ou pêra com canela) ou em shakes (com leite vegetal). Eles funcionam como “comfort food”, alimento que fornece um valor nostálgico ou sentimental. Vale lembrar que a canela é termogênica, o que colabora ainda mais para a queima de gordura. Opte também por mais folhas refogadas em vez de saladas cruas; mas não use molhos gordurosos. 

Os chás também são uma ótima pedida, já que nos ajuda no consumo de líquidos. No caso dos doces, a dica é apostar em cappuccinos proteicos: 150ml de leite vegetal + canela + 1 dose de café + ½ dose de whey protein de chocolate. 

Fontes: [1], [2]

12 dicas para matar a preguiça e sair pedalar

A GENTE SABE…NEM SEMPRE É FÁCIL VENCER ESSA TAL DE PREGUIÇA.

Ela pode ser forte e insistente. Principalmente agora, com esse friozinho (ou friozão, em alguns lugares).

Seja como for, pode ser difícil, mas não é impossível. E você sabe o gosto que tem a conquista de dizer não pra indisposição, sair da cama, se arrumar e sair para se exercitar. É uma sensação única.

Separamos dicas muito boas que vão te ajudar a dar na cara da preguicite. Confere aí:

  • 1. Metas, você precisa delas: treinar sem objetivo é como querer alcançar o vento. Vai cansar e vai frustrar. E se você não tem nenhuma meta traçada, qualquer coisinha será motivo para desistir: “hoje eu não vou pedalar, está muito frio”, hoje o sol está muito forte, acho melhor não ir”, “está chovendo, vou continuar dormindo”, “está seco demais, é muita poeira, melhor ir outra dia”. Notou? Uma desculpa leva a outra, e aí os planos desandam de vez.
  • 2. Estabeleça objetivos: distâncias a serem vencidas, lugares a serem desbravados, quilos a serem perdidos. Isso vai deixar tudo mais interessante. Coloque por escrito, rabisque no seu calendário. O ponto é: sempre saiba por que você está saindo para pedalar.
  • 3. Estabeleça um horário: você precisa ser bem específico. Marque uma hora para sair de casa e seja pontual com você mesmo.
  • 4. Comece de leve: não pegue pesado, é sério! Se você tem problemas com a preguiça, tentar começar com tudo pode ser pior. É melhor ser realista. Vá devagar, com treinos curtinhos, para ir se acostumando. Vá aumentando a distância e o tempo com o passar dos dias. Quando perceber, terá gostado! Aí você pode pegar pesado, sem problemas.
  • 5. Escolha um horário ideal: olhe sua rotina e tente encaixar o exercício no melhor momento. Odeia, mas odeia acordar cedo? Então não marque de sair as 6 horas da manhã. Talvez você pense que deve começar assim, mas isso pode ter um efeito contrário. Tente um outro horário, onde você já está mais desperto e disposto. Que tal iniciar nas tardinhas? Depois que você se acostumar com exercício, aí vai ficar mais fácil mudar os horários também.
  • 6. Não precisa ser chato: torne a atividade mais legal ouvindo suas músicas preferidas, comprando uma roupa de ciclismo legal, usando meias divertidas. A atividade física precisa ser uma parte feliz do seu dia; afinal de contas, ela é extremamente benéfica. Então, faça o que quiser para torná-la divertida e leve.
  • 7. Chame alguém: fala sério, acordar cedo e sair sozinho? Se você odeia essa ideia, chame alguém. Se a preguiça é grave, pode ser preciso marcar o pedal com alguém. Vai ficar feio pra você dar pra trás e deixar seu colega na mão. De início, pode ser necessário ‘forçar’ um pouquinho, mas é para o seu próprio bem.
  • 8. Divulgue nas redes sociais: conte por lá o que você vai fazer. Há um grande risco de pessoas perguntarem sobre isso depois, e você terá que estar preparado para contar como foi o pedal.
  • 9. Bons pedais do passado: puxe na memória aquele dia que você levantou cedo, saiu para pedalar e voltou feliz da vida. Motive-se com experiências que já teve. É sempre bom focar nos benefícios de um sacrifício, e não no que você perde com ele. Ter disposição e ser ativo traz coisas incríveis para a sua saúde física, emocional e mental.
  • 10. É um investimento: pense dessa forma! Pedalar não é só sair para dar uma volta e sentir vento no rosto. É prevenir doenças, melhorar o peso, a agilidade mental, a autoestima…
  • 11. Registre: é muito motivador anotar o que você já conseguiu alcançar. Tenha um diário para registrar a sua evolução, e compartilhe isso com alguém, se você quiser. É uma ótima maneira de não desistir dos exercícios.
  • 12. Não se concentre nas desistências: elas vão acontecer de vez em quando. Mas não fique pensando nas recaídas. Identifique o que fez você ficar em casa, tente mudar, concentre-se no próximo dia e siga em frente.

Gostou das dicas?

Vencer a preguiça pode realmente ser um enorme desafio. Mas só à primeira vista. Com organização e foco, você consegue!

E LEMBRE-SE: SE ESTÁ MUITO DIFÍCIL, CONCENTRE-SE EM TUDO O QUE VOCÊ VAI GANHAR DE BOM SAINDO PARA PEDALAR.

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Depressão: Atividade física e alimentação saudável entram na prescrição médica

ATIVIDADE FÍSICA

Quem pedala sabe o quanto praticar uma atividade física, especialmente ao ar livre, impacta positivamente a própria saúde física e mental. Em casos de depressão, cada vez mais estudos científicos comprovam esta correlação e médicos passaram também a prescrever, junto com medicamentos, hábitos saudáveis, como mover o corpo e alimentar-se de maneira saudável.

“Hoje entende-se que os transtornos psiquiátricos são multifatoriais, portanto, não respondem a uma única estratégia”, explica o psiquiatra Arthur Danila, coordenador do Programa de Mudança de Hábito e Estilo de Vida do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Estudo de 2022, publicado na JAMA Psychiatry, aponta que se as pessoas fossem ativas fisicamente, 11% da depressão incidente seria evitada. Em 2023, outro estudo, publicado no Journal of Affective Disorders, acompanhou 141 pacientes por 16 semanas e mostrou que, em casos de depressão ou ansiedade patológica, correr duas vezes na semana pode ter efeito semelhante a antidepressivos e ansiolíticos.

Vale a pena lembrar que a indicação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é movimentar-se ao menos 30 minutos por dia, cinco dias na semana. Para crianças, são 60 minutos diários.

E aí, bora pedalar em benefício da nossa saúde física e mental?

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Atividade física reduz em 43% o risco de morte por Covid-19, diz análise científica

Pesquisadores compilaram cerca de 15 estudos sobre o tema. Veja o que é necessário para manter-se ativo

Talvez você ainda não saiba, mas existe uma importante relação entre atividade física e Covid-19. Não é novidade para ninguém que o coronavírus mudou totalmente o modo de viver do planeta. Afinal, trata-se de um vírus novo, altamente infeccioso e com capacidade para matar. Sendo assim, a doença logo se tornou um dos maiores problemas enfrentados pela humanidade.

Além disso, apesar de não viver mais os seus piores dias – muito em função da vacinação – vale destacar que a pandemia ainda não acabou. Sendo assim, encontrar maneiras de amenizar os efeitos negativos da Covid-19 segue sendo uma prioridade para a comunidade científica. E uma das formas encontradas para reduzir os impactos é, justamente, a atividade física regular.

Atividade física e Covid-19: o que os estudos mostram

Segundo uma análise científica publicada pelo British Journal of Sports Medicine, que compilou, aproximadamente, 15 estudos sobre a relação entre atividade física e Covid-19, a prática regular de exercícios tende a amenizar os efeitos da doença.

Os autores revelam que a atividade física regular é capaz de reduzir ligeiramente o risco de infecção. Mas, a principal descoberta foi que a taxa de hospitalização caiu 36%, enquanto a de morte diminuiu 43%. Ou seja, se você faz exercícios rotineiramente, suas chances de desenvolver um quadro grave de Covid-19 são, consideravelmente, menores.

O que é uma atividade regular

Os autores da pesquisa, com base nos estudos que analisaram a relação entre atividade física e Covid-19, também encontraram o quanto de exercício é necessário para manter-se saudável. Segundo eles, o recomendado é de, pelo menos, 150 minutos de atividade moderada ou 75 minutos de atividade vigorosa por semana.

Ressalvas importantes

Apesar da notícia ser ótima, os pesquisadores admitem que a análise não é um veredito definitivo. Afinal, a metodologia dos estudos selecionados varia bastante e a maioria deles foi realizada com informações fornecidas pelos próprios voluntários. Além disso, também pode existir um risco de tendência, que leve a publicar somente os estudos com conclusões sobre um suposto efeito positivo da atividade física.

Além disso, ainda não se sabe ao certo por qual motivo a atividade física regular é capaz de proteger o organismo da Covid-19. A ideia, no entanto, é que o exercício aumente a capacidade imunológica do organismo e combata fatores de risco da doença como, por exemplo, o sobrepeso e a obesidade.

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Compressa quente e fria: veja como fazer cada uma!

Todo mundo, em algum momento da vida, já usou uma compressa de gelo para aliviar uma pancada ou uma lesão. Esse método é muito utilizado, principalmente por atletas. Você já deve ter visto nos filmes aquelas banheiras de gelo que os jogadores ficam depois de uma partida muito intensa.

Bolsa de água quente ou gelo? Veja as diferenças no tratamento de lesões
Fonte: Google imagens

As compressas quentes ou frias ajudam aliviar lesões, estiramentos ou entorses. No entanto, é muito importante utilizar esses artifícios de modo correto, para evitar erros que possam prejudicar ainda mais o machucado.

Pensando nisso, criamos este artigo ensinando como fazer compressa quente e fria. Além disso, vamos apresentar quais são as principais lesões musculares e dar dicas de como evitá-las. Acompanhe!

  1. Como usar as compressas quente ou frias?
  2. Quais são as lesões musculares mais comuns?
  3. Quando recorrer ao atendimento médico?

Como usar as compressas quente ou frias?

Mesmo seguindo todos os cuidados, às vezes na correria ou no estresse do dia a dia acabamos sofrendo alguma pancada ou lesão. Nesses casos, um modo prático de tratar o machucado é utilizando compressas quentes ou frias. Porém, é preciso estar atento a qual delas deve ser aplicada em cada situação. A seguir explicaremos isso. Acompanhe!

Compressa fria

De acordo com o Dr. Francisco Collet, médico assistente da Divisão de Emergências Cirúrgicas Geral e do Trauma do Hospital das Clínicas de São Paulo, ao blog do Drauzio Varella, a compressa fria deve ser aplicada após quedas, pancadas ou lesões nas articulações. O ideal é que esse método seja utilizado nas primeiras 48 horas após o ocorrido.

Normalmente, quando ocorre um trauma desse tipo alguns vasos podem se romper, formando hematomas ou linfas — formação de edemas que causam inchaço. Assim, quando esses vasos entram em contato com a temperatura fria da compressa, sofrem espasmos e diminuem o fluxo do sanguíneo, evitando que o local sofra acúmulo de líquido.

Compressa quente

Já as compressas quentes são recomendadas para situações infecciosas, como quando há inflamação com formação de pus, por exemplo, furúnculos e terçol. Em geral, esse método deve ser utilizado para amenizar edemas e hematomas que se formaram após a lesão não tratada em 48 horas.

A água quente age de maneira diferente da fria. Ela dilata os vasos, permitindo o aumento do fluxo sanguíneo na região afetada. Segundo a fisioterapeuta Vivian Modolo, da Universidade Federal de São Paulo, esse efeito retarda o processo inflamatório, uma vez que a grande quantidade de sangue nos vasos recolhe e purifica os líquidos vazados e acumulados no músculo.

Outra função da compressa quente é que ela proporciona relaxamento muscular. Por isso é ideal para tratar torcicolos, dores crônicas nas articulações, contraturas nas costas, e também para aliviar cólicas abdominais, provocadas pela tensão pré-menstrual (TPM).

Como fazer compressa quente

Normalmente, as compressas quentes são produzidas na forma de bolsas térmicas preenchidas com gel e podem ser encontradas em farmácias.

Porém, existem também opções caseiras para fazer uma compressa quente. Uma delas é feita utilizando um tecido, que pode ser uma fronha de travesseiro, e grãos secos.

Para isso, coloque aproximadamente um quilo de grãos (arroz ou feijão) dentro do tecido, que deve ficar devidamente amarrado. Depois, é preciso aquecer no microondas por volta de 4 minutos.

Cuidado no uso de compressas quentes ou frias

Apesar de ambas proporcionarem alívio, é essencial tomar cuidado com a sua aplicação. Tanto compressas quentes como frias podem ferir peles sensíveis. Além disso, dependendo da temperatura e do tempo de uso, podem provocar queimaduras.

De acordo com o Dr. Collet, o ideal é deixar a compressa sobre região lesionada por no máximo 15 minutos. Outra dica do médico é enrolar um pano para amenizar a temperatura e assim evitar queimaduras, seja na compressa quente ou fria.

Quais são as lesões musculares mais comuns?

Praticar exercícios físicos é essencial para manter uma vida saudável e prevenir várias doenças. No entanto, às vezes por falta de informação ou por exagero, muitos atletas amadores sofrem algum tipo de lesão muscular. Ela pode ser desde uma dorzinha até mesmo a perda do movimento temporariamente.

Nas academias, as lesões mais comuns são as chamadas lesões de grau I. São aqueles pequenos estiramentos musculares em áreas específicas do corpo. A boa notícia é que elas têm tratamento — como as compressas que vamos explicar a seguir — e recuperação rápidos.

Algumas das lesões mais comuns são:

  • cãibras: é uma contração involuntária e dolorosa de algum músculo;
  • lombalgia: é a dor na região lombar;
  • luxação: deslocamento de um osso da articulação;
  • tendinite: inflamação de um ou mais tendões;
  • contusão muscular: lesão aguda sem corte;
  • distensão muscular: rompimento de fibras musculares devido à grande esforço;
  • fratura por estresse e movimentos repetitivos.

Para evitar esse tipo de desconforto é muito importante seguir as orientações de um profissional de educação física. Caso você não tenha condições de contratar um personal trainer, peça ajuda aos professores da academia, evite começar a se exercitar sozinho, sem um suporte de um especialista.

Um ponto muito importante é respeitar o limite do seu corpo, é comum nas academias o pensamento de superar os nossos limites. Porém, é preciso ter cuidado para não exagerar, observe como o seu corpo responde a cada movimento. Não se esqueça também de se alongar antes e depois do treino.

Por fim, hidrate-se. O consumo de água durante e após cada série de exercícios é essencial para repor líquidos e sais minerais. Além disso, essa prática ajuda você a ter um bom desempenho, mantém o corpo saudável e evita lesões.

Quando recorrer ao atendimento médico?

Se mesmo com as compressas os sintomas de uma lesão não sumirem em no máximo sete dias, é preciso consultar um médico para analisar o grau do trauma. Se a dor estiver persistente, não se automedique ou insista em continuar a atividade física, procure um médico e cuide primeiro da lesão.

Em casos mais graves como quando há ruptura de ligamentos ou quebra de ossos, também é necessário ir a um especialista. Nesses casos, podem ser necessários desde cirurgias, imobilização da parte do corpo machucada, fisioterapia ou até mesmo um período de afastamento.

Ainda que o tratamento não cirúrgico ofereça bons resultados na maioria dos atletas, postergar um acompanhamento médico, pode causar um problema muito maior. O conhecimento de um profissional sobre regeneração do músculo e outros cuidados, ajudam a acelerar o retorno ao esporte.

As lesões musculares são muito comuns em atletas profissionais e amadores, mas, sem o correto tratamento, elas são a principal causa de incapacidade física. Por isso, é essencial utilizar métodos de alívio do trauma, como compressas quentes ou frias e procurar um médico em situações mais graves. Não insista em continuar o exercício, respeite o limite do seu corpo e se cuide.

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Bicicleta ergométrica: vários benefícios do exercício que elimina até 800 calorias

Não é porque você não sai do lugar que se exercitar na bicicleta ergométrica vai ser monótono. Vale a pena conhecer as aulas de bike Spinning.

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Fonte: Pinterest

Pedalar sem sair do lugar de forma motivadora e divertida é o objetivo do Spinning. (Spinning? Muitas vezes também chamado de ciclismo indoor. São as aulas coletivas na bicicleta ergométrica, que a cada dia conquista novos adeptos.) É uma das atividades preferidas das mulheres nas academias. Sobretudo por gerar alto gasto calórico e fortalecer pernas e coxas.

A aula permite que os alunos simulem trajetos, como se estivessem nas ruas, percorrendo descidas, subidas e lugares planos. Tudo acompanhado por muita música e um instrutor incentivando os alunos.

O objetivo da modalidade é enrijecer os membros inferiores, queimar gordura, aumentar a resistência do corpo e principalmente auxiliar na perda de peso.

Durante a primeira aula é normal não conseguir se adaptar ao ritmo intenso, no entanto, com a prática regular, o corpo tende a se tornar mais resistente, podendo assim elevar a frequência e a intensidade do exercício.

Pra’queles que gostam de pedalar, mas estão sem tempo, ou tem medo de pegar a bike e sair pelas ruas, estradas ou trilhas, spinning é uma excelente opção. A indicamos também para aqueles que querem complementar os treinos com as bikes ou até mesmo, para variar o estilo e ritmo das pedaladas. Como a bike de rua, também é uma indicada opção para aqueles que não podem realizar atividades de alto impacto, como as corridas.

História da bicicleta ergométrica

A modalidade foi criada em 1980, por Johnny Goldberg, ciclista americano. Seu objetivo era atravessar os Estados Unidos em apenas oito dias e para isso precisava treinar de forma intensa e diariamente. Como as condições climáticas eram desfavoráveis, ele criou a bicicleta ergométrica de modo a simular as dificuldades de um treinamento. A partir disso surgiu à prática que atualmente toma conta das academias do país.

Veja a seguir, alguns benefícios da prática na bicicleta ergométrica e dicas para você aproveitar ao máximo os treinos:

1. Queima muuuitas calorias

Na prática do bike indoor, o gasto calórico é muito alto. Estima-se que, uma aula de bike indoor de 50 minutos tenha um gasto calórico aproximado de 500 a 800 calorias. (Devemos destacar que a quantidade de calorias que você queimar vai depender da intensidade particular de seu treino)

E o melhor é que mesmo depois de quatro horas do término do exercício seu corpo continua queimando calorias. Isso ocorre por se tratar de um treino de alta intensidade, que acelera o metabolismo.

O ideal é que você ajuste a bicicleta de acordo com a intensidade que deseja, sempre visando progresso de resistência física. Todo mundo deseja manter uma boa forma, e sendo aliada a uma qualidade de saúde, o ato de pedalar pode se tornar ainda mais prazeroso.

2. Tonifica os músculos

Se você não tem muita paciência para puxar ferro na academia, mas mesmo assim quer tonificar seus músculos, a bicicleta ergométrica é uma alternativa interessante.

As pedaladas aprimoram a qualidade dos músculos dos membros inferiores. Os benefícios do Spinning podem se estender sobre os músculos da região dos quadríceps, coxas, panturrilhas e glúteos. Você ainda pode aumentar ou diminuir a tensão exigida pela bicicleta, para assim simular subidas ou descidas.

Estendendo-se um pouco mais, ao se posicionar corretamente sobre a bicicleta, e com controle de respiração, você poderá tonificar os músculos da região abdominal, principalmente porque quanto mais rápido você pedalar, mais gordura queimará, assim, com a camada de gordura mais fina, os músculos ficarão mais evidentes. Ao pedalar de forma mais lenta, você aplicará uma maior tensão, trabalhando também os músculos de forma diferenciada.

3. Fortalece o sistema cardiovascular/respiratório

A prática regular de Spinning pode te ajudar a construir uma maior resistência cardiorrespiratória. Isso se torna um dos maiores benefícios do Spinning, principalmente se você é iniciante e durante os exercícios se sente fraco ou ofegante.

Essa melhora na resistência pode ser reconhecida até nas atividades mais triviais do dia a dia, você poderá reconhecer que não sentirá desconfortos ao subir lances de escadas, caminhará com mais facilidade, e se manterá bem disposto durante todo o dia, assim rendendo mais em suas tarefas diárias.

4. Exercício de baixo impacto

O Spinning pode ser reconhecido como um exercício de baixo impacto, pois ele não exige que seja posta alta pressão sobre os joelhos e articulações, diferenciando-se da maioria das opções de exercícios aeróbicos. O Spinning, se praticado respeitando as condições físicas pessoais, pode auxiliar no tratamento de artrite, assim reduzindo desconfortos e dores.

Importante ajustar a bicicleta para o conforto de seu corpo. Igual temos a preocupação para a bicicleta “de rua”, na bike de Spinning também há o cuidado com esses ajustes que fazem total diferença na mecânica do movimento, evitando dores e problemas com articulações e músculos.

5. Reduz o estresse

O estresse é um dos maiores vilões da qualidade de vida de uma pessoa. Ele prejudica o sono, o trabalho e até o lazer. Já foi comprovado cientificamente que a prática regular de atividades física ajuda a reduzir o nível de cortisol, hormônio responsável pelo estresse.

As aulas de Spinning podem ser muito eficientes e mais benéficas que chás calmantes. Os instrutores estão presentes para te motivar durante todo o treino, e o ambiente com música contribui para um ambiente descontraído e favorável à distração e envolvimento social.

Por isso, é importante descobrir um esporte que te agrade e que você sinta prazer em praticar. Se você gosta de pedalar, o bike indoor pode ser uma opção para você.

6. Intensidade ajustável

As bicicletas ergométricas possibilitam que as tensões sejam ajustadas de acordo com a metodologia da aula e condicionamento físico de cada aluno. Os instrutores podem indicar a tensão recomendada de acordo com suas habilidades e objetivos de aptidão.

7. Acompanhamento de progresso

A maioria das bicicletas ergométricas conta com alguns dispositivos que possibilitam o registro da quantidade de calorias queimadas, a quilometragem percorrida, frequencia cardíaca e até mesmo a potencia gerada. Como os dispositivos GPS que estamos acostumados para as bikes “de rua”. Em alguns modelos de equipamentos, você ainda consegue salvar o registro no seu Strava, por exemplo.

Essas informações são fundamentais para um bom controle e acompanhamento de seu progresso. Isso com certeza pode ser considerado um dos benefícios do Spinning, por ser um fato motivador para você dar continuidade ao seu planejamento.

8. Pode ser praticado durante o ano todo

Diferenciando-se de atividades como corridas e esportes que não podem ser praticados ao ar livre com tempo desagradável, você poderá usufruir dos benefícios do Spinning durante todo o ano, até mesmo nos meses com temperaturas mais extremas, já que as aulas são ministradas dentro de ambientes climatizados e com o suporte necessário para você se manter fisicamente ativo.

9. Não tem idade

As aulas de Spinning ainda podem contribuir para que a família se mantenha unida também nos exercícios físicos. Independente da idade, os praticantes podem se unir em uma mesma aula, assim se divertirão e desfrutarão de uma melhor saúde ao trabalhar o corpo. Independente da idade, se uma criança iniciar a pratica de Spinning, esta pode adotar a prática até sua velhice, caso queira.

10. Diversão certa

Pois é, não pense que as aulas de Spinning são concentradas apenas na intensidade dos exercícios, a ideia é que você se divirta, conheça novas pessoas e curta as músicas escolhidas para embalar os treinos. Os gostos musicais podem ser comparados e novas afinidades podem ser descobertas com a convivência. A atmosfera criada para motivar é diferenciada e simula um passeio agradável com companhias que buscam objetivos semelhantes aos seus. As aulas de Spinning podem se tornar os momentos onde você se desliga de toda rotina e problemas cotidianos, prendendo-se apenas ao seu treino.

11. Cabe na sua rotina

Se você é daquelas pessoas que adiam o começo da prática de exercícios físicos, escolher as aulas de Spinning pode ser uma ótima ideia, pois acontecem com um tempo de 45 a 60 minutos, o que possibilita que você faça um planejamento de sua rotina com essa reserva de tempo limitado para essa prática.

As academias oferecem essas aulas em todos os turnos, basta você buscar aquela que mais se adequa à sua rotina, dessa forma, temos certeza que se manterá firme no propósito e praticará as pedaladas regularmente, principalmente porque as aulas são ministradas com dias intervalados, o que contribui para que você se recupere para um próximo treino mais intenso e não se sobrecarregue com as tarefas cotidianas.

Lembrem-se…

Como escrevi acima, não há restrição de idade nem peso. Mas cuidado! Qualquer atividade física deve ser regulada por um médico.

Faça um check-up geral antes de começar. Veja se o seu coração está bem, e se você está apta a praticar exercícios físicos imediatamente ou se precisa de alguns cuidados especiais, principalmente em relação ao ritmo. E mesmo que você pratique em casa, é essencial que seu médico autorize o exercício.

Se estiver tudo bem, não perca tempo: suba na bicicleta, “de rua” ou indoor e saia pedalando por aí!

Fontes: [1], [2] e [3]

O Ciclismo vai mudar meu corpo?

Muitas pessoas começam no ciclismo como uma forma de perder peso. Mas o que realmente o ciclismo faz com o nosso corpo? Fizemos essa pergunta para o Google e tivermos algumas respostas interessantes.

Ganho de massa muscular

Descobrimos que um estudo liderado pelo professor Paulo Gentil (doutor em Ciência da Saúde e docente na Universidade Federal de Goiás) diz que um treino de ciclismo que recrute o máximo de fibras musculares até a falha também pode resultar em significativo ganho de massa muscular.

Paulo Gentil explica que a dinâmica dos treinos de ciclismo com a finalidade de ganhar massa muscular é bem parecida com a usada na musculação nas academias. Elas devem ser repetidas três vezes por semana, uma vez que no ciclismo o músculo não sofre muitas microlesões e precisa recuperar apenas a reserva de glicogênio, o que acontece entre 48h e 72h.

“Se você costuma fazer quatro séries de leg press (aparelho para treino de pernas), por exemplo, pode substituir isso por quatro séries de ciclismo em que o ciclista faz 30 segundos pedalando o mais rápido que consegue e depois descansa quatro minutos, aproximadamente, pedalando em ritmo lento” – ensina o doutor.

Claro que o ganho no ciclismo se dará nos membros inferiores, extremamente exigidos no esporte. Paulo lembra ainda que usar a bicicleta para treino de força pode ser uma solução para quem vive viajando e tem dificuldade para manter as atividades em dia.

Concluindo, pode-se dizer que o estresse mecânico e metabólico que resulta de qualquer exercício com esforço elevado é suficiente para estimular hipertrofia desde que a síntese de proteína pós-exercício supere a quebra de proteínas.

Cérebro e coração

Descobrimos também que pedalar te deixa mais inteligente, queima calorias, deixa seu coração mais forte e te dá quadríceps invejáveis.

Comece a pedalar e tudo muda. “É instantâneo”, diz Eric Sternlicht, professor de cinesiologia da Universidade Chapman em Orange, Califórnia, e um ávido ciclista.

Isso desencadeia a vasoconstrição, o que significa que seu corpo desloca o sangue para longe das partes do corpo não essenciais e o leva para o coração e o cérebro.

Se você está suficientemente aquecido, seu corpo começa a liberar sangue de volta aos músculos, diz Sternlicht. “Os músculos começam a usar o combustível de forma mais adequada também”, diz ele.

“Quando você começa a se exercitar, o volume de sangue bombeado com cada batimento cardíaco aumenta”, diz Stacy Sims, pesquisadora sênior da Universidade de Waikato no Monte Maunganui, na Nova Zelândia, “mas, à medida que atinge as intensidades mais altas, a capacidade vascular chega no limite”.

O cérebro é como um músculo: quanto mais você trabalha, mais forte fica. O exercício também pode aumentar a capacidade do cérebro de formar novos canais de comunicação.

“Novos trajetos podem aumentar sua capacidade de foco, sua concentração e sua capacidade de lembrar de coisas”, diz Chelsi Day, PsyD, diretor de psicologia do esporte para atletismo na Universidade de Indiana.

Emagrecimento

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Segundo a nutricionista Bonnie Jortberg, diretora do departamento de perda de peso do Centro de Saúde da Universidade do Colorado (EUA), andar de bicicleta é um dos melhores aliados na queima de gordura corporal. De acordo com livro Cycling for Health and Fitness (Ciclismo para Saúde e Fitness, em tradução livre), em uma hora de exercício é possível queimar até 700 calorias. Melhor: como não há impacto nas articulações, você consegue realizar a atividade por muito mais tempo do que em outros exercícios aeróbicos, como a corrida, por exemplo. “Com meia hora de bike por dia você já percebe todos os benefícios para o corpo”, afirma Ricardo Arap, especialista em treinamento esportivo na Universidade Mission Bay (EUA) e diretor técnico da Race Consultoria Esportiva, em São Paulo.

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7 erros comuns no jantar. Livre-se deles!

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Se você quer perder peso, ou simplesmente levar uma vida ativa e saudável, dê muita atenção ao jantar. Ele é decisivo! Confira os 7 erros mais comuns que cometemos na última refeição do dia e que podem atrapalhar o bem-estar.

1.  DEIXAR O PLANEJAMENTO ALIMENTAR PARA A ÚLTIMA HORA

O dia vai acabando, bate o cansaço e, nessa hora, fica super fácil fazer escolhas alimentares ruins. Faça um plano alimentar no fim de semana (ou quando sobrar umas horinhas) para que o preparo dos alimentos flua bem durante a semana.

Saber de antemão o que cozinhar e adiantar parte do preparo das refeições ajuda você a optar menos por fast food ou alimentos processados quando bater a fome.

Solução: lembre-se de alocar diariamente à sua agenda um tempo para o preparo das refeições. Cozinhar às 20h não é o mesmo que sentar-se para comer às 20h.

2. EXAGERAR NA SOBREMESA

Sabia que ingerir muito açúcar pode atrapalhar seu sono? Altas cargas de açúcar causam um pico de glicemia no sangue, seguido de uma queda súbita durante a noite. Em geral, é isso que faz a gente acordar no meio da noite.(1)  Talvez você não acorde, mas provavelmente sairá do sono profundo e se sentirá cansado no dia seguinte.

Solução: se você tiver uma queda por doces, recorra a uma pequena porção de uma guloseima após o jantar, como um pedacinho de chocolate amargo. Quando você se acostumar a abrir mão das sobremesas, qualquer pequena porção será suficiente para satisfazer o desejo por algo doce.

3. TORNAR O JANTAR A MAIOR REFEIÇÃO DO DIA

Para perder peso, faça as refeições de maior porte durante o dia. Um estudo envolvendo mulheres demonstrou que, mesmo consumindo os mesmos alimentos, foi mais fácil perder peso para as participantes que ingeriam maiores porções no almoço.(2)

Além disso, comer durante o dia pode causar alterações hormonais favoráveis, que proporcionam a sensação de saciedade por mais tempo. Isso reduz o risco de exagerar na comida.(3)

Solução: reduzir o tamanho das porções consumidas no jantar e transferir essas calorias para o café da manhã e almoço.

4.  EXAGERAR NO ÁLCOOL

Pode até ser mais fácil pegar no sono após alguns drinks, mas a verdade é que o álcool afeta sua noite inteira. Ele perturba o fluxo natural das diferentes etapas do sono. Em geral, o álcool provoca um sono mais leve e inquieto no início da manhã, levando à fadiga no dia seguinte.(4)

Solução: beba com moderação. Preste atenção ao seu limite, para não se sentir inquieto e acordar com frequência à noite.

5. BEBIDAS QUE CONTÊM CAFEÍNA COMO ACOMPANHAMENTO DO JANTAR

A cafeína estimula o sistema nervoso central, deixando-nos mais alertas e reduzindo a sensação de fadiga. Fora isso, ela bloqueia a eficácia da adenosina, um composto químico que nos deixa sonolentos e regula o ciclo sono-vigília.(5)

Solução: a resposta à cafeína varia muito de pessoa para pessoa. Se seu corpo for mais lento para metabolizar este aditivo, abra mão da cafeína no jantar. Se precisar beber algo quentinho à noite, opte por chás de ervas ou café descafeinado.

6.  COMER USANDO O COMPUTADOR OU VENDO TV

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Jantar assistindo TV ou navegando na web pode fazer com que não prestemos atenção ao ato de comer. Isso afeta diretamente a sensação de saciedade. Estudos mostram que comer com distrações, ou seja, quase que inconscientemente, aumenta as chances de exagerar nas porções. Acabamos comendo mais do que necessário.(6)

Solução: tente comer sem aparelhos eletrônicos por perto. Se esforce para prestar atenção nas especificidades dos alimentos no seu prato, como cores, texturas e sabores.

7.  COMER MUITO PERTO DA HORA DE DORMIR

Dica final, mas muito importante: comer tarde da noite eleva o nível de açúcar no sangue, e o seu corpo não consegue lidar com isso quando entende que você deveria estar dormindo. Com o passar do tempo, isso pode levar a acúmulo de gordura, resistência à insulina e distúrbios metabólicos.(7,8 

O estômago precisa de algumas horinhas para ficar vazio após uma refeição (e, conforme a idade avança, isso leva cada vez mais tempo). Assim, comer tarde da noite pode causar refluxo.(9)

Solução: planeje jantar 3 horas antes de ir dormir. Organizar um plano alimentar com antecedência ajuda a garantir o jantar na hora certa.

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Inverno aumenta em 30% o risco de infarto. Veja como proteger seu coração

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Com a chegada do inverno, muita gente fica focado na prevenção de gripes, resfriados, problemas respiratórios e alergias. Mas várias pessoas ainda desconhecem o risco de doenças circulatórias que a estação também costuma trazer, a exemplo dos problemas cardíacos.

Segundo informações do INC (Instituto Nacional de Cardiologia), o inverno costuma aumentar em 30% o risco de infarto. O médico do Serviço de Cardiologia do HFB (Hospital Federal de Bonsucesso), Artur Guimarães, destaca que baixas temperaturas contribuem com a vasoconstrição (contração dos vasos na superfície do corpo), o que pode provocar uma sobrecarga no sistema circulatório e motivar o aumento do risco de infarto no miocárdio.

O aumento de doenças respiratórias na época de frio também sobrecarrega o sistema cardiovascular e isso pode levar ao infarto. O especialista alerta que idosos ou portadores de doença na artéria coronária são os que estão mais propensos a sofrer infarto devido ao frio intenso. “Essa artéria é a responsável pela chegada do oxigênio e outros nutrientes ao miocárdio e com ela obstruída ou sem funcionar como deveria, o sistema circulatório para”, explica Guimarães.

Para prevenir o infarto devido ao frio, o cardiologista recomenda tomar alguns cuidados, como se manter bem agasalhado; alimentação que dê preferência às receitas compatíveis com a estação, e não esquecer de observar o controle de peso. Se for do grupo prioritário, é importante vacinar contra a gripe, que ajuda a manter uma saúde equilibrada.

Quer saber mais sobre o aumento do infarto no inverno? Acompanhe a entrevista com cardiologistas da Unidade Coronariana do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) Maximiliano Freire Dutra e Ana Amaral Ferreira Dutra.

1) O que é e como acontece um infarto?

O infarto agudo do miocárdio nada mais é do que a interrupção parcial ou total do fluxo de sangue através das artérias (vasos sanguíneos) que irrigam o músculo do coração (miocárdio). Em decorrência disso, acontece a diminuição da oferta de oxigênio, levando a dor no peito e necrose (morte) de parte deste músculo. Na maioria das vezes é causado por uma ruptura de uma placa de gordura (colesterol – placa aterosclerótica) causando o fechamento da luz do vaso.

2) Por que ocorre o aumento do número de infartos no inverno e quais fatores influenciam?

Em temperaturas mais frias, abaixo de 14°C, acredita-se que tenhamos um aumento do número de infarto agudo do miocárdio (entre 13 a 30%). Isso se deve a uma resposta do organismo a manutenção de nossa temperatura corporal, com consequente liberação de hormônios (da família da adrenalina), levando a diminuição do calibre dos vasos de sangue.

Em pacientes que já tenham doença das artérias (aterosclerose), essa alteração pode levar a uma redução importante do fluxo de sangue nestes locais. Outro ponto está relacionado a mudanças comportamentais nessa época do ano, tais como: redução da prática de atividade física regular, redução da ingestão de líquidos e aumento da ingestão de alimentos gordurosos. Para concluir, uma última teoria seria que os aumentos de infecções, principalmente as respiratórias como gripe, resfriado e pneumonia, levariam a uma inflamação dos vasos levando a uma ruptura de placa de colesterol e consequente coagulo, no interior dos mesmos.

3) Existem grupos de risco que estão propensos ao infarto nessa época?

Esse aumento do número de casos de infarto agudo do miocárdio no inverno acontece, em particular, na população idosa (mais propensos a infecções respiratórias), e em pacientes já portadores de doença aterosclerótica (especialmente das artérias coronárias).

4) Quais cuidados a população precisa ter para evitar um infarto?

Para tentar evitar o infarto, devemos, principalmente, iniciar hábitos saudáveis de vida como: alimentação balanceada, atividade física regular, procurar ter boa qualidade de sono, diminuir a carga de stress e manter um peso ideal. Deve-se evitar uma alimentação rica em frituras, gorduras e açúcar. Não fumar! A crendice popular que “não se deve ir ao médico para não se descobrir doença” deve ser desencorajada. Ir regularmente a um médico com o objetivo de descobrir e tratar doenças como diabetes e a hipertensão arterial é claramente benéfico, e reduz não só o Infarto como o derrame e outras doenças graves, como a dos rins – que podem levar a necessidade de diálise.

5) Qual o papel da vacina contra gripe na prevenção de um infarto?

A vacina contra a gripe tem papel importante na redução de casos graves de gripe e também reduz a chance de pneumonia que pode acontecer após uma infecção por um vírus, devido à queda da imunidade. Dessa forma, com a vacinação, pode-se reduzir um mecanismo importante de inflamação que é causador de infarto agudo do miocárdio, conforme dito previamente.

6) Quais são os sintomas de um início de infarto?

O infarto pode se manifestar de formas variadas. A população deve estar atenta a sinais como:

  • Forte dor no peito, especialmente se houver características de ser um aperto e associadas a algum tipo de esforço físico, e cansaço. Esta dor pode se estender para o braço (esquerdo, principalmente) ou mandíbula.
  • Suor frio, náuseas e vômitos costumam acompanhar o quadro.

Nessas situações, procure um médico preventivamente. Nem sempre as mulheres e os diabéticos têm sintomas clássicos. Nestes, as dores podem ter pouca intensidade, com características diferentes.

7) Ao identificar os sinais, qual deve ser o encaminhamento? E os cuidados após um início de infarto ou um infarto?

Sempre que houver suspeita de infarto o paciente deve ir imediatamente a um serviço de emergência para que seja avaliado. O diagnóstico e tratamento do infarto devem acontecer de forma rápida e dentro de uma Unidade de Saúde. O paciente sempre deve avisar ao atendente ou a pessoa responsável pela triagem da fila da emergência que está sentindo dor no peito ou falta de ar e solicitar que seja realizado um exame de eletrocardiograma nos primeiros 10 minutos de sua chegada ao hospital.

Este exame será rapidamente entregue a um médico e o mesmo definirá a prioridade de atendimento no caso de confirmar a suspeita de Infarto. Dessa forma, o tratamento com remédios poderá ser iniciado de forma rápida, eficiente e segura.

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BikeFit: O que é, e porque você deveria fazer

Dores e falta de rendimento podem estar relacionadas a um mal ajuste do ciclista a bicicleta. Conheça o trabalho dos profissionais que adequam a bike ao seu corpo

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O que é o Bike Fit?

O bike fit nada mais é do que o ajuste e/ou adequação da bicicleta para o ciclista; em qualquer nível, modalidade e tipo de bicicleta. Portanto, às vezes é trocar ou ajustar a posição de componentes como mesa, pedivela, clip ou o que for necessário para que o ciclista esteja na melhor posição para pedalar.

O bike fit com um profissional capacitado é imprescindível para o confortável, eficiente e seguro uso de sua bicicleta. Ele poderá solucionar problemas e elucidar dúvidas muito comuns, como por exemplo:

  • Qual o quadro ideal para mim?
  • Vou pedalar na cidade; qual o tipo de bicicleta que devo adquirir?
  • Qual a diferença de um quadro feminino para os quadros de série?
  • Por que existem faixas de largura de selim?
  • Por que na speed o tronco é baixo e na mountain bike é mais alto em relação ao solo?
  • É questão de aerodinâmica? Ou distribuição de peso e dirigibilidade?
  • Existe uma bicicleta específica para utilizarmos como meio de transporte?
  • O que define a altura do meu guidão?
  • Qual a altura ideal de selim? Isso muda com o tempo? Esta medida vale para todas as bicicletas?
  • Que tipo de taquinho devo utilizar em minhas sapatilhas?
  • Existem guidões mais largos?! Ou mais estreitos?!
  • Por que meus pés e mãos ficam dormentes?
  • Por que tenho dores lombares?

O que é a melhor posição para pedalar?

Dentre inúmeras definições, as quais vieram ao longo desses anos de existência do ciclismo sendo criadas por Eddy Merckx, Bernard Hinault, Arnie Baker, Mark Hodges, John Howard, Greg LeMond, Andy Pruitt, Cristopher Kautz dentre outros, hoje podem ser resumidas em “Ajuste da bicicleta a fim de deixar o ciclista confortável e seguro, produzindo cada vez mais velocidade sem gastar energia desnecessária, evitando lesões e tornando o pedal agradável”.

Claro que podemos dividir as situações, como para um ciclista recreacional, que visa ter uma bicicleta confortável e ter uma trilha, ou um pedal de estrada duradouro e prazeroso. Assim como podemos pensar em um atleta de elite, que pode preferir ter um pouco do seu conforto prejudicado para adquirir uma posição mais aerodinâmica e que produza mais potência. Neste caso ele visa velocidade, mas também não pode deixar o conforto completamente de lado, pois a posição desagradável pode deixá-lo com dores e sua velocidade diminuirá em conseqüência do desconforto.

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Para quem e quando fazer?

Indicado a qualquer ciclista, seja mountain biker de provas de aventura, maratonas ou singletracks; triatletas, ciclistas de estrada ou recreacionais. Atletas amadores ou profissionais e, no caso de iniciantes, o ideal é que haja uma orientação prévia no intuito da compra correta.

Deve-se fazer um bike fit sempre que estiver pedalando, seja para sanar a causa de uma dor ou à procura do posicionamento perfeito, lembrando que o nosso corpo passa por mudanças constantes, como lesões, mudanças de objetivo com provas diferentes (curta ou longa distância) ganho de flexibilidade, enfim, em média a cada 6 meses deve-se pensar nos objetivos que há pela frente, fazer uma avaliação física e traçar novas metas, pois muitas vezes pode-se deixar a bicicleta numa posição mais agressiva, mantendo conforto e você não sabe.

Métodos e materiais de avaliação Ferramentas como goniômetro, prumo, trena e outros materiais que se parecem mais com os de um engenheiro. E hoje o ciclismo pode contar com o apoio da ciência para avaliação, com o uso de softwares, simuladores quase que reais e análise biomecânica com gráfico instantâneo de cada parte do ciclo da pedalada.

Como funciona um bike fit de verdade

Resumo das etapas:

1. Após um prévio agendamento, o ciclista passa por uma anamnese, nada mais que um diálogo, buscando detalhes e informações sobre histórico de lesões, dores freqüentes, tipo de pedalada. Quais objetivos existem em relação à bike, postura de trabalho para saber suas possíveis influências na postura, testes de flexibilidade, avaliação do arco do pé entre outras perguntas.

2. Após a medição da bike e antes das alterações, o ciclista inicia uma pedalada sobre um simulador para que dê inicio a avaliação.

3. Alguns fazem vídeo do “antes” e seguem para a parte prática, que vai desde o ajuste dos taquinhos da sapatilha até todas as modificações necessárias, como altura do canote, ajuste de selim, mesa, guidão etc.

4. Então faz-se o vídeo do depois, com a finalização para que se possa avaliar e comparar as posições. Normalmente há um retorno em 30 dias.

Fatores como pedivela e guidão, alinhamento dos manetes, barends e, principalmente, ajuste dos taquinhos são comumente achados em tamanhos e posições fora do padrão ideal para determinado ciclista, por isso vale a pena uma avaliação feita por profissional, que dura em torno de 2h.

Por que fazer?

Muitas vezes ouvimos que alguém fará um bike fit porque esta sentindo dores, e é exatamente isso que tem que mudar, pois assim como na hidratação em que existe aquele ditado: “antes de sentir sede tem que beber água”, na bike é igual, pois, muitas vezes, já estamos pedalando com a postura inadequada o com material incorreto, e no futuro sentimos dores e nos machucamos. E o fator que considero o mais importante é o conforto, pois onde há conforto há performance, logo se estamos nos sentindo bem em cima da bike, por lá ficaremos horas e horas!

Não se deixe enganar

Para que você tenha certeza de que está fazendo um bike fit com um profissional de qualidade, procure saber mais sobre ele, pesquise e converse com seu treinador ou o pessoal onde você leva a sua bicicleta para manutenção. A diferença está na tecnologia, no procedimento e know how que cada um possui. Pois cada um tem o seu ponto de partida e de finalização, às vezes um é mais conservador que outro. Cada um tem sua técnica e sua seqüência de avaliação, seguido de uma filosofia individual.

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